quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Festinha com a mulher do outro




Certa vez, um conhecido virtual de longa data me escreveu dizendo que o amante de sua mulher havia levado ela pra fazer Swing com outro casal e que ele tinha ficado em casa e com ciúmes.
Confesso que na ocasião, apesar de excitante, achei aquela história um tanto radical. Deixar a mulher sair sozinha? Ainda mais pra praticar Swing com outro homem que não o marido? Tudo parecia extrapolar os meus limites. Já que tudo já estava acertado, recomendei ao conhecido que aprendesse a controlar o ciúme, e que fosse adiante em sua fantasia, pois era o que o deixava feliz.
Anos se passaram, e tive a oportunidade de viver situação semelhante. O amante pôde levar minha esposa para uma boate Swing, onde eles fizeram troca de casal, enquanto eu ficava em casa, me remoendo de curiosidade, ciúme, e principalmente tesão.
Apesar do que possa parecer, no final a experiência foi muito positiva. Superei meu ciúme e vivi um estado de êxtase e completa cumplicidade com a minha esposa. A vivencia de ceder a esposa sem estar presente, e ainda permitindo que outro desfrute ela com o propósito de transar com outras mulheres, deixava ainda mais evidente a tendência que tenho de sentir prazer na humilhação e na submissão.
A adrenalina de me sentir impotente diante do grande prazer de outro homem com a minha esposa é uma sensação única. Delego a minha obrigação moral de homem para aquele que vai  efetivamente satisfazer minha esposa como mulher.
Esse tipo de proposta me permitiu escutar falas inusitadas tais como a do comedor: “Vou adorar fazer uma festinha com a sua mulher”; e da minha própria esposa: “Ele vai fazer comigo aquilo que você devia fazer se não fosse corno: trocar de casal  pra pegar a mulher de outro. Mas como você é corno... fica em casa mesmo, se masturbando”.
E de fato foi o que fiz. O meu papel era perturbador, desafiador, mas ao mesmo tempo extremamente excitante. Aceitar minha condição de homem que fica em casa pra mulher curtir na rua...mexeu demais com a minha cabeça. Em todos os sentidos, é claro. Dava pra perceber o chifre despontando na minha testa.
Pra piorar o tamanho da galhada que levei, minha esposa terminou aquela noite na casa do comedor, dormindo de conchinha, só de calcinha. Só voltou no outro dia, bem usadinha pra minha euforia.
Hoje em dia, gostaria sim de reviver uma história como aquela. Adoraria ceder minha esposa pra um amante certo, que soubesse fazer uso da situação pra trocar de casal, na minha frente e também pelas costas. Ficar em casa, pode parecer algo absurdo demais pra maioria dos leitores. Mas, confesso que tenho um tremendo fetiche nisso.
A dificuldade é sempre a mesma: encontrar o tal amante certo, já que a minha esposa tem a mesma vontade que eu, mas é extremamente seletiva. Não preciso convencê-la de nada. Ela por si mesma deseja ter essas vivências. E isso por si só, mesmo não rolando absolutamente nada, já é bem excitante.
Podemos ficar meses sem ter nenhuma experiência nova, e ainda assim, nossas transas serão repletas de aventuras, falar provocativas, xingamentos deliciosos, recordações intensas... tudo o que uma boa transa pede. Parece que o fetiche Cuckold, mesmo quando inativo, é capaz de temperar o sexo de qualquer casal.
Entretanto, a procura pelo amante certo esbarra em várias questões. A começar pela distância entre onde moramos e onde o comedor mora, e a terminar pela disponibilidade de tempo de cada um. A grande maioria dos candidatos é casado, não pode sair à noite ou finais de semana, e reside em locais distantes, sem que haja condições do candidato vir até nós.
É incrível perceber que os entraves mais difíceis para se praticar o Cuckold já foram há muito superados (tais como a coragem inicial para assumir o que se gosta, ou o convencimento da esposa a aderir ao estilo de vida..) e mesmo assim, por motivos aparentemente banais, temos dificuldade considerável de seguir adiante.
Bem, é isso. Seguimos com nossa procura, com a mesma paciências desses últimos anos, na expectativa de um dia finalmente termos um amante fixo. Você leitor pode estar certo de que assim que conseguirmos estabelecer uma tríade estável, plena e satisfatória, iremos povoar nosso blog com muitas das nossas futuras experiências.
Um grande abraço a todos.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

"Amor, toma mais uma dose!"



Pessoal, peço desculpas por não estar conseguindo atualizar o blog como deveria. Fato é que a correria da vida tem me tirado o tempo que tinha para escrever. E como vocês sabem, sem tempo, a inspiração também não vem. Mas, vamos ao breve e corrido relato de hoje.
