terça-feira, 29 de maio de 2018

Por Baixo



Não sei se vocês leitores do blog acompanham o canal da Sra.Cuck no You Tube. Recentemente, ela postou uma mensagem em que anuncia uma pausa no canal, até que tenha novos conteúdos para postar e que o canal atinja uma meta de 3000 inscritos.
Aqui, da mesma forma, pretendo dar uma pausa. Mas, nesse caso será de apenas 1 ou, no máximo, 2 meses, a título de férias mesmo. Não tenho metas, e portanto, terminado o prazo, volto a publicar.
Mas, antes de me desligar por esse tempo, faço questão de deixar ao menos uma postagem em respeito a você leitor que acompanha o blog e que tanto aguarda novas publicações. Terei que tirar da manga um assunto, então peço desculpas pela pouca criatividade e por ser um texto feito às pressas. Mas, vai assim mesmo.
O assunto? Que tal falarmos da lembrança mais humilhantes que já tivemos dentro do fetiche Cuckold? Sei que não é muito criativo, mas nem por isso, deixa de ser interessante, quando revelado os tais detalhes sórdidos.
Então, vejamos: seja sincero nos comentários: qual foi a sua vivência mais humilhante desde que se descobriu um corno manso assumido? Ser chamado pela própria esposa de “corno” é algo que nos leva a adrenalina a mil, não é? Ainda me lembro da minha primeira vez.
Tenho certeza que pra muitos, a sensação top foi o dia em que levaram o primeiro chifre, mesmo quando não estavam presentes. Ou ainda, no dia que souberam do chifre, mesmo quando ainda nem sequer conheciam o fetiche. Essa foi realmente Hardcore (ao menos pra mim).
Seja qual for a sua grande lembrança, espero poder desfrutar nos comentários. E pra ser justo, vou falar um pouco mais da minha. Pra quem conhece o fetiche Cuckold e entende o prazer de estar por baixo, vai se colocar no meu lugar e vai possivelmente entender o quão humilhado um corno como eu, pode chegar a ser.
Eu sei que já falei dessa experiência em outra postagem, mas, sem dúvida vale à pena dedicar uma postagem a mais pra tentar explicar melhor a sensação que tive. Não nego que essa recordação é pra mim, uma grande medalha de ouro, como um orgulho pessoal por ter realizado o fetiche nesse nível de profundidade.
Acompanhe minha linha de raciocínio: ser humilhado perante sua própria mulher é algo pra lá de humilhante. Deixar que ela saiba que você quer ser passado pra trás, sem dúvida que te coloca numa posição degradante.
Por outro lado, deixar que o comedor (um homem fora da sua relação) saiba disso, pode ser um nível além de adrenalina. Ou ainda pior, que algum conhecido da vida pessoal descubra tudo a seu respeito, ou até coma sua esposa... é realmente drástico, como cair de para-quedas.
Mas, o pior mesmo que já fiz, foi deixar claro pra uma mulher lindíssima, uma espetáculo de mulher, que eu não estava ali pra trocar de casal, mas tão somente pra assistir seu marido foder as duas esposas. Confesso: a sensação foi indescritível. 
A cara de deboche com que a esposinha do outro, super gata, me olhava, com risos, e muito orgulho do seu próprio macho, era a humilhação mais radical que já passei. Seu marido, um macho imponente, mais forte, mais másculo, mais macho... não havia como negar pelos próprios atributos físicos.
Seu pau era enorme, suas mãos fortes e grandes, seu ímpeto era claro... queria foder ao máximo as duas gatas. E eu... fiquei literalmente babando e chupando o dedo. Aliás, foi bem pior que isso. Vou tentar me explicar.
Em determinado momento, após foder muito a minha esposa na minha frente e de sua linda esposinha loira, o troglodita safado foi pra cima da sua loira, e exigiu que eu ficasse em baixo da foda pra ver bem de pertinho sua pica entrando e saindo.
Foi nessa hora, que toda sua imponência pôde ser vislumbrada nos mínimos detalhes. Na frente das duas lindas mulheres, o safado metia com força na sua loirinha, e tirava gemidos dela, como se mostrasse pra mim, o que eu devia ter feito se eu fosse macho de verdade.
