quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Faltando com respeito



Sei que nem todos os maridos que leem o blog curtem ser humilhados e ficarem submissos à esposa ou ao amante. Por isso, o que irei escrever irá se aplicar tão somente aqueles que entendem esse prazer tão fora do comum.
Como qualquer relação, o comedor que se aproxima de um casal deve ter muito tato e feeling pra saber como se portar. Qual a medida certa pra agradar cada casal? Educação demais atrapalha? Vale a pena correr o risco de parecer mais abusado? Ficar muito na defensiva pode projetar uma falsa imagem de bom moço, o que apenas quebra o fetiche dos maridos mais submissos, ávidos por serem hostilizados.
Por outro lado, ser mais atuante e pró-ativo pode parecer sim, um abuso fora de propósito e além dos limites estabelecidos. Isso poderia queimar em definitivo a boa imagem de um candidato. Graças a Deus, eu não sou comedor. Porque realmente, não é fácil definir esses limites. Apesar de sabermos que o lucro é muito alto pra quem se aventura e tem sorte ou capacidade de viver experiências. 
Seja como for, devo confessar aos caros leitores, que fico especialmente excitado quando me defronto com um comedor abusado e desrespeitoso. Se pra boa parte dos casais, a hora do “desrespeito” se restringe ao momento do ato sexual propriamente dito... pra mim, esse momento se estende um pouco mais.
Acho o máximo quando o comedor me subjuga, mostra claramente que ele jamais seria corno manso como eu, e que gosta demais de comer a minha esposa, mesmo quando ainda estamos numa praia ou mesa de um bar. Adoro saber que ele não libera a mulher dele e que acha sim, que sou um trouxa em liberar a minha esposa. Sou louco? Talvez. 
Fato é que gosto de homem abusado mesmo... aquele que se deixar... toma a minha mulher pra virar a putinha dele e me deixa chupando dedo. Gosto de homem que passa a mão e pega na perna e no cabelo dela e que não procura amenizar a situação com uma política de boa convivência  e educação entre comedor e marido. Quem sabe, talvez eu goste de sentir raiva e indignação de um comedor visivelmente superior? Já ouvi essa teoria masoquista, que me parece até fazer algum sentido.
Por outro lado, reconheço que no primeiro encontro, é prudente que não haja investidas, já que o casal ainda não se decidiu se vai ou não abrir margem pro candidato. Mas, a partir do segundo encontro, fico incomodado com homens muito gentis, educados, e sem atitude.
Talvez, seja justamente esse um ponto nevrálgico no processo democrático de seleção dos amantes. Minha esposa tem a tendência de simpatizar com homens “educadinhos”, “simpáticos” e “bons moços”.
Eu, por minha vez, gosto de sentir um pouco de “raiva” daquele cara antipático, “filho da puta”, safado, que me humilha, e que vai comer muito a minha esposa e me deixar pra escanteio. O tal “aproveitador, cafajeste, e calhorda”.
Enfim, no meu entender, o sexo feito sem um componente de conquista, dominação, humilhação, vantagem e até um contexto de melhor proveito de outro homem em cima de sua fêmea... vira puro ato mecânico e sem sentido de ser.
Li uma vez em algum lugar um trecho que me excitou demais: “mulher de corno não se respeita”. Sim... sei que muitos dos leitores devem criticar essa minha excitação. Mas, lendo esse trecho, veio imediatamente a minha cabeça a imagem da minha esposa numa boate comum, sendo assediada na porta do banheiro... sem que haja qualquer respeito por mim. É disso que eu gosto. Selva!
Também sei que essa minha preferência pelo assédio deve indignar às feministas de plantão. Mas, meninas, convenhamos: vocês respeitam um homem que te respeita demais? Na posição de um marido submisso e corno falo com carteirinha: bem sei o que vocês fazem com namorado que coloca vocês num pedestal. Sei disso porque adoro o que vocês fazem.
Isso só prova a minha teoria que mulher gosta de homem cafajeste pra transar e homem educado e respeitador pra casar. Cabe ao homem escolher a função que quer ter na vida da mulher. Eu escolhi casar em vez de transar.
Vejam que não estou aqui fazendo apologia à violência contra a mulher, e nem à chatice de ficar insistindo quando a resposta é clara: “Não”. “Não é não”, e as feministas têm razão. O comedor deve saber o momento de recolher as garras e cair fora. Até pro marido corno, um comedor sem noção é algo realmente muito chato.
Mas, precisamos de um comedor pró ativo, galante, sedutor e abusado sim, por que não? Que assedie e aceite numa boa quando for rejeitado. Que arrisque e invista, mesmo quando o resultado possa ser um clamoroso fora.O limite entre o que se deseja de um homem e o que não se deseja, vem da insistência fora de propósito, mesmo diante de um  "não".
Nossas mulheres precisam sim, ser assediadas dentro dos limites da boa convivência entre os sexos. Faz bem à auto estima perceber que despertam desejo em outros homens. Afinal, não é pra isso que elas tanto se arrumam? Acho que se todos os homens fossem tímidos e retraídos, como eu, as mulheres teriam que aderir ao lesbianismo, não é mesmo? Ou começarem a virar caçadoras.
Curiosamente, quem é do meio liberal sabe que as boates Swing, destinadas exclusivamente aos casais liberais, são lugares onde todos se respeitam demais. Ninguém vai mexer no cabelo da sua esposa, sem o seu consentimento. Tudo é muito polido e bem regrado. Não existem riscos de brigas, ou desentendimentos. Nem da sua esposa ser assediada.
Pois bem, um homem como eu, que curte o desrespeito da selva, não deveria ir em boate Swing. Talvez, eu devesse levar minha esposa e deixá-la transitando pela porta do banheiro feminino de uma boate comum. Pra que justamente, os gaviões mostrassem o quão corno impotente eu posso ser. Mesmo que dali não saísse nada, só de perceber o ataque dos gaviões à minha fêmea já me faria ficar muito excitado. Sim, eu confesso!
Lembro que há muitos anos atrás, eu vinha de uma festa em pleno carnaval, conduzindo minha ex (na época noiva) pela mão, quando tivemos que cruzar um bloco carnavalesco repleto de rapazes famintos por mulher.
Nem preciso dizer que passaram muito a mão na minha noiva e eu fiquei com cara de trouxa. Nada pude fazer pra evitar. Não iria brigar com vinte pessoas, ainda mais quando nem sabia ao certo quem daqueles foram os caras que realmente passaram a mão nela. A princípio, lembro que ela ficou irada comigo, pela passividade de permitir que outros homens tirassem tanto proveito da situação sem nenhuma reação.
Acho que ela esperava ao menos um indignação, uma postura de macho firme... que brigasse, retrucasse, e tentasse impedir o que estava acontecendo. Acho que ela esperava ter o orgulho de se sentir protegida em vez de ter um noivo banana que nada fazia.
Mas, com o passar do tempo, e a partir do momento em que ela descobriu o fetiche e aderiu, essa lembrança acabou sendo muito usada pra motivar e instigar nossas transas. E como eu adorar ouvir: “Eles abusaram muito de mim, seu corno! E você, babaca não fazia nada.” Eu gozava na hora... ela falava isso enfiando o dedinho no meu cuzinho... e eu delirava.
Vinha a minha imagem, um bando de cafajeste passando bem a mão na xota da minha noiva e me deixando impotente, sem nada a fazer se não, aceitar... ela sabia que eu adorei ter vivido aquilo... e aos poucos, ela mesma foi passando a gostar da recordação. O que era um trauma, foi virando tara. Moral da história: bom mesmo é não ter moral.
Pessoal, mesmo aos que não curtirem essa minha confissão, deixo aqui as minhas desculpas por demorar tanto a atualizar o blog. Espero que tenha valido a pena a espera.
Por fim, deixo aqui o email pra contato, que tantos pedem e tenho que ficar escrevendo um a um: 