É muito bom ter uma esposa cachorra. Só quem tem pode saber. Uma esposa assim sabe bem o que um marido precisa na hora do chifre. Ela propõe, sem nenhuma vergonha, que o marido se embebede e fique mais relaxado pra aceitar melhor o chifre que está por vir. 
              "Amor, toma mais uma dose! Fica lá no cantinho. Você vai precisar!" O prazer de se entorpecer com uma bebida, e apreciar sem nenhuma tensão o deslize do amante pra dentro da nossa delicada mulher é indescritível. A bebida na cabeça parece que sobe, e o chifre chega mais redondo.
Os gemidos bem femininos da minha esposa quando está levando vara do comedor são o som perfeito para ser ouvido ao lado de uma boa garrafa de bebida. Parece que a combinação bebida, tesão e macho pegando a minha esposa harmonizam de forma perfeita.
De alguma forma, parece que a bebida faz com o que a visão de outro homem fodendo a mulher da nossa vida fique mais suave.  Os medos, os preconceitos, cedem mais facilmente ao prazer e a aceitação.
Perceber que a minha esposa tem mais prazer com outro homem do que comigo é algo que traz prazer e humilhação em alto teor. Nessas horas, a bebida parece atenuar a humilhação e potencializar o prazer, de forma que eu acabo me transformando num torcedor.
Passo a me flagrar torcendo para que o comedor a faça gozar várias e várias vezes. Deixo a bebida dissolver a própria imagem que tenho de mim, como homem que deve suprir as necessidades de minha esposa, e me transformo nesse cara viciado na adrenalina de ver a mulher da minha vida gozando como nunca.
Pra minha esposa não é diferente. Ter um marido entorpecido pela bebida certamente deve ser algo libertador. Ela pode se soltar mais, falar mais abertamente o que sente e gemer sem receio de recriminação.
Ter um marido liberal é muito bom. Ter um marido corno manso é melhor. Agora, ter um marido corno manso que bebe na hora da transa... aí sim... é perfeito. Ela pode se soltar, pois sabe que seu marido está presente como testemunha, mas não por inteiro. Apenas o lado mais animal do marido é que fica de pé pra assistir. O social já desceu goela a baixo logo após a terceira dose.
Essa é a minha recomendação de hoje, aos maridos que são iniciantes; aos que tem dúvidas se devem ou não liberar a esposa e até mesmo para algumas esposas que precisam se soltar ou terem seus maridos mais amansados. 
A combinação bebida, mulher bonita e safada e macho com pegada parece que vem dos nossos ancestrais. Precisamos dar seguimento a essa tradição, na sua melhor versão: o Cuckold com bebida. 
3 doses de um bom wisky, de preferência em jejum, e pronto... o casamento de vocês será outro. Estará num lugar muito diferente do habitual. Experimentem e depois me falem o resultado. Grande abraço.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Engole ou Cospe?



Certa vez, num reality show desses da vida, um rapaz e uma moça brincavam eroticamente de verdade ou consequência. Durante a sequência de perguntas insinuantes, em certo momento o rapaz se excedeu e perguntou à moça em poucas e sugestivas palavras:”Engole ou cospe?”
Naquele momento, até eu que estava do outro lado da tela fiquei constrangido. E óbvio que a moça acabou escolhendo a consequência, que não vem ao caso, mas também foi pra lá de erótica.
Fato é que, de todo esse episódio, aquela pergunta sacana ficou martelando em minha cabeça. E isso foi o suficiente pra me inspirar a escrever essa postagem.
Excluindo os casais que não praticam sexo oral em seus amantes, e aqueles que praticam, mas não permitem o gozo dentro da boca, todos os demais já se depararam com essa questão. O que fazer com o gozo do amante, quando posto na boca da mulher que se ama?
De todas as dúvidas comuns de se ter no mundo liberal, talvez essa seja uma das que mais reflete o nível com que um casal deseja experimentar a intimidade do comedor. O seu sabor, a sua essência.
O sexo oral, quando não se utiliza preservativo, costuma ser um dos contatos mais íntimos que uma esposa possa praticar em seu amante. Isso porque normalmente, o sexo vaginal é feito com preservativo. Logo, sexo oral sem preservativo importa num raro contato do pênis com o interior do corpo da esposa, seus líquidos, seus sabores.
É muito comum que amantes não adaptados ao uso do preservativo até prefiram receber sexo oral ao sexo vaginal, como forma de facilitar a ereção e de sentir de verdade a penetração na esposa.
Entretanto, a discussão não se encerra num simples ato de felação feminina. O gozo do amante, quando permitido que seja realizado na boca da esposa enseja mais uma dúvida cotidiana na vida do casal.
A opção por cuspir o gozo é a mais comum, vinda de casais em que a esposa não se sinta a vontade para engolir, ou que o casal haja decidido não se permitir avançar a um nível de entrega extrema.
