terça-feira, 29 de agosto de 2017

Engole ou Cospe?



Certa vez, num reality show desses da vida, um rapaz e uma moça brincavam eroticamente de verdade ou consequência. Durante a sequência de perguntas insinuantes, em certo momento o rapaz se excedeu e perguntou à moça em poucas e sugestivas palavras:”Engole ou cospe?”
Naquele momento, até eu que estava do outro lado da tela fiquei constrangido. E óbvio que a moça acabou escolhendo a consequência, que não vem ao caso, mas também foi pra lá de erótica.
Fato é que, de todo esse episódio, aquela pergunta sacana ficou martelando em minha cabeça. E isso foi o suficiente pra me inspirar a escrever essa postagem.
Excluindo os casais que não praticam sexo oral em seus amantes, e aqueles que praticam, mas não permitem o gozo dentro da boca, todos os demais já se depararam com essa questão. O que fazer com o gozo do amante, quando posto na boca da mulher que se ama?
De todas as dúvidas comuns de se ter no mundo liberal, talvez essa seja uma das que mais reflete o nível com que um casal deseja experimentar a intimidade do comedor. O seu sabor, a sua essência.
O sexo oral, quando não se utiliza preservativo, costuma ser um dos contatos mais íntimos que uma esposa possa praticar em seu amante. Isso porque normalmente, o sexo vaginal é feito com preservativo. Logo, sexo oral sem preservativo importa num raro contato do pênis com o interior do corpo da esposa, seus líquidos, seus sabores.
É muito comum que amantes não adaptados ao uso do preservativo até prefiram receber sexo oral ao sexo vaginal, como forma de facilitar a ereção e de sentir de verdade a penetração na esposa.
Entretanto, a discussão não se encerra num simples ato de felação feminina. O gozo do amante, quando permitido que seja realizado na boca da esposa enseja mais uma dúvida cotidiana na vida do casal.
A opção por cuspir o gozo é a mais comum, vinda de casais em que a esposa não se sinta a vontade para engolir, ou que o casal haja decidido não se permitir avançar a um nível de entrega extrema.
Casais que buscam intimidade, relações fixas, namoro, costumam estar mais aptos ao nível de entrega máximo do sexo oral, qual seja, engolir o gozo do amante. Essa prática certamente expressa aos envolvidos um nível de seriedade e engajamento maior entre o casal e o comedor.
O sentimento de entrega da esposa advindo do ato de receber o sêmen do amante na boca é agravado exponencialmente quando esse ato não é consentido ao marido. Ou seja, a esposa se acostuma a beber o gozo do amante, e a rejeitar a do marido.
A primeira vez que tive a oportunidade de presenciar minha esposa transando com outro homem, fui envolvido de tal forma na excitação da transa, que me esqueci completamente que haveria um momento para o sexo oral da minha esposa praticada no comedor.
Fiquei pasmo quando minha esposa começou a lamber o pau daquele homem. Não era algo que eu tivesse idealizado e muito menos planejado. Na verdade, nem havia me passado pela cabeça. A voracidade com que ela lambia o pau dele, me causou um desconforto leve e inesperado, que se acentuou quando ela veio me beijar com toda aquela “essência de pau” emanada de sua boca na direção da minha.
Sem jeito de negar o beijo e sem ter tido qualquer previsão de que tudo aquilo ocorreria, não tive escolha se não retribuir o beijo e permitir que todo aquele gosto fosse pra minha boca. Ainda assim, estava tão excitado e ansioso por todo o mais que estava por acontecer, que aquele pequeno momento de desconforto fora logo suprimido por visões inesquecíveis de um primeiro chifre muito bem posto.
