terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Baba Baby!



 
Se tem uma coisa impactante na vida de um cuckold é a hora em que percebemos que a mulher da nossa vida, aquela que escolhemos criteriosamente por ser a mulher dos nossos sonhos, está arrumada de arrasar o quarteirão, pronta pro abate que não será feito por nós, mas sim pelo sortudo do comedor da vez.
Nessa hora ficamos mais apaixonados, mais instigados, mais emocionados, e sem dúvida que babamos pela nossa própria mulher. Esse conceito de babar pela própria mulher certamente é algo especial na vida de um Cuckold, certamente, o único da espécie humana a sofrer esse efeito pelo seu cônjuge mesmo após anos de relacionamento.
Uma vez que estamos diante da mulher dos nossos sonhos, arrumada de maneira impecável, frente ao macho sedento por ela, e os dois se desejando tão intensamente, nossa baba começa sim a escorrer pelo canto da boca.

É justo nessa hora que devemos anunciar as aplicações clínicas desse lubrificante natural que é a baba do corno. A natureza é perfeita, e se ela nos faz babar, é importante que estejamos atentos para a utilidade prática de nossa baba.
É altamente recomendável que façamos um delicioso e caprichado sexo oral em nossas esposas antes que elas sejam penetradas. Nossa saliva de marido, além de ter um efeito hormonal que estabiliza e tranqüiliza a esposa, ainda relaxa a mulher e a deixa mais molhada e lubrificada para receber o mastro grosso do amante que está pra vir.
Feito isso, chegou a hora de usar a baba de corno como lubrificante do amante, que tanto precisa desse apoio antes de penetrar a esposa. Um boquete feito com bastante saliva e língua produz na boca do corno o que costumo chamar de “essência de pau”.
Ficamos com aquele gostinho de pau, e a mistura de líquido do pau com nossa saliva é o lubrificante perfeito que enrijece o pau do comedor e ainda o deixa bem babado e apto para o deslize pra dentro da nossa esposa.
A baba do corno tem efeitos relaxantes na esposa e excitantes no comedor, e por isso é um ingrediente essencial para a boa foda entre a Hotwife e o comedor. Esse efeito talvez só seja comparado ao do esperma do comedor sobre a face da Hotwife, onde estudos apontaram para as propriedades estéticas sobre a pele da face feminina e seu efeito calmante quando dentro do útero.  
Uma vez que você já tenha feito o seu papel de corno, é chegada a hora de deixar o casal a vontade pra dar seguimento a transa sem a sua participação. Sua esposa e o comedor precisam de um tempo pra eles se acertarem, se encaixarem, e viverem o máximo de prazer que conseguirem tirar um do outro.
O seu papel chegou ao fim. Você já foi de grande valia e será agradecido mais tarde por ambos. Aprecie a distância as lindas cenas de sexo tórridos entre eles e se possível veja se aprende alguma coisa. Possivelmente esse amante tem muito a dar a sua esposa sem que você precise estar perto atrapalhando.
Por vezes, minha esposa só faltou me empurrar pra fora do quarto, ou literalmente me pediu pra não comparecer às fodas que ela pretendia ter com seus amantes. As mulheres casadas precisam se sentir solteiras novamente. O marido precisa entender isso e quando requisitado, se prontificar a apenas levar a esposa de carro até o motel.
Eu já fiz isso, e garanto... é muito bom pra esposa, que volta revigorada e feliz, pro amante que fica mais a vontade quando está a sós com a mulher casada e pra você, que vai ir a loucura em casa imaginando o que será que eles estão aprontando e babando... babando muito mesmo!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

A fêmea do mar!



