domingo, 23 de setembro de 2018

Não adianta chorar o leite derramado



Foi preciso juntar um mocado de coragem pra confidenciar essa história que vou contar nessa postagem pra vocês. Isso porque ao contrário do que costumo contar, esse caso, em vez de orgulho, me encheu mesmo de vergonha.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, nós maridos Cuckold temos por habito, nos vangloriar da vida sexual ativa de nossas esposas fora do casamento. Isso costuma nos encher de orgulho, e não raras foram as vezes que eu mesmo me condecorei por esse tipo de vivência.
Entretanto, não é segredo que, no meu caso, busco uma relação mais fixa, por motivos variados como: evitar exposição social, reduzir risco de contágio de doenças, e aumentar intimidade e química das brincadeiras. É obvio que entendo quem procure relações mais variadas. Não é o propósito desse texto comparar as duas opções.
Mas, a verdade é que essa nossa predileção por amantes fixos algumas vezes nos trás problemas ou no mínimo dificulta bastante nossas experiências, já que antes de começarmos a transar com alguém, é preciso todo um protocolo e filtro até chegar no escolhido.
Bem, a história que vou contar aconteceu faz um bom tempo, quando estávamos nos sentindo já meio largados por nossos comedores oficiais, que tanto nos abandonam por motivos variados. Na ocasião, procurava o macho alfa que pudesse viver uma relação mais firme conosco, e como não encontrava, foi preciso reduzir a burocracia e diminuir o filtro.
Entre tantos perfis encontrei o dele (que irei chamar de Rômulo). Era nítido pelas fotos que se tratava de um homem másculo, pegador, e com algum tipo de trabalho corporal que fizesse seu corpo ser bem atraente.
Sim, sou do tipo de marido que conversa esse tipo de coisa sórdida e absurda com a esposa: “ – Olha amor, como esse cara é gostoso!”. Não temos esse tipo de problema em assumir que pessoas do mesmo sexo são atraentes ou que podem levar ela ao orgasmo de forma mais fácil que outro. Ela mesma costuma falar sem escrúpulos: “ – Eu prefiro aquele ali porque ele é mais gostosinho de pegar.”
E foi esse o caso, assim que mostrei o perfil pra minha esposa, a reação dela não poderia ser diferente. Ela fez aquela carinha sapeca de quem pensa: “ – Dessa vez, não é que o corno acertou?” ou “Quero esse macho pra mim.”
Pela conversa que tive com Rômulo, ficava claro que ele se disponibilizava a viver uma experiência de longo prazo conosco. Demonstrava grande interesse na minha esposa, e uma abertura boa para ter bem mais que uma simples noite de sexo.
Apesar de casado, Rômulo deixou claro que conseguiria se ajustar a nossa agenda um tanto complicada, e poderia ter até encontros semanais. Não conhecíamos ele direito, ele era casado, com uma personalidade um tanto fechada e abreviando respostas.
As vezes, ele demonstrava uma certa indiferença, que julguei se tratar de seu charme pessoal, com o intuito de levar a minha mulher pra cama. Enfim, ele tinha seus defeitinhos sim, mas ninguém é perfeito, e a carência ajudou a gente a fechar os olhos pros problemas e mergulhar na experiência. Estávamos sim, muito excitados.
Como se não bastasse toda a excitação até então por ele provocada, uma pitada de humilhação natural me atiçou ainda mais, quando ele deixou claro por fotos, que era casado com uma linda mulher, que ele fazia questão de não liberar.
O pau dele era indiscutivelmente maior que o meu, e sua personalidade mais máscula. Do tipo de homem de poucas palavras, e geralmente, essas poucas palavras são hostis e imperativas.
Aceitei bem minha condição de marido que cede, e combinei um encontro num shopping, a pretexto de apenas conversar, como sempre faço. É uma regra nossa nunca passar da conversa no primeiro encontro. Quem nos conhece há mais tempo sabe disso.