Os três fizeram beijo triplo, as duas beldades caíram de boca juntos naquele mastro vigoroso, tirando urros de prazer daquele macho dominador. Vez ou outra a xoxota da loirinha passava bem na minha cara, me deixando atordoado e cada vez mais humilhado, sem poder fazer nada além de assistir o prazer do outro com aquelas lindas mulheres.
Até que ele ordenou e eu me encaixei por baixo da foda deles. Fiquei pasmo vendo aquele pau grosso, áspero, super endurecido, cheio de baba, entrando com vigor na xoxota lisinha, clarinha e delicada daquela linda e deliciosa loirinha. Fiquei por baixo apreciando a visão, ouvindo aqueles gemidinhos deliciosos, e sentindo o vem e vai com a minha cabeça naquela posição privilegiada.
E, pra não me deixar chupando apenas dedo, em determinado momento, o filho da puta, me ordenou que eu lambesse o pau e as bolas dele enquanto ele metia com força na esposinha sem camisinha... e puxava seu cabelo de quatro.
Enquanto eu lambia o pau dele, ele metia com força nela, até que em determinado momento, ele tirou o pau de dentro dela, e enfiou ele inteiro na minha boca. Senti a baba escorrendo pelo canto, e mesmo muito humilhado, lambi tudinho com gosto e vontade. Até hoje, não sei se a esposa dele soube que ele fez isso comigo. Mas, desconfio que ela soube.
Naquele dia, na saída do motel, as duas lindas mulheres, saíram arrumadas, cheirosas e muito satisfeitas de tanto gozar e gemer, com suas xoxotas arrombadas de tanto levar vara do macho alfa.
Já o safado saiu com o pau ardido de tanto foder, e todo lambuzado de mulher. E eu? Estava com o bolso mais vazio por pagar a conta do motel, e a boca toda lambuzada de pau, com pentelhos saindo pelos cantos da boca, sem ter comido nenhuma das beldades, nem mesmo a minha própria esposa, que não quis nem papo comigo depois de ter sido feita mulher.
Na despedida, mais um risinho safado da loira que se despediu acenando pra mim, como quem dizia: “ – Já que você é trouxa mesmo... ficou sem comer... e ainda levou pau!”. Deixar de comer uma mulher naquele nível... para em vez disso, experimentar levar pau na boca, foi sem dúvida o meu momento mais “corno manso” que já vivi na minha vida.
Fico imaginando o que aquela linda mulher pensou de mim. Com certeza foi a única vez na vida dela que ela foi ao motel com um homem estranho e não deu pra ele. Um vexame na frente de uma linda mulher. Aceitar publicamente pros outros três envolvidos que eu prefiro ficar por baixo humilhado a comer lindas mulheres.
Bem verdade que tudo havia sido previamente acertado em conversas pela internet e ao vivo. O safado havia deixado claro que eu não poderia comer a mulher dele. E eu, o corno mais manso que eu conheço, aceitei viver aquela situação pra lá de absurda.
Lembro que ele disse antes do encontro que eu só poderia fazer sexo com a boca. E ele com o pau. E a mulher dele já foi  pro encontro sob a condição de que eu não tocaria nela. Ou seja, era pra ser como foi. Cumpri direitinho o acordo e não passei dos meus limites. Fui até elogiado pela linda loira após o encontro, dizendo que fui bastante respeitador das regras. Enfim, fui o que sempre fui.
Pra finalizar, vem a confissão mais sórdida: toda essa situação poderia ter sido ainda muito pior, se eu tivesse engolido porra do macho na frente das esposas. Ou ainda mais degradante: se eu tivesse sido enrabado pela esposinha loirinha na frente de todos, com uma cinta ou levando dedinho mesmo.
Já pensaram como teria sido humilhante? Além de ceder a esposa pro outro, em vez de comer a esposa dele, levar dedinho no cu, com ela me dizendo: “você não nasceu pra comer, mas sim pra ser comido.” Sim... o fundo do poço sempre pode ser ainda mais fundo.
Agora, conte você: qual foi a situação mais humilhante que você já passou na vida? Aquele em que você ficou literalmente ou não por baixo?

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O homem que sabia de menos



Olá, pessoal, lamento o atraso na postagem. A vida tem sido muito corrida. E por isso mesmo esse texto será publicado assim mesmo... de improviso e sem revisão ou correção gramatical. Lamento não poder dedicar tanto tempo ao blog quanto gostaria.