A submissão Cuckold, assim como a submissão B.D.S.M. está intimamente ligada à perda de controle. Nos sentimos estimulados a medida em que vamos perdendo o controle dos atos que ocorrem a nosso redor e até mesmo o controle sobre nós mesmos.
Nesse sentido, é muito bom quando podemos perder completamente o controle de tudo, sem que haja nenhum dano colateral. Como se fôssemos um paraquedista, que evita correr risco de vida.
Nesse sentido, alguns filmes podem sim ser nosso “esporte radical sem danos”. Neles, nos identificamos com situações de intensa submissão, perda de controle, e entrega, sem que isso cause qualquer prejuízo a nós mesmos.
Dentre um leque infindável de filmes que em parte ou no todo acabam por esbarrar na essência psicológica que sustenta o fetiche Cuckold, poucos fazem isso com a maestria do filme nacional “fêmea do mar”.
Dirigido por Ody Fraga e estrelado por Aldine Muller, Jean Garret e Neide Ribeiro, o filme conta a história de um pescador misterioso que se aproxima de uma família para trazer a terrível notícia de que o patriarca daquela família morreu.
O tal pescador se apresenta como um amigo, que trás más notícias para a família. Mas, gradativamente, o estranho homem vai conseguindo se infiltrar, ganhar a confiança e seduzir cada membro da família.
Típico macho alfa dominante, ele começa seduzindo a mãe (interpretada por Neide Ribeiro). Em seguida, na cena que ficou mais famosa, o pescador (Jean Garret) pega deliciosamente a filha (Aldine Muller) por trás, numa pedra em frente ao mar.
Enquanto se dividia entre mãe e filha, eis que o safado acabou pervertendo o filho, que começa a viver cenas de sexo entre irmãos com Aldine Muller. E pra fechar, o pervertido homem termina comendo também o garoto. (Pelo menos que eu me lembre, pois faz tempo que não vejo esse filme).
Como se não bastasse toda a perversão que aquela família se submete ao poderoso e sedutor homem, acaba que ele revela ser o assassino do patriarca desaparecido. Ou seja, a completa dominação de um homem sobre o outro.
Ele matou o amigo, e foi ao encontro da família dele, pra comer esposa e filhos... e tudo iria ficar por isso mesmo, pois todos estavam completamente envolvidos pelo macho alfa. Até que... bem, não vou ficar aqui contando tudo do filme.
O que importa é que esse lado psicológico autodestrutivo de um Cuckold muitas vezes representa um perigo para ele mesmo. O prazer de ser subjugado e dominado pode atingir tal magnitude, que perdemos o completo controle das ações, numa submissão que até remete em parte o B.D.S.M.
Na adolescência, quando assistia esse filme e nem sequer conhecia o fetiche ou compreendia bem o meu tesão por essas coisas, eu confesso que já ficava muito mexido com essa história. O absurdo de ver como um homem se aproveitou ao máximo do outro causava em mim, uma espécie de fascínio... e extrema excitação, maior que qualquer filme pornô.
Isso porque o lado psicológico de um Cuckold é muito intenso e peculiar. O sexo sozinho, como ato mecânico e estético não tem o mesmo sabor se comparado ao mesmo sexo acompanhado de um enredo como o desse filme.
Gostamos de perder o controle, de nos sentirmos vulneráveis. De perceber que o alfa faz da gente o que ele bem quer. E quanto pior, mais pervertido, e dominador for o alfa... mais nos sentimos dominados e indefesos. E mais gostamos disso.
É preciso uma boa dose de equilíbrio, e capacidade de sair de dentro do fetiche pra evitar que sejamos sugados completamente pela personagem. Sem isso, a autodestruição é certa, e acabamos realmente virando vítimas de nossos próprios fetiches.
A luta interna é grande. Força demais pode nos jogar do penhasco. Força de menos pode nos colocar na apatia de não viver nossas fantasias. O meio termo, mais próximo possível do penhasco, é o ponto que buscamos. E é sempre difícil ter essa medida.
Mas é sempre muito bom poder desfrutar o prazer de cair no penhasco... mesmo que apenas através de um filme, nos sentindo na pele do marido morto, que cede toda a família para o macho dominador, sem que nada possamos fazer a respeito.
O bom de viver essa experiência através de um filme como “Fêmea do mar”, é que ao desligarmos a televisão, podemos voltar à vida normal, sem machucados, sem perdas, mesmo tendo caído do penhasco.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

"Solo Mio"