Chegando o dia do encontro, minha esposa se arrumou moderadamente, sem exageros pra não gerar falsas expectativas, como costuma fazer nos primeiros encontros e eu fui dirigindo como um bom marido corno faz, quando conduz sua cadelinha pra conhecer o Pitbull garanhão.
Chegamos primeiro que ele, e nos sentamos na pracinha do shopping. Ficamos de mãos dadas, esperando o predador chegar. Ali mesmo, já fiquei incomodado pois, não se deve deixar uma dama esperando. Confesso que só aquele atraso pro encontro, já me deixou um certo desconforto.
Mas, depois de um tempo de atraso, Rômulo chegou na cara de pau. Sem pedir qualquer desculpas sentou perto da gente, se apresentou e iniciamos uma conversa. Normalmente, os comedores se mostram bastante entusiasmados com a oportunidade de conhecer pessoalmente a sra.Cuck.
Como nas conversas até ali ocorridas, Rômulo se mostrou até certo ponto indiferente ou até um pouco desinteressado no que tínhamos pra contar. Achei naquele momento que nem sequer estava rolando uma boa empatia. Acho que na visão dele, todo o nosso protocolo não passava de um grande “blá blá blá” e o que ele queria era comer a minha mulher logo.
Após um bom tempo tentando conduzir uma conversa que sempre travava, eu e minha esposa fizemos menção de nos despedir pra irmos embora. E foi somente nessa hora que Rômulo se mostrou mais interessado.
Ele sugeriu um amasso no estacionamento do shopping pra que minha esposa pudesse “conhecer seus melhores atributos”. Achei que minha esposa jamais fosse topar. Primeiro por se tratar do primeiro encontro, o que é nossa regra primordial. E segundo pelo jeito indiferente e marrento de Rômulo. Mas, pra minha surpresa, minha esposa topou. E eu me vi caminhando a três em direção ao carro. 
Ao chegarmos, tivemos que buscar um ponto no estacionamento em que não houvesse fiscalização e nem câmeras por perto. Foi difícil, mas nosso carro ajudou um pouquinho, pelos vidros escurecidos.
Assim que parei o carro e olhei pra trás, Rômulo já tinha abaixado o zípper da minha esposa e já chupava avidamente seus peitinhos. Ela retribuía ao máximo os carinhos e eu no banco da frente ficava perplexo por me perceber ultra excitado numa situação que jamais haveria de ocorrer.
Não demorou nada, e minha esposa já estava abocanhando aquele pau enorme, bem acima do padrão de preferência da minha esposa (que como todos sabem, prefere dotes médios). Mas, naquele dia, parecia que tudo conspirava a favor de Rômulo.
Minha esposa se deliciou por um bom tempo com a boca naquele pau. Rômulo, que até então se mostrava um homem de poucas palavras, fez questão de falar: “Vem ver, corno... o que sua esposa ta fazendo aqui comigo!”
Parecia que o safado havia percebido o poder que exercia na gente. E logo, logo, ele fez questão de usar a autoridade que tinha. Gozou litros de porra sobre os peitos da minha esposa e ordenou: “ – Agora vem lamber, corno!”
Quem acompanha esse blog sabe que foram muito raras as ocasiões em que tive na minha boca algum contato com o esperma alheio. E quando tive, sempre foi muito bem combinado, selecionado e trazido pela boca da minha esposa: o tal beijo esquimó. 
Na verdade, posso dizer que em 98 por cento das vezes que minha esposa transou com outro homem na minha frente, nem sequer tive contato com o homem, quem dirá contato com o gozo dele. Ou seja, pra viver esse tipo de coisa, depende muito do clima do dia, do amante, e de tantas outras variáveis, que dificilmente rola algo assim.
Mas, diante da autoridade absoluta estabelecida por aquele alfa, não tive outra escolha se não a de meter a língua com vontade sobre toda a porra espalhada nos seios da minha esposa.