Dentre muitas histórias que tenho pra contar, certamente que a história desse post é uma das que mais me excita em mais de vinte anos de carreira Cuckold, e três relações diferentes, das quais, duas fui noivo, e todas levei chifres.
Tudo aconteceu há cerca de um pouco mais de 10 anos. Eu devia estar há poucos meses de namoro com minha esposa atual (a sra.Cuck), e já iniciávamos nossa relação de cumplicidade onde ela e eu nos sentíamos livres pra falar abertamente das relações anteriores.
Percebendo que eu era mente muito aberta, a sra.Cuck não evitou comentar o tipo de relação que ela havia tido com o “Fábio” (vamos colocar esse nome pra efeito de sigilo). Não estou falando do ex dela, que por sinal tem também muitas histórias interessantes. Mas sim, do “carinha lindo” que andou pegando ela algumas vezes, mesmo ela estando namorando firme o ex.
Bem, não sei se fui claro no parágrafo anterior. Então, vamos tentar explicar melhor. A sra.Cuck, antes de me conhecer tinha um namorado de longos anos, que vamos chamar de “Luís” (também pra fins de sigilo). Apesar de muito ciumento, o que o Luis nunca soube, até hoje, é que ele levou alguns chifres do tal do Fábio.
Nem preciso contar como foi ouvir da boca da minha própria mulher uma confissão de que já havia traído o ex, sem o consentimento dele. Fiquei louco de tesão na mesma hora, querendo ouvir cada detalhe sórdido daquela história. Então, ela me contou.
A sra.Cuck quando era muito novinha e adolescente, já namorava o tal do Luís. E mesmo assim, o Fábio, amigo de família, chegou perto dela um dia, e na cara dura, elogiou “os peitinhos lindos e durinhos” da minha futura esposa.
Não preciso dizer que a sra.Cuck ficou toda arrepiada com o elogio, ainda mais vindo do Fábio, o garanhão da rua onde ela morava. Fábio era aquele menino que todas as mulheres das redondezas caiam na lábia dele. Bonito, forte, olhos claros e o golpe mortal: extremamente safado e cara de pau.
Pois bem, o safado do Fábio não se intimidou em assediar a sra.Cuck, mesmo sabendo que ela namorava firme o Luís, homem possessivo, ciumento ao extremo, chegando a ser violento algumas vezes. Pra vocês terem uma ideia, Luis brigava feio com a sra.Cuck se ela vestisse uma simples roupa de normalista, quando ela era normalista.
Uma vez a sós no condomínio, Fábio chegou junto na encolha e mandou o elogio descabido pra sra. Cuck, que naturalmente ficou com suas defesas enfraquecidas. Ela não conseguia sequer mostrar indignação, pois no fundo, ela vivia morrendo de tesão pelo garanhão do bairro. Garanhão é garanhão, não dá pra brigar contra as forças da natureza.
Diante da inércia da jovenzinha, claro que o safado do Fábio não parou por ai... foi investido mais e mais... não encontrando a resistência que deveria e que se esperava de uma mulher comprometida...o que antes eram elogios foram virando passadas de mão, beijos e amassos.
Lógico que acabou chegando o dia em que a sra.Cuck já não se agüentando mais de vontade de trair o namorado, acabou se rendendo e combinando um encontro. Ela esperou um dia em que os pais não estavam em casa, e que o Luis precisava estar longe, e combinou com o Fábio que apareceu prontamente disposto a pegar a sra.Cuck na sala da casa dos pais dela.
Conta a sra.Cuck que ficou ainda mais louca pelo Fábio depois daquela foda maravilhosa na sala. Ele pôs ela de quatro sobre o sofá da sala e o clima de mulher proibida... atiçou ainda mais o clima. Quer afrodisíaco maior do que o cheirinho de infidelidade?
Aquela mesma noite, a sra.Cuck recebia o namorado na maior cara de pau, na mesma sala, para verem televisão juntos. Como se nada tivesse acontecido. E o “corno sem saber” do Luis, ainda beijou aquela boca que horas antes chupava o pau do garanhão do bairro.
O detalhe é que Fábio e Luis se conheciam. O bairro era pequeno, e os dois se odiavam. Diz a sra.Cuck, que o Luis era tão ciumento, que morria de raiva do Fábio sem motivo, ou porque sentia no ar, um cheiro de ameaça. Coisa de macho. Não sei o que é isso.