A natureza é realmente incrível, pois o tal “gosto de pau”, que para grande parte dos homens é repugnante, para as mulheres (como no caso da minha esposa) é extremamente excitante e desejável. Parece que as mulheres gostam de cheiro de macho concentrado.
Contudo, o tempo passou. Posso dizer que não sou mais aquele jovem inexperiente, despreparado e sem ideia do que poderia acontecer durante a prática Cuckold. Tive tempo pra amadurecer minhas fantasias, e uma delas é sem dúvida, ver minha esposa engolir o gozo do amante.
Hoje, não me incomoda mais aquele sabor de macho que fica na boquinha delicada de minha esposa. E por que não dizer da minha também? Pelo contrário, me excita muito e me faz me sentir ainda mais submisso diante de um homem verdadeiramente dominador.
Mesmo com a minha aprovação, o fato é que poucas vezes a minha esposa engoliu o gozo do amante. É algo que ela só faz quando realmente está engajada a ter uma relação mais sólida e fixa com o comedor.
O sentimento de entrega e submissão é enorme. Ainda mais se considerado que minha esposa pratica muito pouco sexo oral em mim, e nunca engoliu meu gozo. Tudo isso, torna esse ato ainda mais abusivo e humilhante, o que certamente me conduz a um estado de completa excitação.
Para minha esposa, independente se vai engolir ou cuspir, o simples ato de receber o gozo na boca, é algo sim, raro e precisa ser muito bem filtrado para não virar um gesto banal e promíscuo.
A maioria das mulheres pratica sexo oral nos homens apenas como moeda de troca para obter alguma vantagem na relação ou até mesmo no sexo. De forma contrária, pra minha esposa, o chamado “boquete” é fundamental. É algo que ela faz com gosto, sem pedir nada em troca para o amante. Eu brinco dizendo a ela: “Você realmente gosta de pau”. 
Estive por vezes em situações que solicitei muito que minha esposa não fizesse sexo oral no comedor, mas ela não se conteve. Para ela, sentir o sabor do outro homem é um de seus maiores fetiches. E como eu confesso que não tenho pulso firme com ela... no final, ela faz, apronta... e eu acabo simplesmente tendo de aceitar.
De qualquer sorte, acredito que muitos maridos cornos algum dia acabem se deparando com a  dúvida: deixar ela engolir, ou frisar que é pra cuspir? O gozo na boca é um dos fetiches mais desejados pela maioria dos comedores, que certamente pressionam os casais Cuckold a satisfazerem esse capricho.
A partir daí, o que a esposa fará com o gozo, passa a ser um decisão íntima do casal, que não mais sofre influência do comedor, já satisfeito por ter gozado a onde não podia.
Uma vez que a esposa engula o gozo do amante, de alguma forma, parece que o casal aceita a presença biológica durável a médio prazo no cotidiano do casal. O esperma engolido leva algum tempo para ser digerido, e acompanhará o casal, mesmo depois que o comedor já tiver ido pra casa. Que belo souvenir o casal resolveu guardar da experiência que teve!
Pessoal, é isso que temos por hoje. Desejo que todos vocês um dia, experimentem permitir que suas esposas engulam. E quem sabe até, vocês dividam com ela parte do gozo, num beijo esquimó, conforme postagem anterior. 
Que o esperma dos machos alfa povoem a linda boquinha de suas esposas. Um grande abraço desse grande fã do fetiche.