Era tanto esperma, que confesso que fiquei meio enjoado, e não consegui lamber tudo. Devo ter bebido pouco mais da metade, e o resto ficou espalhado na minha cara ou escorrendo pelo canto da minha boca.
Rômulo fez questão de esfregar a minha cara sobre seu esperma, enquanto eu jogava a língua sobre os peitos da sra.Cuck. Certamente que aquela situação despertava o sadismo do comedor. E também a minha subserviência.
Quase vomitei, mas engoli o que havia em minha boca. Sequei o resto que se espalhava na minha cara com papel guardanapo que havia no porta luvas. Pra vocês terem uma idéia, havia porra até no meu cabelo.
Tentei me recompor, assim como a minha esposa, e Rômulo saiu do carro se despedindo secamente da gente. Fomos embora conversando sobre o corrido, e confesso que até fiquei entusiasmado que outro encontro acontecesse muito em breve, para que o comedor pudesse foder minha esposa na minha frente, algo que não aconteceu.
Alguns dias depois, tentei conversar pelo zap com Rômulo e não obtive resposta. Fiquei frustrado. A coisa só piorou quando após meses sem contato, novamente apelei pra que ele voltasse a sair com a gente e obtive uma resposta ainda mais inusitada:
“ – Não me procure. Deixe que eu procuro vocês!”
Sim, eu fiquei chateado. Rômulo simplesmente fez pouco caso da foda que poderia ter com a minha esposa. E eu fiquei ainda mais humilhado por perceber que fomos rejeitados.
Na relação homem x mulher é comum que a mulher se sinta ofendida quando usada numa relação descartável. E que o homem ao contrário, evite interação mais afetiva, querendo relações mais efêmeras e superficiais.
Contudo, nesse caso em particular, minha esposa parece ter levado a situação de forma bem mais natural que eu. Por ela, não houve mágoas, e o que valeu foi o prazer do momento. Eu é que fiquei arrependido e me sentindo usado. Quem diria?
O tempo passou bastante, e um belo dia, Rômulo nos procurou e como se os meses e meses de sumiço fossem apenas algumas poucas horas, ele queria saber quando poderíamos nos encontrar novamente.
Confesso que o sangue me subiu a cabeça e tive vontade de mandar o filho da puta pra puta que pariu. Depois de tanto tempo de desprezo, revolver reaparecer assim, sem nenhuma desculpa ou justificativa... era o fim da picada. Pensei: “na certa, ele entrou numa fase ruim sem esposinhas pra comer e voltou atrás da minha”.
Mas, em vez de estourar com o crápula, resolvi me fazer de difícil. Disse que iria conversar com a minha esposa, pra ver se ela estaria disposta a voltar a ter encontros com ele... e que ela já tinha até firmado relação com um fixo.
Ainda meio contrariado por me sentir rejeitado, falei com minha esposa que se mostrou bem interessada. Aquilo me fez perceber que eu é que estava tendo uma postura feminina de se sentir trocado. A minha esposa mesmo, já tinha um temperamento de predadora.
Sempre que penso racionalmente sobre isso, fico achando que o certo era deixar ele pra trás, e valorizar apenas quem dá valor a gente. Mas, a verdade é que o safado conseguiu mexer com o meu imaginário... e sempre que percebo, já estou me masturbando e imaginando o desgraçado fodendo a minha esposa.
Mas, confesso, caros amigos, eu é quem fiquei como se fosse a jovenzinha arrependida e humilhada, se sentindo usada pelo safado aproveitador. A mágoa foi verdadeira. Me senti enganado e espezinhado.
O problema é que pessoas como eu, têm uma tendência a transformar esse tipo de sentimento péssimo, em prazer. E quando vejo, lá estou eu de novo, pensando em ceder minha esposa pro tal cafajeste.
Bem, de qualquer forma, não foi o que aconteceu. A vida corrida praticamente nos tirou desse mundo nesses tempos, e nem com os nossos comedores mais selecionados, de gabarito, top de linha, temos conseguido sair.
