domingo, 1 de julho de 2018

As perguntas que não querem calar



Se existe um assunto delicado e muito pouco explorado entre maridos e esposas é a verdade sobre as relações passadas. Falar sobre o que acontecia com o “ex”, em que posição eles transavam, qual a frequência, e outras coisas assim são um clássico tabu entre quase todos os casais.
Mas, esse blog não é destinado a casais comuns, não é mesmo? Saboreando esses páginas se encontra a nata dos casais liberais, em sua vertente mais aberta: os conhecidos casais Cuckold, aqueles que não costumam esconder assuntos debaixo do tapete.
Se existe um traço marcante no típico marido Cuckold é a insaciável curiosidade sobre o ex. Necessitamos saber os detalhes mais picantes e inconfessáveis de nossas esposas sobre as relações sexuais que tiveram em seus antigos relacionamentos.
Mas, nesses assuntos, é sempre bom ter uma certa cautela. Minha avó já dizia: “não pressione ninguém a ter dizer uma verdade que você possivelmente não possa suportar ouvir”. Ninguém aqui quer perder o sono ou a paz sabendo mais do que aguentaria.
Então, se você é iniciante ou ainda não está totalmente convencido de que curte o fetiche Cuckold, talvez esses assuntos devam mesmo ficar engavetados. São as chamadas perguntas que querem calar.
É sempre bom lembrar que nesse caso, não estamos falando de fantasias, ilusões ou exercícios de imaginação, e sim, da verdade sobre fatos realmente ocorridos no passado. Uma vez que esses fatos sejam revelados, não haverá espaço para arrependimentos.
E por isso mesmo, esse tipo de conversa é tão evitada pela maioria das mulheres. Muitas podem tentar responder aquilo que aos olhos dela, não provocariam uma crise de ciúmes. Ou seja, respostas como a do tipo: “Meu ex era fraquinho de cama. A gente quase não transava”. Ou, uma tentativa de escape: “Que conversa é essa? Coisa mais sem graça!”.
Mas, quando o marido mostra claramente que precisa demais saber a verdade, e que não vai ficar ofendido ou inseguro seja qual for a resposta, pode ser que a esposa resolva abrir o verbo. E esse foi o meu caso.
Conversa vai, conversa vem... e assim que minha esposa soube que eu não representava perigo e que não teria uma crise de ciúmes, ela foi confessando e liberando as informações mais sórdidas que eu jamais saberia se fosse um marido ciumento.
A primeira grande verdade que tirei dela foi um choque: ela dava o cuzinho pro ex. Detalhe que isso é algo que ela nunca fez comigo em mais de 10 anos de casamento. Eu perguntei... então toma! Vejam vocês que absurdo...
Mas, a coisa não parou por aí. A frequência com que ela transava era infinitamente maior do que a que ela transa comigo. Sua maior desculpa é que ela era adolescente, e que ele era insaciável. Seja como for, o filho da puta fodeu minha esposa quase todo o dia por anos.
Confesso que quando comecei a perguntar, achava que tudo estaria sob o mais absoluto controle. Mas, é difícil controlar o ciúme quando se descobre o quanto o ex era mais competente que você na relação com sua esposa.
Admito que fiquei ainda mais enciumado ao pensar que aquele miserável comia minha esposa no auge de sua vitalidade, entre sua adolescência e a idade de ouro de 25 anos. As fotos dela desse período me deixam louco, de pau duro, pensando no filho da puta comendo ela, que já era naquela época muito safadinha.
Pensando que fosse aliviar a possibilidade da minha insegurança, minha esposa confessou que às vezes conseguia fugir do apetite do ex. Agora imaginem vocês o que ela fazia pra evitar transar com o safado! Ela masturbava ele, até ele gozar na boquinha dela. E sim, ela engolia tudinho.
Ou seja, a putinha já engoliu mais porra dele do que de qualquer comedor que já tenha saído com a gente. De acordo com ela, era rotina beber a porra dele, pois essa era a única forma dela não transar quando já estava esgotada. Filho da puta sortudo.
Por fim, a facada final: ela me confessou que o ex dela foi o comedor que transava mais gostoso em toda sua vida. Que viviam transando em lugares públicos, na escada do condomínio e que viviam agarrados um no outro.