sábado, 5 de agosto de 2017

Corno por Tabela



É incrível a capacidade que temos de sentir prazer apreciando a experiência alheia. Acho que se existe algo muito comum no fetiche Cuckold é justamente isso. Basta um de nós publicarmos alguma foto da esposa, ou relatarmos alguma experiência nova, daquelas bem sórdidas, que todos imediatamente “repartilham o pão”.
Nesse ponto, eu nem preciso confessar que sou um viciado irrecuperável do prazer que os chifres alheios me proporcionam. Muitas vezes vejo nos comentários do blog um leitor dividindo sua história conosco, sobre como a esposa tem feito com relação ao fetiche e... eu me encarno no marido e sinto todos os prazeres por ele.
Realmente, adoro ver fotos, saber sobre histórias picantes que aconteceram com cada um que vive esse fetiche. Degusto cada pequeno detalhe desses relatos. Cada delicada curva da esposa fotografada em questão. Cada pequeno pêlo das mãos grossas e ásperas de cada comedor sobre a pele das esposas... tudo como se eu mesmo estivesse levando o chifre.
Sim, confesso a todos: não sou apenas corno sob o meu próprio ponto de vista. Não sou apenas Cuckold de minha esposa linda, branquinha e maravilhosa. Vou muito além disso, e me consagro o “corno por tabela”.
Tenho uma predileção por histórias em que o comedor exerce algum tipo de domínio sobre o casal, seja financeiro, seja físico, seja mental, seja hierárquico... perceber que um casal foi completamente dominado pelo comedor me deixa de orelha (pra não dizer outra parte do corpo) em pé.
A exemplo disso, eu cito um comentário posto aqui no blog há dias atrás, sobre um casal que viveu aventuras picantes com um vereador lá na Bahia. Pelo que foi contato pelo ilustre leitor, sua linda (na época) noiva, cedeu às investidas do Vereador, que também era patrão do casal; e que compensou o marido com um aumento salarial como forma de pagar os chifres. Que delícia de relato!
Ou seja, esse sortudo marido, desfrutou o prazer de ceder sua noiva logo para o patrão. Algo que sempre esteve no meu imaginário, em minhas fantasias mais absurdas e excitantes. Um sonho que realizei através do comentário do caro “anônimo”.
Outros muitos relatos de leitores já foram postados em nosso blog. Basta passar os olhos por postagens mais antigas e muitas histórias ricas foram registradas no campo de comentários.
Casais que estão começando, maridos orgulhosos pelo começo e até mesmo algumas mulheres casadas, dividiram suas experiências conosco. Tudo isso só nos deixa lisonjeados e ao mesmo tempo inebriados de prazer. Cada história, um sabor próprio e muito especial.
Não vou falar aqui, o que também é válido: o valor de saber que não somos os únicos com esse fetiche tão desconhecido e tão pouco explorado. Mas, essa postagem é pra falar sim, do poder que esses relatos exercem em nossa já fértil imaginação.
Realmente não sei se todos conseguem sentir esse prazer assim: “por tabela”. Mas, imagino que a maioria consiga. Afinal, já estamos acostumados a nos imaginar na posição de outro, quando cedemos nossas esposas, e depois ficamos imaginando o prazer que esse outro homem teve com nossas mulheres.
Sentir prazer pelo outro marido, que cede a esposa, é um ato involuntário. Mesmo que eu não quisesse, o prazer falaria mais forte. Ao ouvir os detalhes de como foi o encontro de sua esposa com o amante, e por vezes, receber as fotos que comprovam o crime, o leitor consegue atingir meu ponto G. É o êxtase total.
Acho que na era do “faça você mesmo”, revistas masculinas, filmes pornôs, meio que se depreciaram. A perfeição da luz, da maquiagem, tudo parece tão perfeito que perdeu a espontaneidade. Nada parece real. E de fato não é. Tudo é artifício no mundo das modelos. Não quero com isso criticar essa importante área de trabalho. Mas, percebo que a imperfeição orgânica das fotos caseiras, e filmes crus e sem qualquer produção, feitos por maridos amadores como eu, são a preferência de quem busca algo mais autêntico.
Hoje, se me oferecessem um vídeo espetacular com uma atriz pornô super famosa, na sua produção mais célebre, como toda a maquiagem, o jogo de luz, os efeitos no Photoshop, as micro correções que tornam tudo muito glamoroso; ou um videozinho caseiro com uma esposinha e um comedor, feito pelo próprio marido em casa e sem qualquer preocupação com nada, acho que iria acabar preferindo o segundo.
O vídeo caseiro, assim como as fotos caseiras já viraram um fetiche no mundo. Mulheres que antes não teriam vez no mercado das modelos, ganharam total protagonismo a partir do momento que se permitiram ser filmadas em seu momento de maior privacidade. Talvez, o mercado já esteja um pouco farto de falsos gemidos, e roteiros estruturados. As pessoas parecem desejar avidamente o resgate do sexo real.





Falando por mim, mesmo que nada tenha sido registrado por filme ou foto, um simples relato verídico do que acontece com outro casal com o mesmo fetiche que o meu é algo que mexe profundamente comigo. Acho que tenho uma tara especial pela infidelidade feminina.
A mulher que trai talvez não desconfie do prazer que desperta no imaginário coletivo. E quando digo coletivo, digo todos os homens (alfas, caretas, cuckold, etc). Porque por mais que um machão alfa não goste de chifre... ele sabe apreciar a mulher safada dos outros. E mulher insinuante é o que há de mais provocativo nesse mundo.
Quem sabe por isso, nos dias de hoje, a mulher mais fatal, que “vai até o chão”, que “parte corações” e que “não se apega”, mas só “pega” é tão propagada nas mídias. Porque mesmo o senso comum, que não admite ser traído, por outro lado trair.
Por fim, faço um pedido aos amigos leitores: Primeiro, que continuem partilhando suas histórias nos comentários, pois o prazer de cada um de vocês é sim o prazer de todos. Posso não ter tido tempo de responder os comentários. Mas isso não significa que não tenha apreciado, saboreado, degustado cada pequena parte das incríveis histórias que vocês leitores nos conta aqui. Beijos a todos.