Se existe um assunto que é muito bem entendido por um marido Cuckold é a masturbação. Na grande maioria dos casos, somos maníacos por nos masturbar. Existe uma ligação muito intensa entre o fetiche Cuckold e a compulsão pela masturbação.
E quem poderia nos culpar por isso? Somos felizardos de termos a esposa que tanto sonhamos, fazendo aquilo que mais nos excita. É tentação demais pra um pobre Cuckold resistir. Falando por mim, costumo me masturbar entre 2 a 3 vezes por dia, só revendo fotos e vídeos de minha amada esposa com outros homens. Há dias, mais calmos que chego a me masturbar umas 5 vezes.
O incrível é que até mesmo na masturbação, homens cornos como eu, acabam sendo fiéis, ao se masturbar preferencialmente pela própria esposa. Veja que não é uma fidelidade imposta ou cobrada... é necessidade mesmo de ver a mulher que amo, diariamente no pau de outros. Ou seja, o Cuckold é realmente o mais fiel dos homens.
É óbvio que com tanta masturbação, acaba faltando disposição pra cumprir minhas obrigações de macho. E assim, minha esposa fica mais carente ainda de pica. Um ciclo compulsivo se arma, pois quanto mais a esposa apronta, mais o marido se masturba. E quanto mais o marido se masturba, mais a esposa precisa aprontar.
Muitas são as pessoas que enxergam na masturbação uma admissão de fracasso, ou incapacidade de pegar mulher. A masturbação nunca é vista como uma vitória ou conquista por parte do praticante. O homem que se masturba excessivamente perde além da testosterona, o feromônio masculino que desperta a libido feminina.
Isso significa dizer que o homem passa a ter menos disposição para o sexo, e passa a atrair menos as fêmeas. Estou falando de um processo químico, que por mais macho que um homem seja, vai sofrer se começar a se masturbar excessivamente. E é esse o processo que muitos Cuckolds passam sem saber.
Lembro que na adolescência, os rapazes que saiam das festas com mulher, gostavam de zoar a cara de cornos como eu, que geralmente saia sozinho. Eles esfregavam suas lindas patricinhas na nossa cara, e debochavam quando estávamos a sós: “ – Ah, otário... vai terminar a noite na punheta!!”
Eu ficava irado vendo os carinhas saírem abraçadinhos com aquelas lindas ninfetas e de fato eu terminava a noite em intermináveis sessões de punheta alucinada... que me deixavam mais bambo do que se tivesse transado com aquelas lindas mulheres. Pior, me imaginava lambendo a xoxota delas enquanto os cretinos metiam. 
Os tempos passaram e nos dias de hoje, algo parecido acontece. Minha esposa sai e transa na minha frente, e ao chegar em casa, ela deita comigo na cama e me masturba falando sacanagem no meu ouvido. Não deixa de ser a repetição da adolescência quando os carinhas comedores pegavam a patricinha e eu terminava na punheta. A diferença é que hoje, a patricinha termina a noite do meu lado, me punhetando. 


