quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Vaga Aberta



 Afobados não lerão até o fim... e já serão eliminados daí:
Estamos procurando (SEM PRESSA) o homem capaz de completar o nosso casamento me ajudando a deixar a minha esposa feliz e realizada emocional e sexualmente. Estamos nisso há mais de 10 anos, então temos experiência suficiente para saber o que queremos e o que não queremos. Dessa forma, vamos usar esse post para descrever mais detalhadamente que tipo de homem procuramos.

No passado, toda vez que tomamos essa iniciativa de procurar um homem, sofremos uma avalanche de propostas de pessoas totalmente fora do que buscamos. A fim, de evitar esse efeito ou ao menos amenizá-lo, pedimos que se você estiver fora do que procuramos, ou não aceitar as exigências aqui descritas, por favor, não desperdice o seu tempo e nem o nosso. Simples: nem sequer entre em contato.

Então, vamos aos requisitos:

1 - Apenas Solteiro de verdade - que tenha disponibilidade de sair, por exemplo, sexta, sábado ou domingo à tarde e a noite. Nada de homens “enrolados” e com agenda complicada, que precisem ir pra casa correndo. Aceitamos a pessoa que trabalhe em horário comercial. Mas fora dele, queremos disponibilidade pra quando formos convidá-lo. 

2 - Precisar ser MUITO bonito de corpo e rosto. Gostamos dos másculos, com pinta de homem e não de rapaz. Pode ser grisalho. Mas, muito bem cuidado. Apenas os que enviarem fotos de rosto. Se não estiver disposto a enviar fotos, nos esqueça. Se estiver, saiba que somos ultra sigilosos e nunca divulgamos nada de ninguém. Deletaremos sua foto assim que for analisada pela esposa. 

3 - Precisa ser liberal, aceitar participação do marido e filmagem. Quem for paranoico com filmagem, nos esqueça. Aqui o marido curte lamber o pau do comedor enquanto ele mete na esposa. O marido não curte nada além disso... ou seja, não é bi que curte penetração. Se você não curte bi, nós também não. Mas se você não curte nem a lambida Cuckold do marido... aí é outra coisa. Tudo é negociável. Não saímos sem filmar. Nossos filmes são pra uso pessoal, não expomos ninguém. Somos ultra sigilosos. Não filmamos contato entre marido e comedor.

4 - Precisa estar disposto a sair na nossa área (Reg.Oceânica de Niterói).

5 – Queremos relação mais fixa. Não atenderemos pedidos de pessoas de passagem pelo Rio, ou aquele infeliz que mora muito distante. Pra ser fixo, tem que estar perto. Ao menos na mesma cidade ou na cidade vizinha, em bairros próximos.

6 – Queremos alguém branco, ou pardo, entre 35 e 60 anos, não fumante, bom nível educacional, muito safado, altura entre 1,75 e 1,85, peso proporcional, peitoral com pelos (nada de lisinho), porém depilado na virilha e pélvis. Não queremos super dotados. O máximo que aceitamos é um dote de 20cm. O ideal seria dote entre 16 e 18cm. Precisa estar em forma. Pode até ser careca ou calvo, se for viril e másculo. Nada de barrigudos, branquelos, nerds, magrelos, dentes tortos, banguelas, óculos de fundo de garrafa e de baixo nível. Somos exigentes sim. 

7 – Queremos homem dominador, másculo, que tenha prazer em possuir a fêmea do outro e também namorar bastante... sair várias vezes. Queremos homem com pegada, que puxe pela cintura, cabelo, dê leves tapas no rosto dela e na bunda. 

8 – Não queremos colecionadores de xoxota. Não gostamos de promiscuidade.

9 - Queremos o homem que entenda o valor de se possuir a mulher do outro. E que entenda o prazer de ser o amante. Não buscamos hipocrisia do homem que está ali só pra nos agradar. Cada um sabe do seu prazer. Não queira nos agradar e nem pense que nos conhece e sabe como agradar. É o erro mais comum. 

10 – Não queremos homens com tendência a bissexualidade, principalmente se for passivo. O ativo, se souber se controlar, pode ser aceito. 

11 - Precisa gostar de namorar a esposa. Ter ótimo nível e educação. Se não souber escrever, nem tenta. Não gostamos de homem apressado.