Não bastasse ter que ouvir isso, ela não quis me situar numa lista de melhores transas. Provavelmente, pra não me humilhar demais. Ela ainda acha que isso poderia me deixar inseguro. Será? Acredito que não. Eu tenho ciúme sim. Mas, sou bastante controlado.
Lembro que quando começamos nossa relação, ela ainda mantinha contato com o desgraçado. Teve uma vez que ele telefonou pra ela, pedindo pra saírem, mesmo ciente de que ela estava numa nova relação.
Na ocasião, minha esposa negou o encontro. E disse que havia começado uma relação séria e que não iria mais querer sair com ele novamente. É claro que no fundo, fiquei frustrado com isso. Teria sido um chifre especialmente saboroso pra minha coleção.
Conhecer os detalhes que tornavam eles tão íntimos de fato é algo que pode ser perturbador. Saber a intensidade de seus beijos, as posições que gostavam, e as histórias de sexo casual praticado na rua e em locais inapropriados, as fantasias que ela vestia para agradá-lo, são algumas das muitas informações que me deixaram contra a parede.
Mas, ao final de tudo, preciso dizer que foi uma experiência libertadora. Meus limites foram testados e eu me senti vitorioso quando posto de frente contra minhas inseguranças. E de quebra, todas essas histórias povoaram minha imaginação em imagens inspiradoras. É incrível como podemos nos sentir traídos, mesmo quando o sexo foi praticado antes de conhecermos nossa mulher. E mais incrível ainda, como tudo isso pode ser excitante.
Depois dessa conversa inebriante e ao mesmo tempo chocante que tive com minha esposa, fiquei pensativo. Imaginem vocês, quantos maridos caretas nunca souberam detalhes sórdidos assim de suas lindas esposinhas.
Garanto que 9 entre cada 10 maridos acreditam mesmo que são os melhores homens que suas esposas já tiveram. E a minha própria esposa, já me confessou que jamais me confessaria essas coisas, se eu fosse careta.
Acho que nós maridos temos uma escolha muito dura: ou tomamos consciência da nossa frouxidão, ou aceitamos ser enganados, e vivemos a ilusão de que somos o macho dos sonhos de nossas esposas. Afinal, quantas esposas poderiam contar assim tão abertamente sobre as experiências que já tiveram antes do casamento?

Agora, meu caro leitor: por um acaso, você já perguntou pra sua esposa como era a transa com o ex dela? Já teve a coragem de deixar ela realmente livre pra falar a verdade? Aliás, você gostaria mesmo de saber essa verdade?


 

terça-feira, 29 de maio de 2018

Por Baixo



Não sei se vocês leitores do blog acompanham o canal da Sra.Cuck no You Tube. Recentemente, ela postou uma mensagem em que anuncia uma pausa no canal, até que tenha novos conteúdos para postar e que o canal atinja uma meta de 3000 inscritos.
Aqui, da mesma forma, pretendo dar uma pausa. Mas, nesse caso será de apenas 1 ou, no máximo, 2 meses, a título de férias mesmo. Não tenho metas, e portanto, terminado o prazo, volto a publicar.
Mas, antes de me desligar por esse tempo, faço questão de deixar ao menos uma postagem em respeito a você leitor que acompanha o blog e que tanto aguarda novas publicações. Terei que tirar da manga um assunto, então peço desculpas pela pouca criatividade e por ser um texto feito às pressas. Mas, vai assim mesmo.
O assunto? Que tal falarmos da lembrança mais humilhantes que já tivemos dentro do fetiche Cuckold? Sei que não é muito criativo, mas nem por isso, deixa de ser interessante, quando revelado os tais detalhes sórdidos.
Então, vejamos: seja sincero nos comentários: qual foi a sua vivência mais humilhante desde que se descobriu um corno manso assumido? Ser chamado pela própria esposa de “corno” é algo que nos leva a adrenalina a mil, não é? Ainda me lembro da minha primeira vez.
Tenho certeza que pra muitos, a sensação top foi o dia em que levaram o primeiro chifre, mesmo quando não estavam presentes. Ou ainda, no dia que souberam do chifre, mesmo quando ainda nem sequer conheciam o fetiche. Essa foi realmente Hardcore (ao menos pra mim).
Seja qual for a sua grande lembrança, espero poder desfrutar nos comentários. E pra ser justo, vou falar um pouco mais da minha. Pra quem conhece o fetiche Cuckold e entende o prazer de estar por baixo, vai se colocar no meu lugar e vai possivelmente entender o quão humilhado um corno como eu, pode chegar a ser.