Fato é que o Luis costumava criar briga sem motivo só porque o Fábio estava numa festa ou porque ele havia passado perto. Enfim, a sra.Cuck jura não dar na pista que tinha tesão nele. Mas, era de se esperar que um namorado ciumento se sentisse ameaçado pelo alfa maior do bairro.
Mas tudo isso, foi apenas uma introdução pra chegar na segunda geração de chifres, a qual eu me orgulho de ter participado. Muitos anos depois desse caso de adolescência, que não deve ter rendido mais do que 3 ou 4 fodas, todas deliciosas, enfeitando a testa do Luis, que nunca soube...eis que eu apareço na vida da sra.Cuck.
Começamos a namorar firme, ela me contou a importância que teve esse passado de traição. E eu, como bom corno manso, adorei da história. O que eu não imaginava era que pouquíssimo tempo depois, quando já estava noivo da sra.Cuck, eu iria me deparar pessoalmente com o tal Fábio garanhão do bairro.
Eu e a sra.Cuck estávamos numa festa nas proximidades, quando o Fábio se aproximou, e veio nos cumprimentar pelo recém noivado. O filho da puta veio sorridente, apertou a minha mão, sentou do meu lado, puxou conversa... e tentou ser super simpático comigo.
               A família da minha esposa, que sabia do caso dela com o safado, ficou de cabelo em pé, achando que poderia dar alguma merda. Mas, eu fiz que nada sabia do antigo caso deles, e minha esposa sonsa como é... mais ainda.
               Fábio conversou, desconversou... soltou um belo sorriso, e antes de sair, caprichou no abraço na minha recém noiva, que causou calafrios na família toda, em especial na minha sogra que conhecia bem a fama daquele traíra. Após um bom aperto no corpinho da minha noiva, o desgraçado saiu e a sra.Cuck me falou suspirante: “Viu? É ele! O Fábio”. 
 Ficava claro pra mim, que o tesão dela ainda existia. E pior, o dele também. O filho da puta queria comer a minha noiva. Ela era a bola da vez nas metas daquele comedor profissional do bairro. Isso era claro pra quem quisesse ver na festa.
Alguns meses depois, a sra.Cuck me confidenciou que havia sido novamente assediada por ele nos corredores do condomínio. Que ele havia dito que queria reencontrá-la, e que eles se beijaram e ele passou a mão nela todinha.
Ouvi isso pelo telefone e claro que estremeci... quase me gozei todo na hora. Depois, pessoalmente, logo após um belo sexo que tive com minha noiva, ela resolveu abrir o jogo comigo, e pediu:”-Já que estamos nessa de mundo liberal, o que você achava da ideia de sair com o Fábio?”
Eu gelei, porque apesar do tesão enorme que eu sentia com a situação, ainda precisava considerar que ele era uma figura conhecida, num bairro pequeno, e que se vazasse de alguma forma que eu sabia do chifre e consenti, minha imagem de bom marido estaria destruída definitivamente para toda a família da minha esposa.
Confesso que nunca fiquei tão atraído e ao mesmo tempo receoso diante de uma proposta de chifre como aquela. Refleti e cheguei a um acordo: que ela saísse com ele, mas que não contasse pra ele que eu autorizei. Ou seja, pra todos os efeitos, seria uma autêntica traição por parte dela. Ou seja, uma repetição do que aconteceu no noivado anterior.
Ela topou na hora, e não hesitou em telefonar pra ele e combinar o encontro. Foi muito cruel. Minha esposa dirigia e o tal Fábio não. Ou seja, minha esposa foi buscar o Fábio num ponto de encontro, pra levar ele pro motel. Que absurda inversão de valores.
Imagina, minha noiva indo atrás do safado, e levando ele de carona pro motel. Não preciso dizer que o safado se aproveitou de todas as formas da minha então noivinha. Comeu muito ela, poucos meses antes do casamento.
Acho até hoje que ele tinha esse fetiche de foder a noiva antes do marido. Sei lá. Não foi o caso, mas convenhamos que uma noiva é algo bem sagrado e safado de se comer, quando não é a sua.
Mas, o absurdo dessa história não acabou por aí. Casamos, e minha esposa sempre que podia falava no tal garanhão, de como ele era gostoso e tal... e que queria ver se encontrava ele novamente.