12 – Não buscamos grude. Nada de homens pegajosos que queiram sair todo o dia ou que queiram ficar falando toda hora pelo celular. Mensagem por zap, até pode ser diária ou semanal. Mas nada de exagero. Não aceitaremos pressão pra ficar saindo toda hora. Passado o prazo da brincadeira, fim de jogo. É preciso saber aceitar que em algum momento haverá o fim da relação, antes de começa-la.

13 - Queremos um pau claro, rosado, reto e sem prepúcio exagerado.

O que precisam saber sobre nós:

1 – Não temos pressa de selecionar ninguém e menos ainda pressa de sair.

2 – Não estamos dispostos a ficar respondendo se a pessoa foi aprovada ou não. No dia que nos interessar convidar alguém, a gente aproxima o contato. Pra ficar mais claro: não iremos responder a ninguém, pra dizer que não rolou afinidade. O que se conclui é que se não respondermos, é porque não temos interesse. Se tivermos, iremos responder e procurar mais informação. 

3 - Se for generoso - passa na frente da fila. (Entende-se "generoso" como aquele homem bem sucedido que não se importa em dar mesada de 1000 reais pra esposa). Sim... gostamos e precisamos de dinheiro. Azar o de quem discorda, julga ou acha errado. Se me pagar bem, começo a escutar melhor o que tem a dizer. A vida é assim, não fui eu que inventei isso. Ponto final.

4 – Se for casal – passa na frente da fila. Nossa fantasia maior é um casal... pra ela virar namoradinha fixa... e quem sabe eventualmente, troca. 

5 - Se não gostou das exigências; ou achou que as exigências estão fora do propósito pro que temos a oferecer... ótimo: passa pro próximo perfil. Nessa procura, em particular, não estamos buscando colher opiniões sobre nós.

6 - Não retribuiremos fotos nossas (Salvo se o interesse for tamanho ao ponto de combinar um bate papo real). Não adianta ficar pedindo, dizendo o que é justo ou o que não é. O mais provável é que combinemos uma exibição de cam pra quem nos interessar muito.  

7 - Primeiro encontro - apenas bate papo... sem exceção. Isso é muito bom que seja dito pra quem mora longe. Não me interessa a distancia que você percorreu pra chegar até nós... quando chegar... vai ser do nosso jeito. Nada de sexo, beijo ou qualquer coisa além de bate papo no primeiro encontro. 

8 - Despesas com motel ou viagens - por conta do comedor. Sou corno e manso. Mas não sou rico e menos ainda burro. Quem paga tudo é o comedor. Não achou justo? Vá procurar outro casal.

Vamos falar agora do homem que não procuramos:
1 - Negro (sem preconceito, mas não é o que ela quer)

2 - Pouco grau de instrução (No mínimo, nível superior)

3 - Renda baixa (Mesmo que não haja relação remunerada, o renda baixa tira o nosso tesão)

4 - Rapazes (Aqui valem dois fatores: 1 - pouco idade não nos interessa. 2 - Homem com traços finos, mais pra Rodrigo Santoro do que pra Humberto Martins - não nos interessa) Queremos homem com cara, voz, mãos e corpo de homem. 

5 - O peludão - Queremos homem com cara de homem sim, mas não queremos o Tony Ramos.. e menos ainda a versão masculina da Cládia Ohana. Queremos depilados na virilha, nada de mata atlântica. Já no peito, gostamos de pelo. Nada de homem lisinho no tórax.

6 - Desdentado ou com dente torto ou amarelado - Vá cuidar dos dentes, depois nos procure. 

7 - O apressado ou afobado - Vai perder muito tempo com a gente, lamento

8 - O grosseiro que acha que sou corno 100 por cento do meu tempo (Pra tudo tem hora - no dia a dia, não sou corno manso. Sou na hora do sexo).

9 - O dominador que quer BDSM. Não queremos BDSM. Queremos Cuckold... vá pesquisar a diferença. 

10 - O enrolado, que jura que é solteiro, mas não pode sair final de semana, e vive com medo de tudo. Vá casar com uma trouxa. Nos esqueça.

11 - O paranóico, que quer um super sigilo... não aceita fotos e nem filmes, e nem envia fotos... vá procurar uma hotwife lá no FBI. Não enche o nosso saco.

12 - O promíscuo e com doenças... conhecemos bem os sinais e sintomas de sífilis, gonorreia e outros... vá se tratar. Não queremos você. 

13 - O carente. O cara que acha de verdade que só ele existe e é o único candidato que levamos a sério. Ou pior, acha que se começamos algo é porque nunca iremos terminar. Saiba que se começar algo, tudo pode terminar no dia seguinte... nada é estável nesse mundo.  Não damos garantia de nada.