Mesmo assim, fica a mágoa de quem é tão acostumado a rejeitar homens, mas dessa vez foi rejeitado. A raiva e o desconforto são reais. EU me arrependo mesmo de ter vivido tudo aquilo. Entretanto, talvez seja a hora de eu parar de chorar o leite derramado. E em vez disso, começar a pensar em lamber esse leite, o que convenhamos, é mais o meu estilo.

 

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Como se eu fosse o pai




 
Se esses mais de 10 anos de vida liberal me ensinaram alguma coisa é que a gente não deve julgar o fetiche dos outros. Cada um na sua, respeitando as diferenças, e na medida do possível tentando se esforçar pra não incorrer em preconceito ou julgamentos morais precipitados.
Contudo, devo confessar que nunca consegui compreender perfeitamente a excitação que algumas pessoas têm em ceder as próprias filhas para os tais gaviões, que nós Cuckolds estamos tão acostumados a ceder a esposa.
Essa coisa de fetiche com incesto ou em ver a filha ser assediada ou deflorada, nunca foi algo que tenha feito a minha cabeça. E posso até dizer que nunca me desceu redondo, me causando um certo mau estar.
Posto o meu desconforto com esse fetiche e também o respeito que tenho por quem tem tesão em coisas diferentes de mim, posso finalmente sair da introdução e me aprofundar no tema dessa postagem.
Por analogia aos pais com esse fetiche que desconheço o nome, posso confessar que em parte, me sinto como eles, quando vejo minha esposa saindo do banho, se perfumando, colocando a calcinha mais insinuante e o vestido decotado e sensual pra sair comigo, como se eu fosse o pai e ela a filha adolescente que vai pra festinha.
Calma! Você que assim como eu se sente desconfortável com o tal fetiche de ceder a filha, vai me compreender. A comparação que faço é que vendo minha esposa tão deslumbrante, negando sexo pra mim e super animada pra sair à caça de outros homens... muito me faz percebê-la como uma adolescente, expelindo sensualidade por todos os poros.
E eu, no meu canto, meio ressabiado por ser deixado de lado, e tendo que me “conformar” com a posição de quem dirige o carro e a leva ida e volta da balada, também me faz me perceber em parte como uma figura paternal.
Nessas horas, penso que talvez o meu fetiche seja o inverso daqueles pais. Se por um lado eles cedem a filha como se esposa fossem, eu por outro lado, cedo minha esposa, como se filha fosse. É tudo muito louco.
Vejo minha esposa de salto fino, ajeitando o cabelo e a maquiagem; e depois a vejo sorridente ao lado de homens interessantes que a sondam e cochicham em seu ouvido, e penso comigo mesmo: como parece que eu sou o pai boboca, que deixa a filha adolescente na festa e só volta pra buscar e perguntar em vão: “ – Como foi minha, filha?”
Como somos lesados em ainda cometer perguntas desse nível, como se houvesse pra elas (filhas ou esposas) alguma garantia de se falar a verdade. Talvez, sejamos o tipo de homem que pergunta, só pra ter o prazer de ouvir umas mentirinhas de vez em quando.
No fundo, lá no fundo mesmo, acho que todos nós homens (e aí, talvez eu inclua até o mais ciumento dos maridos) tenhamos uma especial atração pelo perigo de ser enganado. A figura do pai ou esposo autoritário nada mais é que uma construção feita pra ser burlada pela maldade instintiva dessas fêmeas que operam às escuras, no cio e pelas nossas costas.
Quem sabe, dar linha pra ela sair e fazer o que quiser, sem ter que dar satisfação, seja a estratégia que eu, típico homem passivo e permissivo, use pra saborear uma possível traição verdadeira? Ou quem sabe, o marido (meu oposto) que tanto repreende e reprime sua mulher, não queira em seu subconsciente criar esse mesmo contexto?
