terça-feira, 27 de junho de 2017

Assistir ou não assistir? Eis a questão!



Diz o ditado: “o que os olhos não veem o coração não sente”.  Pessoas que traem seus cônjuges usualmente se apoiam nesse ditado para aliviar suas consciências do peso que é cometer adultério.  E de fato, se o cônjuge nada vê e nada sabe, naturalmente ele nada sentirá também a respeito.
Contudo, no contexto Cuckold, as coisas podem não ser tão simples assim. Existem sim, muitas situações em que o coração sente, e sente forte, mesmo aquilo que os olhos nem cheguem perto de ver. E é essa a polêmica que pretendo retratar nessa postagem.
Afinal, o que é mais forte? O que mexe mais com a cabeça de um marido cuckold? O que pode te deixar mais inseguro? E mais excitado? O que o coração sente mais? O que os olhos veem ou o que não veem? Pra simplificar ainda mais o tema: Assistir ou não assistir? Eis a questão. 
Imagino que num primeiro momento, para iniciantes, ou para o público em geral, a ideia de assistir a própria esposa fazer sexo com outro homem possa por impulso parecer uma experiência mais profunda, ousada, e até mais “Hardcore”, se é que me entendem. Ou seja, “assistir” não seria pra qualquer um; e muito menos pra iniciantes.
Quando eu era iniciante, certamente que compartilhava dessa mesma visão. Tanto é que posso dizer que comecei minha “carreira Cuckold” não assistindo, e apenas deixando minha namorada ser livre pra sair sozinha, pra depois me contar os detalhes do que ela e seu professor faziam.
Se bem, que no meu caso, ela saía sozinha por imposição dela. Eu sempre quis ir junto pra assistir e o tal professor, sabia que eu era corno manso, e até ofereceu de eu assistir, mas minha namorada é quem não queria mesmo a minha presença.
Mas, enfim, o meu desejo desde aquele tempo era assistir a tudo. E confesso que isso não me causava medo de arrependimento ou qualquer hesitação. Acho que sempre tive uma natureza Cuckold tão forte que o medo de assistir não fez efeito como esperado para um iniciante como eu era no começo.
Contudo, hoje com muito mais experiência no assunto, pude começar a ter dúvidas sobre o nível de profundidade de cada opção. O que seria mais avançado? Entre assistir e não assistir, confesso que muitas vezes me sinto mais desafiado na segunda opção do que na primeira.
Nos dias de hoje, posso admitir pra mim mesmo que acho curioso quando vejo um marido iniciante com tanto medo de assistir, preferindo manter-se distante, como forma mais branda de iniciar nesse mundo. Claro que eu compreendo essa linha de pensamento. Mas, no fundo, talvez esse marido esteja começando num nível mais avançado, sem perceber.
É importante explicar que, apesar do que foi dito anteriormente, minha posição sobre o que é mais avançado nesse fetiche, ainda não é oficial e muito menos consolidada. Na verdade, tenha dúvidas sobre esse tema. É certo que muitos dirão que assistir é algo pesado demais. Por outro lado, certamente que outros dirão o contrário.
Fico me perguntando se esse nível de profundidade do fetiche talvez não seja alterado a medida em que vamos realizando e adquirindo mais experiência. De fato, me coloco na posição de quem pretende começar a viver experiências, e devo reconhecer que pra grande maioria, ver com seus próprios olhos, em vez de só imaginar, possa representar um desafio maior.
Mas, por outro lado, na visão de marido que já praticou as duas opções tantas vezes, também não posso deixar de considerar o fato de que nos dias de hoje, com toda a vivência que eu tenho, deixar minha esposa sair absolutamente sozinha sem a minha presença, por mais que seja com um amigo conhecido e de confiança, ainda é algo que acelera meus batimentos cardíacos mais do que o usual.
Quando eu assisto minha esposa transar com outro homem, parece que eu tenho um tipo de controle... mesmo que mínimo. Uma segurança, de saber o que está acontecendo e como. Mas, quando a permito sair sem a minha presença... é como se eu perdesse completamente o controle. Fico em casa, louco de tesão, ciúme, numa mistura de pensamentos e de imaginação que não me deixam me concentrar em mais nenhuma outra atividade.
Por vezes, quando estou presente, e o dia não é dos melhores para o comedor, ele não manda tão bem, ou a coisa acaba sendo mais rápida do que o de costume, o fato de eu assistir a tudo isso torna a experiência muito mais branda e quase trivial, quando comparada a essa mesma situação, só que sem a minha presença.
Parece que de alguma forma, a minha ausência é uma garantia de vivência cuckold com alta adrenalina, mesmo quando na verdade, o que rolou entre minha esposa e o amante, não seja lá essas coisas. Já na minha presença, a adrenalina fica na dependência do que acontecer no motel; no dia e estado de espírito de cada um.
No final das contas, sempre continuarei praticando o “Cuckold presencial” e o “a distância” ao mesmo tempo. O “presencial” porque eu adoro filmar e participar eventualmente. E o “a distância” porque além de me excitar demais, minha esposa não sabe mais viver sem dar suas escapadinhas sozinha.
Enfim, assistir sempre é uma experiência muito boa. Mas, certamente que pra quem já praticou isso muitas vezes, o resultado começa a ficar na dependência das boas atuações de amante e esposa. Já não assistir, por mais que seja a opção mais indicada pra quem começa, certamente que sempre será uma opção mais instigadora, mesmo pros mais experientes no assunto.
Assistindo ou não, qualquer que seja o caso, fato é que o Cuckold é um fetiche incrível, pois melhora muito o sexo entre marido e esposa, aumenta a cumplicidade do casal, elimina a necessidade de mentiras, evita brigas, e opera milagres em casamentos destinados ao fracasso.
Vem sendo esse tipo de relato que costumeiramente leio em mensagens de todo o país enviadas para nós. É incrível que uma ideia que inicialmente possa parecer tão louca e fora dos padrões, possa definitivamente ter muito mais resultado do que anos e anos de terapia de casal.
E por isso mesmo, desejo aos casais curiosos e iniciantes, que não fiquem nervosos, apavorados, ou em dúvida se o Cuckold pode ser bom ou não para a relação de vocês. Acho que se tudo for muito bem conversado, podendo ou não o marido assistir, no final, no mínimo será uma experiência inesquecível da qual marido e mulher se transformarão em cúmplices de um segredo absoluto. Isso não é bom? Eu acho ótimo.