14 - O que vive querendo noticias e satisfação. As vezes a gente some sim. Se não gosta disso, não nos procure. 

15 - O cara que vive no outro Estado, mas jura que vem sempre pra cá. Nos esqueça.

16 - Nada de pau enorme, curvo, com prepúcio enorme, pau escuro.

17 - Não queremos fumantes.

Nota: Sabemos ser flexíveis com pessoas que se enquadrarem na maioria esmagadora dos itens, mas que uma besteirinha ou outra não estiverem dentro. Nós julgaremos caso a caso. 

Aguardamos seu email com fotos de rosto (sem óculos), corpo, pênis (pode ser em fotos diferentes), falando de você, no que se enquadra e no que não se enquadra. Responderemos apenas àqueles que tivermos interesse. Aos que não forem respondidos, responderemos agora:

R: Agradecemos sua iniciativa. Obrigado pela confiança. Fique tranquilo, jogaremos sua foto fora, porque não somos colecionadores. Tudo o que queremos é achar a pessoa certa. Não queremos prejudicar ninguém. Infelizmente, não curtimos seu perfil. Mas, esperamos que não fique chateado conosco. Eu como marido cuckold, sempre torço pra que role. Mas, também tenho que saber aceitar a decisão da minha esposa, pois algo forçado não seria legal pra ninguém. Desejamos boa sorte. Abraço do casal.

Ao candidatos, solicitamos o envio de mensagem para o nosso email, contendo foto de rosto e falando o básico sobre vocês.

email: soltinhaevoyeur@hotmail.com (Contato com fotos de rosto, e texto falando o básico)
zap - só daremos a quem nos despertar o mínimo de interesse. 



PS - Procuramos alguém que saiba editar vídeo (esfumaçamento de rosto e leve distorção vocal) para serviço não oneroso. O prêmio será ter nosso vídeo em primeira mão.

Segue uma lista de fotos de rosto, corpo e pênis no estilo que procuramos:










sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Análise científica do fetiche Cuckold (Reedição)



