quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Emanuelle - Uma desaventura



Aproveitando o gancho com o post anterior, resolvi contar uma história que aconteceu conosco no ano passado. A pedido de alguns leitores, que pediram post sobre nossas aventuras, resolvi satisfazê-los parcialmente e contar uma das nossas “desaventuras”.
Minha esposa, apesar de ser liberal, não é Cuckqueen. Ela é capaz de me liberar para ter aventuras com outra mulher ou casal. Mas, certamente que isso exige dela um esforço extra no sentido de anular sua natureza dominadora de querer o marido só pra ela.
Posto isso, na ocasião eu estava empolgado conversando pelo Sexlog com uma menina muito bonita do Rio Janeiro. Ela disse que chamava Emanuele. Trocamos zap e confesso que realmente fui ficando empolgado com as fotos dela e a postura mais desenvolta.
Mas, como diz a música: “laranja madura na beira da estrada...” ou o ditado “quando a esmola é grande...”, no meio da conversa, eis que a Emanuele vem e me passa um preço. Como o tal valor foi jogado assim no meio da conversa, posso dizer que entendi, mas não estava querendo entender. Fiquei realmente surpreso.
Mas, macaco velho que sou, minha surpresa não me deixou inerte. E já que o assunto foi desviado para aquela direção, resolvi ver onde aquilo poderia dar. Comecei a perguntar detalhes do programa, o que rolava, o que não rolava... se ela toparia vir a Niterói, se toparia um programa a 3 com minha esposa junto, enfim...
Emanuele se mostrou super descolada. Falou com muita naturalidade sobre seus limites, suas preferências e sua forma de trabalho. Apesar de não ser do meu estilo contratar sexo pago, (só havia experimentado uma única vez na vida) resolvi ceder ao desejo de ter aquela linda ninfeta comigo e minha esposa juntos. Era minha única esperança de experimentar o ménage feminino, já que a única experiência que tive nessa área, não foi nada boa. Mas, isso é outra história.
Então, foi assim. Combinei um local, dia e hora pra que nós 3 (eu, minha esposa e a Emanuele) nos encontrássemos. E aguardei ansiosamente cada dia passar até o dia do encontro.
Quando, finalmente o dia chegou, já acordei mandando um zap pra Emanuele querendo confirmação do encontro. Ela prontamente respondeu que o encontro estava de pé, e novamente minha excitação foi à Lua.
Tomei aquele banho caprichado, passei aquele perfume para ocasiões especiais, selecionei a roupa certa para a ocasião. Tudo pensando no encontro de mais tarde. Estava realmente muito animado. Mesmo que fosse pra somente um bate papo.
O encontro havia sido marcado para as 14 horas. Devia ser algo em torno de 12h30 quando comecei a ficar preocupado. A minha esposa, Cacau, que nunca foi de atrasar pra encontro nenhum, ainda não havia chegado em casa.
Comecei a fazer as contas e fui vendo que a coisa ia ficar apertada pra conseguirmos chegar as 14 horas. Fui ficando estressado. Liguei pra minha esposa cobrando um pouco de urgência e ela pediu que eu fosse me arrumando, coisa que já havia feito há muito tempo.
O tempo foi passando assustadoramente rápido e comecei a perceber que não daria tempo de almoçar se eu quisesse chegar a tempo do encontro. Então, eu que estava acostumado a receber almoço pronto da minha esposa, tomei a iniciativa de esquentar correndo uma lasanha no forno.
Minha esposa chegou e disse que já estava pronta pra sair. Aquilo mais parecia sabotagem. Ela sabia que eu esperava ter tempo de almoçar. Muito contrariado, arranquei a lasanha do forno e engoli a comida fervendo pra dar tempo de chegar na hora.
Fomos brigando feio no carro. Eu acusando ela de estar me sabotando. Afinal, ela nunca havia me deixado sem almoço pra encontrar nenhum solteiro. E muito menos chegado em cima da hora pro encontro.