Até que pouco tempo após estarmos casados, o desgraçado apareceu novamente nas redondezas e foi atrás da minha esposa. Nem preciso dizer qual foi o resultado. Ela me telefonou novamente, me pedindo autorização pra transar com ele mais uma vez.
Fiquei louco de tesão. Agora ela não era mais noivinha, e sim esposinha, recém casada, já tendo passado pela cerimônia, vestido branco, jurado fidelidade frente ao padre... com direito a todas essas baboseiras que as mães católicas adoram.
Pois é... já havia experimentado levar chifre do Fábio no noivado, era chegada a hora de experimentar levar chifre dele como recém casado. Dito e feito. Foi uma nova foda deliciosa que ele fez nela, que ela sempre relembra com saudade.
Depois dessas duas fodas, nossas vidas afastaram ele da minha esposa. Fomos morar longe e isso dificultou a continuidade do caso. Infelizmente, porque minha esposa iria adorar. Até hoje ela não disfarça o quanto gosta dele.
Mas, de qualquer forma, se houvesse um Guinness de Cuckold, talvez ele figurasse por lá, como o único canalha que comeu a mesma mulher, chifrando dois noivos diferentes. Ou talvez a minha esposa merecesse também uma referência, como a mulher que traiu dois noivos em momentos diferentes. Bem, cá entre nós, eu também deveria estar no livro, como único homem que levou chifre de três mulheres diferentes. Pensando bem... vamos esquecer essa história do Guinness. Tem gente demais entrando na lista.
Pois é pessoal, espero que tenham gostado desse relato real, que até hoje é motivo de muitas punhetas minhas. Confesso que só de pensar na minha noivinha levando vara de um antigo “peguete”, conhecido da família dela, e que me cumprimentou e apertou a minha mão como se fosse um grande amigo, na maior cara de pau, só pra marcar território e me chifrar meses antes de casarmos... meu pau endurece de novo e tenho que correr pra me masturbar. Ainda mais quando penso que ele fez tudo o que fez... sem saber que não era traição, mas sim um fetiche louco chamado Cuckold.

domingo, 15 de abril de 2018

É pra ver ou pra comer?




Alguma vez, você marido cuckold já se flagrou tendo recaídas de macho? Já se viu babando em outras hotwives ou simplesmente louco de vontade de sair por esse mundo afora comendo a mulher alheia? Pois é, gostaria de dizer que isso nunca aconteceu comigo. Mas estaria mentindo.
Por mais bem resolvidos que sejamos, a verdade é que sempre fica um resquício de síndrome do macho alfa, azucrinando o ouvindo e nos empurrando para situações fora do nosso natural. Você que, como eu, é corno manso assumido, alguma vez deve ter tentado ser o comedor, o dono do pedaço e muito provavelmente essa idéia não deve ter dado muito certo.
É exatamente um desses casos que irei contar na postagem de hoje. Histórias assim não me faltam. Poderia escrever um livro chamado: “o corno que queria ser comedor” e claro com o subtítulo: “e só se fodeu tentando”. Mas, em vez disso, vou resumir todo esse esquema numa única postagem.
Entre várias experiências que tive nessa linha, vou contar uma das primeiras vezes em que tentei fazer Swing de verdade com a minha esposa. Isso faz muito tempo, mas vale a pena contar. Na época éramos noivos, e resolvemos conhecer boates swing. Sim, amigos! Acreditem: éramos originalmente um casal “swinger”.
Naquela época, pela visão dela, eu não era esse corno assumido que hoje ela bem conhece. Não... nada disso! Pra ela, eu era “o macho”, um gavião que queria trocar de mulher pra se dar bem. E ela, safadinha como sempre foi, pensou: “Eu libero ele pra pegar outra, mas me dou bem transando com outro”. E assim, começamos nosso pacto de casados no meio Swing.
Enfim, o Swing é isso mesmo. Para os homens, é como se duas crianças sentassem uma de frente pra outra e dissessem: “Me empresta seu brinquedo que eu empresto o meu”.  Ou como um conhecido me disse uma vez: “O Swing é uma competição pra ver qual homem fode mais a mulher do outro”.
Para o casal Swing é como um acordo de vista grossa. Eu não ligo se você transar com aquele cara, se você não ligar que eu transe com aquela gata. E assim, os casais vão vivendo num pacto de boa convivência entre egos e ciúmes.