Essa é a reedição de uma antiga postagem nossa. Tudo que for lido a partir de então, será mera reprodução do que anteriormente já fora publicado (com pequenas modificações):
Esses dias, estivemos buscando na internet ler sobre o fetiche Cuckold. Encontramos todo tipo de texto. Muitos são relatos eróticos que buscam especificamente a excitação do leitor. Mas, buscávamos alguma informação mais profunda sobre o tema. Foi quando nos deparamos com um texto que trazia uma abordagem científica desse fetiche.
A autora, Susan Grower, procurou fundamentar os princípios por ela defendidos com uma visão analítica e racional, citando inclusive estudos comparativos de outros estudiosos. Achamos tudo isso muito interessante. Então, confiram a tradução do que Susan tem a dizer sobre a relação Cuckold em sua análise científica:
“Despois de estudar a sexualidade humana por muitos anos, tornou-se indiscutível para mim que uma relação Cuckold (em que a mulher se envolve em atividade sexual com uma variedade de homens, enquanto o marido permanece fiel) é mais compatível com a evolução humana básica. Essa relação se afasta da ligação humana evolutiva que produz comumente mal entendidos e conflitos entre os sexos.
Com base nesse princípio, compreendemos a necessidade psicológica de uma mulher em ter uma variedade de parceiros sexuais. As mulheres são literalmente mais complexas do que os homens. E seu apetite sexual se caracteriza pela dualidade.
Primeiramente, a mulher é centrada em encontrar um companheiro para a vida, que ajude a sustentar ela e a prole. É por isso que o amor é uma parte tão importante do desejo feminino.
Além disso, ela tem o desejo de obter grande variedade do melhor material genético possível para produzir crianças mais saudáveis. Esse segundo desejo, se torna ainda mais forte quando uma mulher tem garantido o seu companheiro de vida e na medida em que o tempo passa e vão estabilizando uma relação de companheirismo.
Dessa forma, o desejo sexual de uma mulher por seu marido começa a diminuir ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, é normal que ela sinta um aumento sutil, mas muito real em seu desejo sexual por outros homens.
Com a criação de um ambiente familiar estável e adequado para criar os filhos, ocorre uma clara mudança fisiológica na direção do desejo da mulher, que passa a desejar acasalar com os melhores homens disponíveis pra ela, pela sua contribuição genética superior. Esse fato natural não a torna imoral, ou não quer dizer que ela não ame mais ou menos o seu marido. É simplesmente parte de seu código básico instintivo.
Ao contrário do que diz a sociedade, essas diferenças fisiológicas sexuais entre homens e mulheres também parecem apoiar a relação Cuckold como a ideal para um relacionamento conjugal. É sabido que as mulheres não atingem seu ápice sexual antes dos trinta anos de idade, enquanto homens atingem seu pico por volta dos vinte anos.
Em um casamento típico, uma mulher é geralmente mais jovem do que o marido ou ambos têm idades próximas. Como resultado, uma mulher costuma estar atingindo seu ápice de apetite sexual, numa idade biológica, em que o marido nem sempre conseguirá corresponder aos fortes impulsos sexuais da esposa.
Como o casamento continua através dos anos, essa discrepância tende a aumentar, às vezes ao ponto de uma mulher encontrar pouca ou nenhuma satisfação sexual com o marido e, secretamente, vir a contemplar encontros extraconjugais.
A natureza reforça essa necessidade física, fornecendo as mulheres uma capacidade muito maior de experimentar orgasmos sexuais mais intensos e diversos, quando comparados aos homens. Elas podem experimentar uma diversidade de orgasmos, incluindo ao clitoriano e o vaginal.
Além disso, elas têm a capacidade de ter orgasmos múltiplos, prazer esse que é muitas vezes resultado do esforço por parte do parceiro sexual da mulher. Dessa forma, pode-se concluir que, na verdade, essa característica natural feminina permite a mulher desfrutar sexo com múltiplos parceiros durante um curto período de tempo para buscar outras formas de prazer.
Essa é a maneira da natureza de motivar a mulher a buscar atividade sexual, mesmo correndo o risco de ser pega por seu companheiro de vida.
Por outro lado, os homens são muito mais simples sexualmente. Seu desejo sexual simplesmente cresce mais forte quanto mais tempo ele fique sem sexo; e é saciado com um orgasmo singular e simples. Desde que ele disponha de uma única mulher, sua satisfação dependerá exclusivamente do consentimento dessa parceira.
Ao longo do tempo, sua necessidade de liberação sexual pode tornar-se irresistível e seu desejo de obter o consentimento, aumenta proporcionalmente a um nível de frustração sexual. Estando ele, em fase de acasalamento, com qualquer mulher, que ele considere desejável, passa a ser perfeitamente capaz de se contentar em ter relações sexuais com a mesma fêmea para toda a vida, contanto que certas motivações sejam fornecidas.
Os homens podem obter quase o mesmo nível de satisfação sexual com outros meios tais como a masturbação ou o sexo oral, como forma de libertação física. Para as mulheres, no entanto, esses meios proporcionam um alívio menos satisfatório. As mulheres exigem a participação de um parceiro sexual, a fim de serem mais plenamente satisfeitas, tanto psicologicamente quanto emocionalmente.
Foram realizados numerosos estudos clínicos que documentam respostas emocionais positivas para a presença de esperma na vagina. A teoria sugere que certos hormônios contidos nas vesículas seminais podem alterar física e emocionalmente os níveis de hormônios na mulher.
Embora não sejam totalmente compreendidos, esses estudos apoiam a teoria de que uma mulher mais satisfeita sexualmente e recebendo ejaculação masculina em sua vagina sofre consequências hormonais e emocionais positivas. Alguém pode pensar que essas condições apresentam argumentos para um casamento aberto (em que tanto a mulher, quanto seu marido tenham consentimento mútuo para encontrar parceiros sexuais fora do casamento).
Mas, a ideia de casamento aberto assume a noção errônea de que os homens necessitam de uma variedade de parceiras sexuais, e que as mulheres devam ser tolerantes com seus homens a fim de deixa-los acasalar com outras. Essa suposição não está correta.