Eu sei que já falei dessa experiência em outra postagem, mas, sem dúvida vale à pena dedicar uma postagem a mais pra tentar explicar melhor a sensação que tive. Não nego que essa recordação é pra mim, uma grande medalha de ouro, como um orgulho pessoal por ter realizado o fetiche nesse nível de profundidade.
Acompanhe minha linha de raciocínio: ser humilhado perante sua própria mulher é algo pra lá de humilhante. Deixar que ela saiba que você quer ser passado pra trás, sem dúvida que te coloca numa posição degradante.
Por outro lado, deixar que o comedor (um homem fora da sua relação) saiba disso, pode ser um nível além de adrenalina. Ou ainda pior, que algum conhecido da vida pessoal descubra tudo a seu respeito, ou até coma sua esposa... é realmente drástico, como cair de para-quedas.
Mas, o pior mesmo que já fiz, foi deixar claro pra uma mulher lindíssima, uma espetáculo de mulher, que eu não estava ali pra trocar de casal, mas tão somente pra assistir seu marido foder as duas esposas. Confesso: a sensação foi indescritível. 
A cara de deboche com que a esposinha do outro, super gata, me olhava, com risos, e muito orgulho do seu próprio macho, era a humilhação mais radical que já passei. Seu marido, um macho imponente, mais forte, mais másculo, mais macho... não havia como negar pelos próprios atributos físicos.
Seu pau era enorme, suas mãos fortes e grandes, seu ímpeto era claro... queria foder ao máximo as duas gatas. E eu... fiquei literalmente babando e chupando o dedo. Aliás, foi bem pior que isso. Vou tentar me explicar.
Em determinado momento, após foder muito a minha esposa na minha frente e de sua linda esposinha loira, o troglodita safado foi pra cima da sua loira, e exigiu que eu ficasse em baixo da foda pra ver bem de pertinho sua pica entrando e saindo.
Foi nessa hora, que toda sua imponência pôde ser vislumbrada nos mínimos detalhes. Na frente das duas lindas mulheres, o safado metia com força na sua loirinha, e tirava gemidos dela, como se mostrasse pra mim, o que eu devia ter feito se eu fosse macho de verdade.
Os três fizeram beijo triplo, as duas beldades caíram de boca juntos naquele mastro vigoroso, tirando urros de prazer daquele macho dominador. Vez ou outra a xoxota da loirinha passava bem na minha cara, me deixando atordoado e cada vez mais humilhado, sem poder fazer nada além de assistir o prazer do outro com aquelas lindas mulheres.
Até que ele ordenou e eu me encaixei por baixo da foda deles. Fiquei pasmo vendo aquele pau grosso, áspero, super endurecido, cheio de baba, entrando com vigor na xoxota lisinha, clarinha e delicada daquela linda e deliciosa loirinha. Fiquei por baixo apreciando a visão, ouvindo aqueles gemidinhos deliciosos, e sentindo o vem e vai com a minha cabeça naquela posição privilegiada.
E, pra não me deixar chupando apenas dedo, em determinado momento, o filho da puta, me ordenou que eu lambesse o pau e as bolas dele enquanto ele metia com força na esposinha sem camisinha... e puxava seu cabelo de quatro.
Enquanto eu lambia o pau dele, ele metia com força nela, até que em determinado momento, ele tirou o pau de dentro dela, e enfiou ele inteiro na minha boca. Senti a baba escorrendo pelo canto, e mesmo muito humilhado, lambi tudinho com gosto e vontade. Até hoje, não sei se a esposa dele soube que ele fez isso comigo. Mas, desconfio que ela soube.
Naquele dia, na saída do motel, as duas lindas mulheres, saíram arrumadas, cheirosas e muito satisfeitas de tanto gozar e gemer, com suas xoxotas arrombadas de tanto levar vara do macho alfa.
Já o safado saiu com o pau ardido de tanto foder, e todo lambuzado de mulher. E eu? Estava com o bolso mais vazio por pagar a conta do motel, e a boca toda lambuzada de pau, com pentelhos saindo pelos cantos da boca, sem ter comido nenhuma das beldades, nem mesmo a minha própria esposa, que não quis nem papo comigo depois de ter sido feita mulher.