Mas, nem só de desilusão vive o punheteiro. Existem sim vantagens muitas pra quem costuma praticar o “solo mio”. Claro que todas são vantagens típica de um corno. Mas, nem por isso deixam de ser vantagens.
A primeira grande vantagem é a praticidade. Pegar mulher exige um grande dispêndio de energia, dinheiro, cara de pau, e a possibilidade quase certa de levar um belo fora, quando não se têm o talento de um pegador (o que costuma ser o caso do corno).
Outra vantagem é que a punheta nos livra de muita merda. Não por acaso, toda vez que eu quis ser um comedor... me enfiei num atoleiro de confusão tamanha, que é melhor nem lembrar aqui. Então, fico realmente desanimado em me aventurar por aí, se posso abrir um vídeo da minha esposa e dar um olá ao Harry Potter.
Uma última vantagem que cito aqui, certamente vai desagradar à alguns cornos mal resolvidos que ainda se sentem machos, mas a verdade é que transar (e aí me refiro ao ato em si) envolve um grande dispêndio de energia física. Minha esposa gosta de variar posições, de que o homem seja ativo e tome a iniciativa. Enfim, haja disposição.
Não estou falando com isso que transar não seja bom. É óbvio que é uma das melhores coisas da vida. E é óbvio que por vezes eu como minha esposa do melhor jeito que posso. Mas,cá entre nós, se é possível ter prazer parecido com a masturbação, sem passar nem por 5% dos problemas de se correr atrás das mulheres... sim, meu lado mais comodista vai me impulsionar pra essa segunda opção.
Então, me pergunto, por que não terceirizar o serviço? O tal gozo simultâneo, tão comum no cinema... na vida real é quase como ganhar na loto. Então, sempre fica um dos dois na espera que o outro chegue lá. Além disso, o sexo assistido de um ponto de vista de fora trás posições e imagens lindíssimas que quem pratica não consegue ver.
Enfim, a punheta não trás problema algum, não depende de ninguém, não gasta dinheiro, e não gera grande esforço. E como se não bastasse tudo isso, ainda posso punhetar vendo a mulher que eu amo gozando alucinadamente e sendo muito feliz no pau de outro. O que mais eu poderia querer?
Sei que você comedor jamais vai me entender. E nem deve. Cada um tem seu papel. “Cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é”, como já dizia Caetano. Não vou ficar falando nem bem e nem mal da vida de corno. Vocês pegam as mulheres, e fazem o trabalho pesado. Nós pegamos o que sobra sem esforço, mas ficamos mal falados.
Minha esposa sabe que sou corno e torce pra que eu não mude. Eu sei que ela é putinha e torço da mesma forma. O comedor dela então... acho que é quem fica na maior torcida pra que ninguém mude. E ainda tem gente infeliz e mal amada que fala mal dessa putaria! Vão se masturbar seus recalcados!

sábado, 1 de dezembro de 2018

Ser ou não ser... eis a questão!