E ela se defendia dizendo que havia prometido chegar a tempo de ir ao encontro, coisa que, aos olhos dela, ela cumpriu. Mas, claro, desconsiderou toda a surpresa que ela me fez ao me deixar sem almoço.
Quando estávamos próximo do ponto de encontro, fomos tentando nos acalmar e esfriar a briga. Não queríamos transparecer ansiedade ou pior antipatia à nossa convidada. Foi difícil, mas tive que engolir a irritação com a postura de sabotagem da minha esposa.
Chegamos, sentamos numas cadeiras, pedimos uma bebida e olhamos o relógio. Havíamos chegado praticamente no horário combinado. Devia ter uns 5 minutos de atraso. Justamente por conta desses minutos, mandei um SMS pra Emanuele, avisando que havíamos acabado de chegar e onde estávamos.
Ela demorou uns 10 a 15 minutos pra responder, afirmando que estava a caminho do encontro. Relaxei e fiquei conversando amenidades com minha esposa no tal barzinho.
Mas, o tempo ia passando. Pessoas iam e vinham de onde estávamos.  E nada de Emanuele. Passados uns 40 minutos da hora combinada, mandamos outra mensagem. Impaciente, eu já começava a deixar a vontade de conhecer a tal menina ser aos poucos substituída pela preocupação de ficar mal na fita com minha esposa.
Minutos após a mensagem que mandei, recebemos outra mensagem da Emanuele, se desculpando pelo atraso e se justificando sob o argumento que teve de resolver uns problemas no centro do Rio, o que a fez ficar atrasada para pegar as Barcas. Ela pedia mais tempo para chegar.
Mesmo diante da explicação, perguntei a minha esposa o que ela achava. Ela, que minutos antes estava com o filme queimado comigo pela sabotagem, começava a recuperar crédito e até a fazer ar de elevação. Em poucas palavras, ela fez desdém da situação e disse que eu poderia decidir o que quisesse.
Então, ficamos mais tempo aguardando a tal menina vir das barcas. Mas, o tempo passou ainda mais. Quando nos demos conta, já eram 16h. Ou seja, 2 horas de atraso. E a tal Emanuele não respondia mais as mensagens que mandávamos.
Poderia ser que ela não respondesse por estar transitando nas barcas. Mas, naquela altura, já não fazia muita diferença. Qualquer que fosse a justificativa, 2 horas de atraso são injustificáveis. Por óbvio que a coisa havia se invertido. Se antes minha esposa estava com seu filme super queimado comigo, agora era eu quem estava ficando em débito com a minha esposa.
Mandamos uma mensagem final para a menina, explicando que já havíamos esperado demais e que precisávamos cuidar da nossa vida. Mensagem essa que nunca foi respondida. E foi assim que terminou essa triste tentativa de Ménage a trois.
Eu e minha esposa voltamos mais unidos no caminho de volta. Cada um havia pisado na bola do seu jeito. Ficou elas por elas. Sugeri que eu desculparia ela, se ela me desculpasse e vice e versa. E foi assim que ainda no carro já estávamos de bem.
Mas, fica aqui o registro dessa história, que infelizmente não é fato isolado no mundo liberal. Sabemos que muitos são os casais que já levaram bolo de alguma forma. Seja por falta de consideração da outra parte, ou porque simplesmente a outra parte é fake. Enfim, não faz diferença o motivo. O resultado é o mesmo: decepção e perda de tempo. Não desejamos isso a nenhum casal e nem aos solteiros.  
No final, nunca demos o troco nela. Acabamos deixando pra lá. Ela ainda deu gelo na gente dias depois. Fez que nem conhecia a gente em conversas virtuais. Claro que, a vontade é grande de combinar um encontro e furar com ela. Fazê-la provar um pouco do próprio veneno. Só não fizemos por não ser do nosso estilo. Acreditamos em justiça divina.
Então é isso, pessoal. Fiquem a vontade pra comentar. Quem sabe outra hora conto alguma história nossa mais feliz, né? Um abraço para todos. Ah sim, já ia esquecendo... quem quiser combinar um encontro com essa Emanuele... aí vai o zap dela (21) 98166-4674 . Mandem lembranças nossas.