sexta-feira, 23 de junho de 2017

A foda! (Vídeo só abre em Laptop) - Não abre em celular.

Olá, pessoal! Depois de alguma análise sobre o motivo pelo qual o vídeo não tem sido aberto por muitos leitores do blog, descobrimos que os celulares vem configurados de fábrica para bloquear vídeos que não sejam do Google, do You Tube ou enviados diretamente pelo Whatsapp. 
Quem não conseguir abrir de um celular, ou terá que reconfigurar o celular na área de permissões ou vai ter que procurar um laptop para poder abrir. Aviso que vale a pena.
video






quarta-feira, 14 de junho de 2017

O nosso canal no You Tube está de volta!


Estamos de volta, pessoal. Agora com força total. O canal da sra.Cuck voltou ao ar. Pra acessar, basta procurar "Casal Cuckold" ou "casadosnapista" no You Tube. Aí é só clicar na mulher de vestido azul e pronto! Boa diversão.
Para aqueles que preferem link... segue aí:

https://www.youtube.com/watch?v=hqS94SKEWok&list=PLetDIkuAKz74Udq-hB3WkzG0rK-fhwCy3


Ah sim... outra coisa: Pra quem ainda não conhece:
https://casadosnolar.blogspot.com.br/

Nosso blog, na versão mais light. Ideal para esposas e casais iniciantes.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Vexame e prazer!