 Ser Cuckold às vezes é parecido com dirigir. É melhor errar com certeza do que acertar na dúvida. A indecisão é pior do que qualquer erro que você possa ter. O pulso firme de um homem, mesmo que seja na direção de perder seu posto de homem... é fundamental.
Então, nobres amigos iniciantes, aí vai o meu conselho do dia: tenham certeza absoluta de que nasceram pra ser cornos mansos antes de começarem a pensar em entrar nesse mundo. No Cuckold, não há a menor brecha para dúvidas ou arrependimentos. Digo isso porque de uma forma ou de outra esse é um caminho sem volta. E já explico por que.
Em qualquer casamento tradicional há uma espécie de respeito tácito da esposa com relação à monogamia comumente exigida pelo homem da casa. Algumas esposas até associam essa exigência como medida de afeição por parte do marido e portanto, sucesso no casamento.
Uma vez que o marido se coloque numa posição em que abdique de seu direito de exclusividade, isso costuma instintivamente ser entendido pelo subconsciente feminino como uma demonstração de fraqueza masculina. O que convenhamos é isso mesmo.
Veja, até aqui, tudo o que foi escrito parece um texto preconceituoso. Mas fique tranqüilo, o blog não foi invadido por hackers fanáticos religiosos. Sou eu mesmo, o Sr.Cuck corno manso assumido que escrevi tudo isso. E eu mesmo irei continuar. Calma!
Ao se mostrar fraco em sua posição de homem dominante, o marido também demonstra qualidades, tais como paixão, fidelidade, cumplicidade... enfim, características muito apreciadas por qualquer esposa. Mas, não podemos esquecer o preço dessa demonstração.
A proposta Cuckold claramente diminui o peso da infidelidade feminina e reposiciona o marido como alguém que abdica de seu posto de patriarca dominante para assumir uma postura mais submissa e por vezes coadjuvante da esposa.
Nesse contexto, é ativada na parte do cérebro mais instintivo da mulher a sua percepção de dona de si mesma e muitas vezes, matriarca dona do marido inclusive. As posições passam a ser invertidas e a ciência de que em algum momento o marido tolerou isso abre um precedente sem volta.
O arrependimento por parte do marido numa situação dessas apenas pode provocar 2 hipóteses no comportamento da esposa que discorda dessa decisão.
A primeira delas é o conflito direto. A esposa se irrita pois se sente usada, enganada e manipulada, por ter criado tanta expectativa em torno de uma modo de vida alternativo e extremamente favorável, pra no final, ter que recuar a posição original que lhe é cabida de esposa recatada do lar e sem voz ativa.
A segunda delas é a traição feminina. Uma vez que não haja mais diálogo e nem possibilidade de se encontrar um meio termo, a esposa passa a perceber a infidelidade sem o mesmo peso que via antes da receber a proposta Cuckold.
E nesse caso, o risco é alto do que seria um fetiche (a de ser corno manso) se transformar numa condição resignada (a de corno de verdade). Já ouvi relatos nesse sentido. E por isso, pense bem antes de tentar ser corno manso.
É preciso entender que aos olhos de uma mulher, muito pior do que um homem fraco e submisso é um homem indeciso e inseguro. Sem dúvida que a segunda opção coloca a mulher numa situação insustentável. Um homem fraco e submisso pode ser muito desejável, se for confiante e seguro de sua condição.
Mas o homem que está em dúvida ou inseguro se é ou não é alguma coisa, é exatamente o tipo de homem que toda mulher repudia. Ou seja, se você estiver inseguro, não demonstre e só parta para a experiência Cuckold quando já estiver absolutamente resolvido com você mesmo.
Lembremos que o homem seguro de sua fraqueza e de sua submissão transforma sua relação de intensidade em relação de estabilidade, que é igualmente desejável por muitas mulheres que buscam relações sólidas e de longo prazo. E com isso, transfere a intensidade para os amantes.
Estabilidade e intensidade são combinações improváveis para qualquer relação a dois. Ou o casamento é estável, mas prejudicado em intensidade. Ou é intenso e dura muito pouco. O Cuckold traz uma rara possibilidade de conciliar as duas coisas de forma genuína.
A mulher que recebe a proposta cuckold, experimenta e tem que voltar atrás por conta da insegurança do marido é muito provavelmente, uma mulher extremamente frustrada por ter pisado no paraíso pra depois voltar pro inferno.
Além disso, é comum haver dúvidas por parte de iniciantes, quando no período pós gozo, o marido se percebe em estado de depressão transitória. É um assunto tratado no meu livro (tão prometido e já escrito, mas ainda não publicado).
É importante que se perceba que a depressão pós gozo não é o mesmo que ter dúvidas sobre sua natureza Cuckold. Todo Cuckold, mesmo os mais bem resolvidos, em algum momento da relação atravessam esse estado químico e psicológico, que no meu entender, só reforça ainda mais que o deprimido é sim, um Cuckold irretratável.
Nesses casos, o meu conselho é que fotografe e filme a performance de sua esposa com o amante e que procure re-vivenciar a experiência por inúmeras vezes em masturbação solitária, para que aos poucos o iniciante aprenda a superar a depressão pós gozo.
Então, você marido iniciante e repleto de dúvidas, não pense em sequer fazer qualquer proposta para sua mulher sem que esteja absolutamente disposto a seguir até o final. Mesmo que nessa passagem acabe sendo exigência dela sair sozinha sem a sua participação.
Se não estiver disposto a ceder completamente aos caprichos de sua esposa, não faça proposta alguma. Se mantenha como um marido tradicional até chegar o dia em que você realmente não tenha a menor dúvida de que é capaz de ir até o fim.
Pode ter certeza de que dessa forma você protege não apenas a si mesmo, mas essencialmente a sua relação. Além é claro, da sua própria cabeça de levar os chamados “chifres de verdade”; que, cá entre nós, são bem doloridos de levar e difíceis de superar. Só quem já levou sabe do que estou falando.
Boa sorte, e que seus passos sejam repletos de certeza.
OS – Pedimos desculpas, mas não temos aberto nosso email. Iremos tentar responder a todos assim que possível. soltinhaevoyeur@hotmail.com