Na despedida, mais um risinho safado da loira que se despediu acenando pra mim, como quem dizia: “ – Já que você é trouxa mesmo... ficou sem comer... e ainda levou pau!”. Deixar de comer uma mulher naquele nível... para em vez disso, experimentar levar pau na boca, foi sem dúvida o meu momento mais “corno manso” que já vivi na minha vida.
Fico imaginando o que aquela linda mulher pensou de mim. Com certeza foi a única vez na vida dela que ela foi ao motel com um homem estranho e não deu pra ele. Um vexame na frente de uma linda mulher. Aceitar publicamente pros outros três envolvidos que eu prefiro ficar por baixo humilhado a comer lindas mulheres.
Bem verdade que tudo havia sido previamente acertado em conversas pela internet e ao vivo. O safado havia deixado claro que eu não poderia comer a mulher dele. E eu, o corno mais manso que eu conheço, aceitei viver aquela situação pra lá de absurda.
Lembro que ele disse antes do encontro que eu só poderia fazer sexo com a boca. E ele com o pau. E a mulher dele já foi  pro encontro sob a condição de que eu não tocaria nela. Ou seja, era pra ser como foi. Cumpri direitinho o acordo e não passei dos meus limites. Fui até elogiado pela linda loira após o encontro, dizendo que fui bastante respeitador das regras. Enfim, fui o que sempre fui.
Pra finalizar, vem a confissão mais sórdida: toda essa situação poderia ter sido ainda muito pior, se eu tivesse engolido porra do macho na frente das esposas. Ou ainda mais degradante: se eu tivesse sido enrabado pela esposinha loirinha na frente de todos, com uma cinta ou levando dedinho mesmo.
Já pensaram como teria sido humilhante? Além de ceder a esposa pro outro, em vez de comer a esposa dele, levar dedinho no cu, com ela me dizendo: “você não nasceu pra comer, mas sim pra ser comido.” Sim... o fundo do poço sempre pode ser ainda mais fundo.
Agora, conte você: qual foi a situação mais humilhante que você já passou na vida? Aquele em que você ficou literalmente ou não por baixo?

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O homem que sabia de menos



Olá, pessoal, lamento o atraso na postagem. A vida tem sido muito corrida. E por isso mesmo esse texto será publicado assim mesmo... de improviso e sem revisão ou correção gramatical. Lamento não poder dedicar tanto tempo ao blog quanto gostaria.
Dentre muitas histórias que tenho pra contar, certamente que a história desse post é uma das que mais me excita em mais de vinte anos de carreira Cuckold, e três relações diferentes, das quais, duas fui noivo, e todas levei chifres.
Tudo aconteceu há cerca de um pouco mais de 10 anos. Eu devia estar há poucos meses de namoro com minha esposa atual (a sra.Cuck), e já iniciávamos nossa relação de cumplicidade onde ela e eu nos sentíamos livres pra falar abertamente das relações anteriores.
Percebendo que eu era mente muito aberta, a sra.Cuck não evitou comentar o tipo de relação que ela havia tido com o “Fábio” (vamos colocar esse nome pra efeito de sigilo). Não estou falando do ex dela, que por sinal tem também muitas histórias interessantes. Mas sim, do “carinha lindo” que andou pegando ela algumas vezes, mesmo ela estando namorando firme o ex.
Bem, não sei se fui claro no parágrafo anterior. Então, vamos tentar explicar melhor. A sra.Cuck, antes de me conhecer tinha um namorado de longos anos, que vamos chamar de “Luís” (também pra fins de sigilo). Apesar de muito ciumento, o que o Luis nunca soube, até hoje, é que ele levou alguns chifres do tal do Fábio.
Nem preciso contar como foi ouvir da boca da minha própria mulher uma confissão de que já havia traído o ex, sem o consentimento dele. Fiquei louco de tesão na mesma hora, querendo ouvir cada detalhe sórdido daquela história. Então, ela me contou.
A sra.Cuck quando era muito novinha e adolescente, já namorava o tal do Luís. E mesmo assim, o Fábio, amigo de família, chegou perto dela um dia, e na cara dura, elogiou “os peitinhos lindos e durinhos” da minha futura esposa.
Não preciso dizer que a sra.Cuck ficou toda arrepiada com o elogio, ainda mais vindo do Fábio, o garanhão da rua onde ela morava. Fábio era aquele menino que todas as mulheres das redondezas caiam na lábia dele. Bonito, forte, olhos claros e o golpe mortal: extremamente safado e cara de pau.