Enquanto a evidência sugere claramente que uma mulher casada é instintivamente inclinada a buscar uma variedade de parceiros sexuais, um homem tem um impulso sexual que é facilmente manipulado e pode ser satisfeito por um único parceiro.
A programação genética que leva um homem é em grande parte baseada na emoção da perseguição e não na necessidade de variedade. Homens são projetados para competir. Eles competem em todos os aspectos da vida. Não só eles competem em seu local de trabalho, mas eles competem até mesmo em seus hobbies. É quase incidental que os homens gostam de assistir ou participar de eventos esportivos.
Mais importante ainda, os homens competem por sua mulher. Maridos que o desejo por suas esposas tenham diminuído, certamente, deslocam seu desejo por outras mulheres. Esse comportamento pode ser completamente revertido com a introdução de um macho concorrente pela sua esposa.
Após vários estudos, homens casados responderam consistentemente quando expostos a estímulos que incluem a atenção de outro homem para a sua mulher. Esse gatilho desperta seus instintos para competir. Seu foco reverte unicamente de volta para sua própria esposa e eles perdem o interesse em outras mulheres.
Em alguns estudos, as esposas foram capazes de deliberadamente variar o nível de interesse de seus maridos através do aumento ou diminuição de sua interação com outros homens. Verificou-se ainda que, quando essas mesmas mulheres voltavam para práticas sexuais monogâmicas tradicionais com seus maridos, esses começavam a perder o interesse por elas e novamente, mostravam interesse  em outras mulheres como possíveis parceiras sexuais.
A simples possibilidade de competir pela esposa com outro homem gera um previsível resultado de revigoramento do desejo do marido pela sua esposa. O senso comum aponta para a ideia de que os homens nascem para enganar. No entanto, esse estudos mostram claramente que os homens nascem para competir.
Em um estudo (Hill, Leeson, 2004), também há uma clara correlação entre o desejo sexual e ausência da mulher da relação, apoiando o axioma antigo que “a ausência faz o coração crescer mais afeiçoado”. Esse padrão apresenta uma possível correlação entre a negação sexual e a excitação resultante. Uma ausência prolongada faz mais do que apenas o coração crescer. Ele aumenta a necessidade de um macho se acasalar com sua parceira.
Ao se introduzir a possibilidade da esposa se afastar sexualmente do marido durante sua ausência, invoca-se uma resposta muito mais forte no homem, a ponte de alterar totalmente o seu comportamento. Assim, esse estudo reforça a crença de que o homem podem de fato tornar-se fisicamente despertado pela mera possibilidade de sua esposa traí-lo em sua ausência. E isso é um dos pilares do estilo de vida Cuckold.
Uma vez que um marido sente essas forças competitivas despertarem dentro de si, ele se torna singularmente focado em agradar a esposa, e buscando sua aprovação constantemente e naturalmente seu consentimento sexual. Esse é mais um conceito simples que conduz o relacionamento Cuckold, mesmo em relacionamentos onde o casal não reconheça esse fato.
Maridos que prontamente e de forma previsível respondam à ameaça da concorrência, de forma real ou imaginária, podem abrir espaço para suas esposas. A mulher pode usar essa competição para ajudar a moldar uma relação sexual que comprova satisfazer sexualmente a ambos, enquanto assegura a estabilidade da relação e a fidelidade do marido, tudo ao mesmo tempo.
O envolvimento de outro macho para o relacionamento tem outro benefício, além dos benefícios óbvios sexuais com a esposa e a estabilidade resultante para o relacionamento. Alguns homens expressam alívio que sua esposa estava sendo satisfeita por outro homem. Ser aliviado da pressão para executar com seu parceiro sexual atividade extenuante. Quanto mais velho o marido se torna, mais essa motivação é válida.
Nossa moral moderna e os papéis impostos pela sociedade a ambos os sexos não infringem apenas nossa composição genética, mas nos ferem psicologicamente. É injusto que uma mulher seja obrigada a reprimir seu desejo sexual natural, que é geneticamente determinado. Se o fizer, ,coloca pressão indevida sobre o que é visto pela sociedade como o casamento “tradicional” e, certamente, contribui para a taxa de casamentos fracassados.
Nós criamos uma sociedade em que as mulheres muitas vezes lutam contra a culpa e frustração de não poderem seguir suas necessidades sexuais naturais. Talvez, seja a hora de considerar abraçar o estilo de vida Cuckold como uma relação natural.
Na verdade, acreditamos que esse estilo de relação pode ter salvado inúmeros casamentos que antes pareciam destinados a prática da traição. Temos visto pacientes do sexo feminino, redescobrindo um lado de si mesmas, que pensavam ter perdido, tornando-se mais centradas, calmas e confiantes em si mesmas e em seu casamento.
Da mesma forma, uma vez que o marido passa por suas preocupações iniciais de quem acaba de aderir ao estilo de vida, torna-se mais calmo e mais focado no relacionamento. Ao invés de procurar a tentação de satisfazer seu desejo fora do casamento, eles logo realizam todas as suas necessidades sexuais indiretamente através de sua esposa e suas ligações extraconjugais.
Apresentando o aspecto competitivo de outro homem em um casamento Cuckold, uma mulher pode facilmente alterar o comportamento de seu marido de volta para os dias em que a relação era nova. Maridos se concentram mais em sua esposas e voltam a manter um elevado estado de excitação por elas, uma vez que a possibilidade de outro homem entrar na relação acontece.
Por fim, casamentos Cuckold podem evoluir para uma grande variedade de preferências. Vão desde aquelas em que a Hotwife desfruta de um namoro em particular, para aqueles que gostam de ter relações sexuais com outros homens na frente de seu marido, entre outras opções.
No entanto, quase todos os casais têm casamentos muito amorosos, com um sentido lúdico de excitação, que parece convencional em todos os sentidos, exceto que a esposa sai com outros homens, enquanto o marido permanece fiel a ela. “
Susan Grower