Casais que buscam intimidade, relações fixas, namoro, costumam estar mais aptos ao nível de entrega máximo do sexo oral, qual seja, engolir o gozo do amante. Essa prática certamente expressa aos envolvidos um nível de seriedade e engajamento maior entre o casal e o comedor.
O sentimento de entrega da esposa advindo do ato de receber o sêmen do amante na boca é agravado exponencialmente quando esse ato não é consentido ao marido. Ou seja, a esposa se acostuma a beber o gozo do amante, e a rejeitar a do marido.
A primeira vez que tive a oportunidade de presenciar minha esposa transando com outro homem, fui envolvido de tal forma na excitação da transa, que me esqueci completamente que haveria um momento para o sexo oral da minha esposa praticada no comedor.
Fiquei pasmo quando minha esposa começou a lamber o pau daquele homem. Não era algo que eu tivesse idealizado e muito menos planejado. Na verdade, nem havia me passado pela cabeça. A voracidade com que ela lambia o pau dele, me causou um desconforto leve e inesperado, que se acentuou quando ela veio me beijar com toda aquela “essência de pau” emanada de sua boca na direção da minha.
Sem jeito de negar o beijo e sem ter tido qualquer previsão de que tudo aquilo ocorreria, não tive escolha se não retribuir o beijo e permitir que todo aquele gosto fosse pra minha boca. Ainda assim, estava tão excitado e ansioso por todo o mais que estava por acontecer, que aquele pequeno momento de desconforto fora logo suprimido por visões inesquecíveis de um primeiro chifre muito bem posto.
A natureza é realmente incrível, pois o tal “gosto de pau”, que para grande parte dos homens é repugnante, para as mulheres (como no caso da minha esposa) é extremamente excitante e desejável. Parece que as mulheres gostam de cheiro de macho concentrado.
Contudo, o tempo passou. Posso dizer que não sou mais aquele jovem inexperiente, despreparado e sem ideia do que poderia acontecer durante a prática Cuckold. Tive tempo pra amadurecer minhas fantasias, e uma delas é sem dúvida, ver minha esposa engolir o gozo do amante.
Hoje, não me incomoda mais aquele sabor de macho que fica na boquinha delicada de minha esposa. E por que não dizer da minha também? Pelo contrário, me excita muito e me faz me sentir ainda mais submisso diante de um homem verdadeiramente dominador.
Mesmo com a minha aprovação, o fato é que poucas vezes a minha esposa engoliu o gozo do amante. É algo que ela só faz quando realmente está engajada a ter uma relação mais sólida e fixa com o comedor.
O sentimento de entrega e submissão é enorme. Ainda mais se considerado que minha esposa pratica muito pouco sexo oral em mim, e nunca engoliu meu gozo. Tudo isso, torna esse ato ainda mais abusivo e humilhante, o que certamente me conduz a um estado de completa excitação.
Para minha esposa, independente se vai engolir ou cuspir, o simples ato de receber o gozo na boca, é algo sim, raro e precisa ser muito bem filtrado para não virar um gesto banal e promíscuo.
A maioria das mulheres pratica sexo oral nos homens apenas como moeda de troca para obter alguma vantagem na relação ou até mesmo no sexo. De forma contrária, pra minha esposa, o chamado “boquete” é fundamental. É algo que ela faz com gosto, sem pedir nada em troca para o amante. Eu brinco dizendo a ela: “Você realmente gosta de pau”. 
Estive por vezes em situações que solicitei muito que minha esposa não fizesse sexo oral no comedor, mas ela não se conteve. Para ela, sentir o sabor do outro homem é um de seus maiores fetiches. E como eu confesso que não tenho pulso firme com ela... no final, ela faz, apronta... e eu acabo simplesmente tendo de aceitar.
De qualquer sorte, acredito que muitos maridos cornos algum dia acabem se deparando com a  dúvida: deixar ela engolir, ou frisar que é pra cuspir? O gozo na boca é um dos fetiches mais desejados pela maioria dos comedores, que certamente pressionam os casais Cuckold a satisfazerem esse capricho.
A partir daí, o que a esposa fará com o gozo, passa a ser um decisão íntima do casal, que não mais sofre influência do comedor, já satisfeito por ter gozado a onde não podia.
Uma vez que a esposa engula o gozo do amante, de alguma forma, parece que o casal aceita a presença biológica durável a médio prazo no cotidiano do casal. O esperma engolido leva algum tempo para ser digerido, e acompanhará o casal, mesmo depois que o comedor já tiver ido pra casa. Que belo souvenir o casal resolveu guardar da experiência que teve!
Pessoal, é isso que temos por hoje. Desejo que todos vocês um dia, experimentem permitir que suas esposas engulam. E quem sabe até, vocês dividam com ela parte do gozo, num beijo esquimó, conforme postagem anterior. 
Que o esperma dos machos alfa povoem a linda boquinha de suas esposas. Um grande abraço desse grande fã do fetiche.