Pois bem, o safado do Fábio não se intimidou em assediar a sra.Cuck, mesmo sabendo que ela namorava firme o Luís, homem possessivo, ciumento ao extremo, chegando a ser violento algumas vezes. Pra vocês terem uma ideia, Luis brigava feio com a sra.Cuck se ela vestisse uma simples roupa de normalista, quando ela era normalista.
Uma vez a sós no condomínio, Fábio chegou junto na encolha e mandou o elogio descabido pra sra. Cuck, que naturalmente ficou com suas defesas enfraquecidas. Ela não conseguia sequer mostrar indignação, pois no fundo, ela vivia morrendo de tesão pelo garanhão do bairro. Garanhão é garanhão, não dá pra brigar contra as forças da natureza.
Diante da inércia da jovenzinha, claro que o safado do Fábio não parou por ai... foi investido mais e mais... não encontrando a resistência que deveria e que se esperava de uma mulher comprometida...o que antes eram elogios foram virando passadas de mão, beijos e amassos.
Lógico que acabou chegando o dia em que a sra.Cuck já não se agüentando mais de vontade de trair o namorado, acabou se rendendo e combinando um encontro. Ela esperou um dia em que os pais não estavam em casa, e que o Luis precisava estar longe, e combinou com o Fábio que apareceu prontamente disposto a pegar a sra.Cuck na sala da casa dos pais dela.
Conta a sra.Cuck que ficou ainda mais louca pelo Fábio depois daquela foda maravilhosa na sala. Ele pôs ela de quatro sobre o sofá da sala e o clima de mulher proibida... atiçou ainda mais o clima. Quer afrodisíaco maior do que o cheirinho de infidelidade?
Aquela mesma noite, a sra.Cuck recebia o namorado na maior cara de pau, na mesma sala, para verem televisão juntos. Como se nada tivesse acontecido. E o “corno sem saber” do Luis, ainda beijou aquela boca que horas antes chupava o pau do garanhão do bairro.
O detalhe é que Fábio e Luis se conheciam. O bairro era pequeno, e os dois se odiavam. Diz a sra.Cuck, que o Luis era tão ciumento, que morria de raiva do Fábio sem motivo, ou porque sentia no ar, um cheiro de ameaça. Coisa de macho. Não sei o que é isso.
Fato é que o Luis costumava criar briga sem motivo só porque o Fábio estava numa festa ou porque ele havia passado perto. Enfim, a sra.Cuck jura não dar na pista que tinha tesão nele. Mas, era de se esperar que um namorado ciumento se sentisse ameaçado pelo alfa maior do bairro.
Mas tudo isso, foi apenas uma introdução pra chegar na segunda geração de chifres, a qual eu me orgulho de ter participado. Muitos anos depois desse caso de adolescência, que não deve ter rendido mais do que 3 ou 4 fodas, todas deliciosas, enfeitando a testa do Luis, que nunca soube...eis que eu apareço na vida da sra.Cuck.
Começamos a namorar firme, ela me contou a importância que teve esse passado de traição. E eu, como bom corno manso, adorei da história. O que eu não imaginava era que pouquíssimo tempo depois, quando já estava noivo da sra.Cuck, eu iria me deparar pessoalmente com o tal Fábio garanhão do bairro.
Eu e a sra.Cuck estávamos numa festa nas proximidades, quando o Fábio se aproximou, e veio nos cumprimentar pelo recém noivado. O filho da puta veio sorridente, apertou a minha mão, sentou do meu lado, puxou conversa... e tentou ser super simpático comigo.
               A família da minha esposa, que sabia do caso dela com o safado, ficou de cabelo em pé, achando que poderia dar alguma merda. Mas, eu fiz que nada sabia do antigo caso deles, e minha esposa sonsa como é... mais ainda.
               Fábio conversou, desconversou... soltou um belo sorriso, e antes de sair, caprichou no abraço na minha recém noiva, que causou calafrios na família toda, em especial na minha sogra que conhecia bem a fama daquele traíra. Após um bom aperto no corpinho da minha noiva, o desgraçado saiu e a sra.Cuck me falou suspirante: “Viu? É ele! O Fábio”. 