O certo é que nós homens somos completamente fissurados pelas nossas mulheres. A idolatria que temos por elas é imensurável. Temos plena consciência de que a beleza estonteante delas não merece ficar escondida e restrita apenas à vista de um único mortal.
Em outras palavras, elas são sim: “muita arreia pro nosso caminhãozinho”. E nada mais justo que uma mulher poderosa como a minha, possa virar uma adolescente bem safadinha, disposta a me deixar plantado na chuva, esperando ela terminar de se divertir pra ir buscá-la.
Ela merece. É linda demais pra ficar só com um pauzinho como o meu. Aquela pele lisinha, aquelas curvas... precisam ser exploradas por outros homens. Tentar evitar isso seria como negar à humanidade apreciar a lua. Ou seria pior, tapar o Sol com a peneira. 
Então, você pai de adolescente que tanto se excita com seus amigos grisalhos apalpando as pernas de suas filhinhas, posso dizer que hoje, e somente hoje, eu entendo vocês, às avessas. Isso porque hoje eu sou: o pai da minha esposa; essa menina adolescente que nenhum pai segura. 

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Marmanjo de calcinha



Hoje vou falar de um assunto delicado. Aliás, bota delicado nisso. Quem de vocês leitores já experimentou o fetiche de vestir calcinha na frente da esposa? Será que a peça mais íntima do vestuário feminino vem tendo seu uso crescente justamente por maridos Cuckolds? Parece que sim. Então vejamos...
A princípio, toda essa questão pode parecer vaga e sem qualquer fundamento. Mas, veja você, caro leitor, que temos nossos motivos para acreditar nessa teoria. Antes de mais nada, preciso falar por mim mesmo, um marido Cuckold assumido, e pasmem: já usei calcinha tanto com a minha esposa atual, quanto com minha ex.
E agora? Depois dessa confissão, onde vou colocar a minha cara? Ah, não tem problema... no blog não aparece mesmo a minha cara! O curioso é que tanto minha ex quanto a minha esposa atual ficaram realmente muito molhadinhas em me ver de calcinha numa posição tão submissa. Ao contrário do que as más línguas costumam falar, parece que as mulheres sabem apreciar um homem mais delicado.
Agora vamos as ponderações sobre uma possível conexão entre os fetiches. Todos sabemos o quanto um marido Cuckold tem uma especial afeição por viver situações exóticas, humilhantes, que o inferiorizem perante a esposa. Daí vem nosso primeiro argumento: convenhamos que usar uma calcinha bem delicada na frente da esposa pode ser pra lá de desconcertante.
Ademais, podemos dizer que não são raros os casais Cuckold que em alguma vez no casamento praticaram inversão de papeis. E veja, que quando me refiro à essa expressão, quero dizer com palavras mais chulas: “a esposa come o marido”. Porque também não são raros os casais (mesmo os não Cuckolds) em que existe essa inversão em outros níveis que não o sexual. A inversão pode se dar também no campo dos afazeres domésticos ou numa espécie de “matriarcalismo”, em que a esposa é quem sai de casa e deixa o marido cuidando das crianças.
Considerando o exposto, não seria inconcebível imaginar que esse mesmo marido pudesse usar um adereço tipicamente feminino pra causar um efeito de dominação das mulheres e incendiar o sexo entre o casal.
Pois bem, até aqui todo esse texto parece vislumbrar uma clara conexão entre o Cuckold e o crescente uso de calcinhas masculinas que vendemos em nossa loja virtual. Mas, a verdade mesmo é que, apesar de eu mesmo já ter usado uma vez ou outra, ainda fico na dúvida se essa preferência tão clara do público por esse produto é de fato proveniente do público Cuckold.
Outros modos de vida, como o dos transexuais, transformistas, Dragqueens, e do público gay mesmo... podem ser os verdadeiros propulsores dessas vendas. Será? Não sei. O que posso dizer é que minha esposa ficou louca de excitação quando pôde me ver desfilando com uma lingerie cheia de frescuras, rendas e bem enfiadinha no cú.