Terminado o texto, vale notar que consideramos uma leitura diferenciada sobre o tema. Pudemos identificar, em nós mesmos, muito do que foi analisado como mecanismo de funcionamento de uma relação Cuckold.  
É extremamente interessante quando descobrimos que existem estudos no campo da sexualidade humana que compreendem e esclarecem o que acontece dentro de cada um de nós. Isso nos permite entender melhor nossos impulsos, e como podemos os canalizar a nosso favor.
Confesso que, ao ler o texto, eu como marido, me dei conta do quanto sou compelido instintivamente à competição. E o quanto, é possível a minha esposa manipular meu instinto para benefício mútuo.
Reconheço plenamente que meu interesse se volta para outras mulheres, na medida em que minha esposa atravessa alguma fase mais monogâmica e sem interesse por outros homens. Por outro lado, percebo que fico mais focado na minha esposa, quanto mais ela se desembaraça em direção a relacionamentos fora do casamento. Parece realmente ser meu instinto competitivo fazendo efeito positivo no meu casamento.
Por óbvio, que mulheres cientes do que aqui foi exposto, poderão assumir o papel que, em minha opinião, mais se adequa a elas: as que manipulam o casamento. O homem é um ser quase visceral. Cede ao seu instinto sem tanta força para racionalizar.
Ciente da fraqueza do homem, poderá a mulher mais astuta canalizar o instinto do homem contra ele mesmo, o domesticando e o tornando o servo fiel, justamente na medida oposta do comportamento que a mulher deseja ter pra ela.
Possivelmente, toda essa construção não se aplique a relação de outras pessoas que resistem melhor aos impulsos em defesa do que a sociedade determinado como sendo “o normal”. Mas, não é o nosso caso.
Tanto eu, quanto minha esposa, não tivemos criação rígida e nem formação religiosa. Com o perdão da palavra, literalmente demos o “foda-se” para a sociedade e resolvemos seguir nossos instintos. Eu sou corno, ela é puta? Não sei. Quem é que vai nos julgar?
Antes de criticar o estilo de vida de alguém, as pessoas deveriam se perguntar do fundo do coração, se elas são felizes de verdade. Garanto que pessoas verdadeiramente felizes, não dão a menor importância ao que os outros fazem para conseguir o mesmo. Apenas pessoas profundamente infelizes se incomodam com a opção “diferente” da dela.
Se a relação Cuckold pode dar certo ou não? Pelo visto, não somos apenas nós que dizemos o quanto esse estilo de vida pode naturalmente levar o casal a uma relação harmoniosa. Pelo que parece, é a ciência quem fala com sua voz da razão.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

O Cuckold em Caricatura



Para o senso comum e a sociedade em geral, um fetiche como o Cuckold é algo inconcebível. É visto comum um estilo de vida totalmente fora do natural, absurdo e até mesmo depravado. Será mesmo?
Muitos dessas casais vivem exatamente no mesmo estilo de vida. Só que ao contrário. A tradição já enraizada por séculos na cabeça de homens e mulheres determina ao homem o direito de comandar e ter suas amantes fora do casamento.
Também determina a mulher a fidelidade e a passividade de ficar em casa enquanto o marido “ganha a vida”.
Em nosso ponto de vista, o Cuckold é praticamente a mesma coisa que o casamento como a sociedade prega. Apenas, invertendo os gêneros em seus papéis. Será que todo esse repúdio ao Cuckold não seria simplesmente machismo?