 Ficava claro pra mim, que o tesão dela ainda existia. E pior, o dele também. O filho da puta queria comer a minha noiva. Ela era a bola da vez nas metas daquele comedor profissional do bairro. Isso era claro pra quem quisesse ver na festa.
Alguns meses depois, a sra.Cuck me confidenciou que havia sido novamente assediada por ele nos corredores do condomínio. Que ele havia dito que queria reencontrá-la, e que eles se beijaram e ele passou a mão nela todinha.
Ouvi isso pelo telefone e claro que estremeci... quase me gozei todo na hora. Depois, pessoalmente, logo após um belo sexo que tive com minha noiva, ela resolveu abrir o jogo comigo, e pediu:”-Já que estamos nessa de mundo liberal, o que você achava da ideia de sair com o Fábio?”
Eu gelei, porque apesar do tesão enorme que eu sentia com a situação, ainda precisava considerar que ele era uma figura conhecida, num bairro pequeno, e que se vazasse de alguma forma que eu sabia do chifre e consenti, minha imagem de bom marido estaria destruída definitivamente para toda a família da minha esposa.
Confesso que nunca fiquei tão atraído e ao mesmo tempo receoso diante de uma proposta de chifre como aquela. Refleti e cheguei a um acordo: que ela saísse com ele, mas que não contasse pra ele que eu autorizei. Ou seja, pra todos os efeitos, seria uma autêntica traição por parte dela. Ou seja, uma repetição do que aconteceu no noivado anterior.
Ela topou na hora, e não hesitou em telefonar pra ele e combinar o encontro. Foi muito cruel. Minha esposa dirigia e o tal Fábio não. Ou seja, minha esposa foi buscar o Fábio num ponto de encontro, pra levar ele pro motel. Que absurda inversão de valores.
Imagina, minha noiva indo atrás do safado, e levando ele de carona pro motel. Não preciso dizer que o safado se aproveitou de todas as formas da minha então noivinha. Comeu muito ela, poucos meses antes do casamento.
Acho até hoje que ele tinha esse fetiche de foder a noiva antes do marido. Sei lá. Não foi o caso, mas convenhamos que uma noiva é algo bem sagrado e safado de se comer, quando não é a sua.
Mas, o absurdo dessa história não acabou por aí. Casamos, e minha esposa sempre que podia falava no tal garanhão, de como ele era gostoso e tal... e que queria ver se encontrava ele novamente.
Até que pouco tempo após estarmos casados, o desgraçado apareceu novamente nas redondezas e foi atrás da minha esposa. Nem preciso dizer qual foi o resultado. Ela me telefonou novamente, me pedindo autorização pra transar com ele mais uma vez.
Fiquei louco de tesão. Agora ela não era mais noivinha, e sim esposinha, recém casada, já tendo passado pela cerimônia, vestido branco, jurado fidelidade frente ao padre... com direito a todas essas baboseiras que as mães católicas adoram.
Pois é... já havia experimentado levar chifre do Fábio no noivado, era chegada a hora de experimentar levar chifre dele como recém casado. Dito e feito. Foi uma nova foda deliciosa que ele fez nela, que ela sempre relembra com saudade.
Depois dessas duas fodas, nossas vidas afastaram ele da minha esposa. Fomos morar longe e isso dificultou a continuidade do caso. Infelizmente, porque minha esposa iria adorar. Até hoje ela não disfarça o quanto gosta dele.
Mas, de qualquer forma, se houvesse um Guinness de Cuckold, talvez ele figurasse por lá, como o único canalha que comeu a mesma mulher, chifrando dois noivos diferentes. Ou talvez a minha esposa merecesse também uma referência, como a mulher que traiu dois noivos em momentos diferentes. Bem, cá entre nós, eu também deveria estar no livro, como único homem que levou chifre de três mulheres diferentes. Pensando bem... vamos esquecer essa história do Guinness. Tem gente demais entrando na lista.
Pois é pessoal, espero que tenham gostado desse relato real, que até hoje é motivo de muitas punhetas minhas. Confesso que só de pensar na minha noivinha levando vara de um antigo “peguete”, conhecido da família dela, e que me cumprimentou e apertou a minha mão como se fosse um grande amigo, na maior cara de pau, só pra marcar território e me chifrar meses antes de casarmos... meu pau endurece de novo e tenho que correr pra me masturbar. Ainda mais quando penso que ele fez tudo o que fez... sem saber que não era traição, mas sim um fetiche louco chamado Cuckold.