Na vedade, acho que essa prática de usar calcinha aqui em casa não foi muito adiante, entre outros motivos, tais como a correria da vida, por causa da minha própria resistência em usar o adereço. Falando assim, pra quem não conhece o blog direito ou está conhecendo agora, pode me achar um tanto... vejamos... preconceituoso??
Não sejam ridículos. Podem me chamar de corno, de trouxa, de babaca, de gay, de chifrudo, de boi, até de broxa.... mas preconceituoso... aí sim, vocês me ofendem. Eu? Logo eu? Não! Definitivamente não sou preconceituoso. Pelo contrário, já usei calcinha, e desfilei sem nenhum pudor para delírio da minha esposa, que obviamente me comeu alguns momentos depois com seu consolo tamanho iniciante.
Mas, independente da minha aceitação ou não desse adereço em nossa vida sexual, sempre ficou uma pitada de dúvida sobre a procedência desse público tão ávido por saber sobre as peças que vendemos. Será que as calcinhas masculinas que são a coqueluche dos produtos que vendemos, estão sendo destinadas realmente para o público Cuckold desse blog?
Ou será que o público Drag Queen, Trans, LGBT e afins que nem sabem que eu existo e escrevo esse blog é quem vem comprando nossas calcinhas sem nem ter idéia de quem somos? Seria um tanto quanto surpreendente perceber que atiramos no que vimos e acertamos no que não vimos.
É curiosa toda essa história de vender calcinhas. Uma vez um de vocês pediu insistentemente pra comprar uma calcinha da sra.Cuck. Eu sei que percebi que ela não trocava de calcinhas há dias e quis saber o que estava acontecendo.
Foi quando a sra.Cuck me explicou que havia vendido uma calcinha usada, e que ela estava usando pra dar o tal “cheirinho natural dela”. Nossa! Que safadeza! Mas ao mesmo tempo, não pude deixar de achar graça da situação tão inusitada quanto o próprio fetiche Cuckold.
Imaginem vocês que cheguei a idealizar três categorias de calcinha da minha esposa a ser vendida: a Red Label (com 1 dia de uso), a Black Label (com 2 dias de uso) e a Golden Label (maturada por 3 dias ou mais). Só maluco mesmo, né?
E não pensem que recebemos pressões apenas do publico Cuckold. Tem podólatras querendo vídeos sobre o tema, e sapatilhas usadas com, acreditem: o chulé fedido da sra.Cuck. Pelo menos eu já vou saber do que se trata se perceber minha esposa demorando a trocar as meias.
B.D.S.M. eu já nem conto. Quando conversamos com homens, não são raras as propostas de deixar a sra.Cuck toda amarrada e levando chicotadas nas costas. Nesses casos geralmente eu pergunto: “ - E você não vai comer ela?” e o fetichista responde: “ – Não. Vou bater pra valer.”
Enfim... cada qual com seu fetiche. Aliás, uma frase que adoro citar e que me foi escrita uma vez não sei por quem é: “Fetiche é que nem peido. O da gente nunca fede.” E é a pura verdade. Por mais estranho que nosso fetiche pareça para outras pessoas, a verdade é que pra gente é absolutamente normal. E ainda bem que funciona assim, né?
Pois é pessoal, se vocês quiserem usar uma calcinha, seja feminina, seja masculina, a sra.Cuck tem modelitos super transados na loja virtual dela. É só dar uma olhadinha lá e as possibilidades serão muitas.
Essa postagem não foi uma propaganda, mas uma pesquisa de mercado. Queremos mesmo saber se o público Cuckold se interessa por calcinhas masculinas. E pra ser mais sincero, eu mesmo vou dar uma olhada pra ver se escolho uma pra mim. Acho que já passou da hora de fazer esse tipo de controle de qualidade por vocês clientes. Vou pro sacrifício. rsrs