Que nenhum Swingueiro leia esse texto ou vou receber muitas pedradas merecidas aqui. Bem, fato é que eu não sou exatamente um swingueiro. Só que eu não sabia disso. E nem minha esposa. Pelo menos, eu não estava convencido de que não poderia ir muito além da minha natureza Cuckold.
Fomos à boate swing e resolvemos entrar naquela tal salinha escura. Aquela que mais parece o purgatório com cheiro de enxofre. Fomos mais pra ver qual ia ser. E não demorou quando um casal que parecia ser bem apessoado pediu autorização pra trocar.
Ficamos eufóricos, não esperávamos que algo assim acontecesse tão rapidamente. Estávamos no meio da suruba generalizada mais por curiosidade do que propriamente pra uma troca certa e rápida. Éramos iniciantes, cheios de dúvidas sobre nós mesmos.
Mas, foi assim que aconteceu. Nos olhamos e nos autorizamos. Eu me desengatei da minha esposa e cada um foi pra um canto com seu novo par. Confesso, fiquei nervoso. A mulher do outro carinha logo se aproximou de mim, veio beijando, sentando no meu colo.
Era uma loucura muito boa. Aquela menina toda lisinha, lindinha, me acariciando e querendo transar comigo. Fiquei realmente muito excitado. Por um breve momento virei um lobo, um gavião faminto. Cheguei a penetrar nela com meu pau bem duro e dei sim algumas boas estocadas enquanto ela me cavalgava por cima.
Mas, não demorou muito e a natureza se fez mais forte: comecei a ouvir os gemidos da minha esposa no pau do outro carinha. O safado havia posto minha mulher de quatro e metia com maestria nela, como eu mesmo não havia feito até então. Ela gemia, e o safado puxava ela pelo cabelo com vontade.
Juro que o que aconteceu foi mais forte que eu. Eu não queria que tivesse sido daquele jeito. Meu foco foi sendo totalmente desviado pro que estava acontecendo do outro lado do quarto escuro. E quando me dei conta, eu já tava sem mulher. A gata que estava no meu colo, saiu e foi pra outro comedor que estava ali louco pra comê-la.
Fiquei como quem ouvia a clássica piadinha do pavê, em que te perguntam se é “pra ver ou pra comer?”. No meu caso, estava ficando bem claro pra mim, pra minha noivinha e pra todos que ali transavam incessantemente naquele local: eu estava ali só pra ver.
A sensação de ficar no meio da suruba sem nenhuma mulher... perdendo a minha mulher e a do outro sabe-se lá pra quem... apenas vendo todo mundo transando alucinadamente e ciente de que sua própria mulher está ali, sendo fodida por outro... foi como se eu fosse uma criança perdida no supermercado. As mãos suavam, o coração batia forte.
Fiquei realmente sem saber se corria atrás da linda gata que havia se “perdido” de mim, ou se corria atrás da minha própria noivinha que estava ali, bem na minha frente, se deliciando no pau de um cara que nós nem sabíamos o nome. Fiquei realmente atônito. Sem ir e nem vir, apenas estático vendo tudo.
Foi nessa hora que o meu instinto se fez mais forte, e fui sendo levado pelos meus pés a uma posição mais próxima da minha esposa. Queria vê-la melhor, mesmo que por uns instantes. As cenas, apenas do ambiente escurecido, eram as mais depravadas que já havia visto até então.
O carinha metia nela de quatro, passava a mão nos peitinhos, e às vezes virava o rostinho dela pra dar beijinhos de língua na minha noivinha. Meu pau ficou duro e eu fiquei estático. O que eu estava fazendo? Esperando o cara gozar na minha noiva? Eu teria o direito de interromper o coito deles? Talvez sim, afinal eu era o noivo. Havia esquecido de ler o manual das boates liberais.
Ficamos assim por uns minutos. Nem sei dizer quantos, pois eu estava em estado de hipnose. O tempo não tinha o mesmo valor pra mim. Fiquei ali, desconfortável com a situação, sendo o único bocó sem mulher. É provável que outro homem em outra parte daquele local estivesse com duas mulheres pra que eu sobrasse daquela forma tão degradante.
E minha noiva, estava adorando viver a experiência de estar sendo comida daquele jeito tão selvagem numa boate, por um estranho. Não era uma vivência comum pra gente, como não é até hoje. Evitamos ao máximo transar com estranhos. Mas, naquele dia foi uma experiência que precisávamos ter vivido.