Certa vez, uma grande amiga virtual me escreveu uma frase interessante: “o macaco líder engravida a fêmea do mais fraco na frente da tribo inteira”. Acho que essa é a perfeita descrição do instinto Cuckold genuíno. Mas, a parte dessa frase que grifo para essa postagem é “na frente da tribo inteira”.
Deixar outro homem possuir sua mulher pode parecer a humilhação máxima que um homem pode ter. Mas será? De acordo com a frase acima, muito pior que ser um corno é ser um corno pra que todo mundo saiba. E daí, veio o meu grifo.
Revisando todas as experiências cuckold que já vivi, preciso fazer uma confissão delicada. Todas as vezes que minha condição de “corno manso” foi exposta a público, eu muito me envergonhei no hora do ocorrido, mas depois, realmente aquela adrenalina toda acaba dando um plus de excitação que marcaram esses momentos como únicos.
Em geral, passar pelo constrangimento público de deixar pessoas ao redor desconhecidas percebam a minha condição de corno manso está intimamente ligado a uma forma mais ousada e inconsequente da minha esposa proceder.
Nessas raras situações em que fui constrangido publicamente, minha esposa apertou o botão do “foda-se” sem me avisar, e fez o que tinha que fazer mesmo que aquilo deixasse claro para quem estivesse por perto, que algo estranho estava acontecendo ali.
Uma vez, eu e minha esposa saímos do carro de um comedor, que fez questão de se despedir com um longo beijo ardente na minha esposa, bem numa praça pública cheia de pessoas pra todos os lados. Detalhe: minha esposa ficou segurando minhas mãos enquanto beijada o comedor... e pra finalizar, saímos de mãos dadas pela praça, logo após terminarem o beijo.
Houve também a inesquecível vez em que minha esposa arrumou um comedor na Vogue. Em geral, as esposas se trancafiam nas cabines com o comedor... transam... e depois cada um vai pro seu lado, de preferência em momentos diferentes, justamente pra que de forma discreta, o casal saia da boate como entrou, com a reputação ilibada.
Só que com a minha esposa não foi bem assim que aconteceu. Não bastasse transar loucamente na cabine da boate, ela resolveu sair junto com o comedor pro saguão, e ficamos os três por longos minutos sentados a mesa bebendo. Pra piorar, terminamos saindo os três juntos ao mesmo tempo da boate, os dois se agarrando e eu pagando as contas pra todos os atendentes saberem da minha situação.
Acha que é pouca coisa? Então, veja essa: pior que ser descoberto por estranhos é ser descoberto por conhecidos. E acreditem, isso também já aconteceu comigo, e causa ainda mais excitação. A história em que um amigo de trabalho acabou percebendo pelo tipo de conversa que tínhamos que eu era corno manso, ficou marcada pra sempre na minha memória, como uma das situações mais excitantes que já vivi.
É incrível como às vezes, uma situação que não envolva sexo pode ser tão excitante ou mais que o próprio ato sexual em si. Esse caso teve exatamente esse tipo de efeito em mim. Ficar sendo coagido por um companheiro de trabalho a ceder a esposa à ele... e no final ainda ter que responder ao chefe sobre o boato de que eu gostava de ceder a mulher... foi o clássico exemplo de adrenalina de ver o que há de mais intimo num casamento vazar para a vida profissional em uma empresa.
Não há como esquecer situações assim. Elas ficam marcadas, pela vergonha , pelo vexame, pelo constrangimento, mas também, pelo tesão que proporciona depois que tudo passa. Ficamos pensando: “O que será que aquele estranho pensou de mim?” Só que no fundo, temos um prazer especial em chocar as pessoas de fora. É delicioso sentir que não somos compreendidos por essas pessoas e que elas realmente devem pensar muito mal da gente.
Não sei explicar esse fenômeno. Mas, parece que a humilhação de ceder a esposa para outro homem é ainda mais excitante quando ela é pública e constrangedora. O que nos faz voltar à brilhante frase de minha amiga virtual: “o macaco líder engravida a fêmea do mais fraco na frente da tribo inteira”. Consegue pensar em algo mais excitante que isso?
Mas vejam que não é porque somos atiçados pela humilhação publica e pelo exibicionismo de nossa condição, que passaremos a praticar o cuckold de forma a não protegermos nosso anonimato e nossas garantias de sigilo. Cruzar esse limite pode ser excitante sim. Mas não queremos viver fora dos limites da privacidade e da discrição.
Temos nossa vida familiar, pessoal, profissional... e claro, pretendemos manter essas vidas bem separadas da nossa vida sexual. Somos diferentes da maioria? Acho que sim. Deixaremos de fazer o que gostamos por conta disso? Claro que não. Mas também, não há necessidade de ficarmos nos expondo para todo mundo, sem que haja proteção do nosso segredo.
Afinal, como é bom ter segredos. Um casal com segredos é um casal cúmplice. Duas pessoas que falam uma mesma língua, que só elas duas entendem. Às vezes um olhar já diz tudo. Nada é mais mágico num casamento do que essa sincronia entre as duas pessoas. Parabéns a todos que construíram uma relação assim.