Claro, que quem se deu muito bem nessa história foi o carinha safado que comeu a minha noiva. Assim como o outro que nem vi quem era que estava com duas mulheres. Foi o dia em que eles se deram bem às minhas custas. E um dos dias que ficava claro pra mim que eu não tinha vocação pra ser comedor.
No final, meio envergonhado com a situação ali construída, acabei (acreditem!) atrapalhando a transa da minha esposa. Pedi pra ela parar e se arrumar. E o cara foi super respeitoso. Coitado: tirou o pau de dentro da xoxota da minha mulher e foi correr atrás da mulher dele, que eu nem sabia onde estava. Que vexame.
Ainda por cima, lembro que passei por uma situação inusitada, pois tive que ir atrás da calcinha da minha noiva, tateando pelos cantos escuros, no meio da foda de outras pessoas estranhas, na tentativa de tatear no escuro até achar a tal peça.
Ou seja, a peça mais íntima da minha noiva havia sido atirada aos cantos e enquanto eu procurava, ela ficava lá peladinha a vista de outros homens, no canto daquele salão. Foi sim, bem humilhante viver aquilo tudo. Por fim, acabei achando a tal calcinha, e começamos a nos arrumar pra sair.
Minha noivinha se arrumou daquele jeito mesmo que a mulher faz quando acaba de transar, que deixa a gente mais excitado ainda e ao mesmo tempo revoltado por ter deixado outro fazer isso com ela. 
Lembro que ela levantou a calcinha, desamassou o vestido, passou a mão no canto da boca, ajeitou o cabelo... cada gesto, uma pequena facada que dá dentro da gente. Ela se recompôs e saímos sim de mãos dadas, como se ela não tivesse dado pra outro há menos de 5 minutos atrás.
Apesar de muito excitado, é óbvio que como um noivo, que tinha poucos meses de relacionamento, aquela situação me deixou pra lá de envergonhado. Isso porque foi um atestado de corno que dei pra mulher que ainda estava naquela fase em que fazemos de tudo pra parecer o “príncipe encantado” que elas tanto procuram.
É como minha esposa diz pra mim hoje em dia: “num casamento, marido ou mulher: um dos dois tem que ficar pra trás nas vivências sexuais. Um dos dois tem que ser o corno”. No nosso caso, fui eu. Muito provavelmente foi a partir daquele dia que ela deve ter começado a desconfiar que eu não era um swinguer, mas sim... o corno. 
Ela jura que não. Que só começou a desconfiar dessa minha preferência, muitos anos depois: quando o placar de sexo fora do casamento já estava mais a favor dela do que da Alemanha na tragédia do Mineirão.
Fato é que anos depois, quando voltamos a ir numa boate swing, ela foi enfática ao me avisar:”hoje você vai só ficar olhando. Quem vai fazer a festa aqui, sou eu!” Ordem da patroa a gente só obedece, né? E te digo: foi bem melhor assim. Mas, essa história já é pra outra postagem.
E muitas outras histórias bizarras vieram depois dessa. Todas comigo tentando comer mulheres fora do casamento... e terminando na punheta, levando um bom chifre. Mas, eu não desisto. Sou brasileiro. E pra ser mais sincero do que nunca: eu ainda não desisti.
Talvez lutar contra minha natureza tenha se tornado um hobby. Só o tempo dirá se um dia conseguirei satisfazer o lobo enrustido dentro de mim, não como um corno submisso e humilhado, mas como um animal selvagem, que devora as fêmeas alheias. Exagerado? Talvez sim.
Você consegue comer outra mulher, quando bem ao seu lado tem outro comendo a sua? Ou aquela imagem e aqueles gemidos tão familiares te tiram totalmente o foco e te devolvem à posição original que é a sua por natureza?
No meu caso, quem responde é o meu pau, que fica duro como uma rocha, assim que percebo o interesse de outro homem na minha delicada e instigante esposinha. Lutar contra a própria natureza é um desafio para poucos, quando se quer experimentar prazeres novos.
Será que vale a pena continuar tentando? Mesmo que nessa área, eu só tenha histórias mal sucedidas pra contar? Minha esposa prefere que eu desista. Mas essa opinião não é isenta, não é mesmo? Então, por fim, eu volto à pergunta pra vocês leitores: Afinal o que é melhor? Ver ou comer? Hotwife é pra ver a sua ou pra comer a dos outros??