sexta-feira, 2 de junho de 2017

O beijo Esquimó



Bem pessoal, hoje irei falar de um assunto um pouco controverso. Sabemos que a comunidade Cuckold não é homogênea. São muitas as variações e níveis de profundidade do fetiche. As possibilidades são muitas e hoje vamos falar de uma delas: o chamado “beijo esquimó”.
Para aqueles que ainda não sabem, a comunidade esquimó ficou conhecida pelo estranho hábito de maridos cederem suas esposas aos visitantes de seus iglus (moradia típica daquele povo). Essa cultura garantiu a perpetuação da espécie mesmo em ambientes tão inóspitos, como o pólo norte.
Desse contexto, podemos deduzir que o “beijo esquimó” é aquele beijo típico do marido que cede sua esposa. Numa definição mais técnica, o “beijo esquimó” é efetuado pelo marido como forma de expressar sua aprovação ao ato sexual de sua esposa com outro homem.
Dentre muitas variações, podemos dizer que o “beijo esquimó” mais conhecido é aquele efetuado pelo marido imediatamente após a esposa praticar sexo oral no amante. Dessa forma, a esposa pode transferir o gosto do pau do amante diretamente pelo beijo ao seu marido, como forma dos dois cúmplices passarem pela experiência juntos.
Uma variação mais branda dessa prática é feita por maridos que praticam o chamado “cuckold a distância”, aquele em que muitas vezes o amante nem sabe que o marido é liberal. Ou quando sabe, se encontra com a esposa sem a presença do marido.
Nesses casos, o “beijo esquimó” acontece horas depois, quando a esposa chega em casa após horas de cópula com o amante. Mesmo não havendo o beijo na presença do amante, podemos dizer que a sistemática ainda é a mesma, pois a esposa dá o privilégio ao marido de sentir o gosto do amante em sua boca.
Sem dúvida que essa prática além de excitar demais a todos os envolvidos, aumenta e muito a cumplicidade entre marido e esposa, na medida que fica claro que ambos são “culpados de um mesmo crime” e podem compartilhar essa vivência através de um simples beijo.
Em um nível de profundidade maior, quando há grande cumplicidade com o amante também, podemos citar o “beijo esquimó” feito de forma simultânea ao sexo oral no amante. Nessa modalidade, marido e esposa se beijam ardentemente, com o pau do amante entre as duas bocas. É como se o amante recebesse sexo oral duplo de marido e esposa.
Por fim, temos que citar um dos níveis mais profundos dessa modalidade que é o “beijo esquimó” pós gozo. Nele, o amante ejacula seu sêmen dentro da boca da esposa, que compartilha o material selando um beijo ardente no bom marido, como forma de transferir o sêmen do amante para a boca do marido através do beijo. Humilhante? Degradante? Excitante? Louco? Radical? Talvez um pouco de cada.
Repare que o “beijo esquimó” em qualquer de suas variações muitas vezes não é totalmente aceito, mesmo nas comunidades mais liberais. Alguns enxergam nessa prática uma manifestação de homossexualidade reprimida. Outros podem até achar a ideia excitante, mas apenas pros outros. Fato é que nem todos os praticantes do Cuckolding aceitam o “beijo esquimó”.
Teorias, à parte, vamos falar um pouco sobre nós e nossa prática. Gostamos de todas as modalidades de “beijo esquimó” e já fizemos quase todas. A única que ainda não fizemos foi o “beijo esquimó” pós gozo, que é sem dúvida, a modalidade de mais profundo nível. Não chega a ser descartado pela gente. Mas, só faríamos algo assim com um namorado fixo de longos anos e muita confiança. Algo que ainda não aconteceu.
Já fomos perguntados, certa vez, se o beijo dado na esposa, enquanto o amante a fode é também considerado “beijo esquimó”. Acredito que sim. Em teoria, apesar de não ter o gosto do pau do outro na boca da esposa, esse tipo de beijo não deixa de ser “esquimó” na medida em que consente explicitamente o sexo entre esposa e amante.
Percebo que qualquer manifestação de carinho do marido para com a esposa enquanto ela transa com o amante é capaz de provocar grande excitação em todos. Melhora muito o desempenho do amante, lubrifica a esposa, e deixa muito claro que o casal é totalmente resolvido quanto ao fetiche.
Por fim, dedico esse último parágrafo, pra cumprimentar aos casais que já experimentaram; e aos casais que fantasiam um dia experimentar a modalidade de beijo aqui retratada. Reforço dizendo a vocês pra não se importarem com o que outras pessoas digam ou pensem de vocês. A vida é curta demais pra permitirmos que outras pessoas decidam por nós o que gostamos e o que não gostamos. Um piscar de olhos... e pronto! Quem fez, fez e assunto encerrado. Quem não fez, e deixou de fazer por causa dos outros... só lamento.