Beijos a todos.
 




42 comentários:

  1. Bem vindos de volta!!!!
    Quanto ao texto: abusadinho é legal. Folgado é o fim. O limite é sutil, mas faz toda a diferença.
    Uma vez, na praia, a três, o single se dispôs a passar o bronzeador. Fez do jeito certinho, sem se roçar onde não devia, mas se demorando um tantinho a mais. Se aproximando um pouco mais que o necessário.
    No final, vira para o Paulo e disse “está maluquinha. Doida pra dar!”
    E sorriu.
    Foi o tempo certo para querer ir para um lugar mais reservado.

    Se ele tivesse tocado, teria sido repelido.

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    1. Perfeita a colocação, Ana Maria. Sem trocadilho. rs De fato, esse feeling de saber se insinuar, sem passar do limite, é o que torna o homem sedutor ou chato. Tanto é que, você mesma admite que um pouco mais que isso, ele teria sido repelido. É exatamente o que penso.

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    2. Teve um cara com quem saímos algumas vezes. Meu trabalho e o dele eram próximos. Chegamos a almoçar juntos, eu e ele. Um dia, ele passou a falar de Ana Maria como se não fosse minha mulher: de quanto ficava úmida, o jeito que gozava, até as peculiaridades da xoxota!
      Cara folgado!
      Mas ganhou muitos pontos.

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    3. Que delícia, Paulo. Dá um misto de raiva, revolta e... tesão. Você deve ter ficado inquieto tendo de ouvir tudo aquilo, com o pau duro por debaixo da mesa. rsrs

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  2. Sensacional!!!
    Um dos melhores posts q vc escreveu!
    Parabéns!
    Pra mim tbm, quanto mais escroto, badboy , forte, bombado e cafajeste for o comedor, mais eu me excito.

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    1. Obrigado. Tentei caprichar pra compensar a minha ausência por aqui. rs

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  3. Sou de Curitiba. Para casais. Somente encontros reais. Não faço acepção de pessoas: casal maduro, jovem, cor ou bissexual, etc. Marcos 41 987732396

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  4. Tá certo!! rs
    Mas procure postar com uma frequencia maior, seus textos sao ótimos,o ainda mais quando vc enaltece os machos comedores e deixa bem claro o seu lado submisso,rss

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    1. Obrigado. Estou buscando conseguir mais fluidez e frequência no blog. Sei que não é fácil devido a vida corrida, mas... vamos que vamos.

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  5. Bem, eu já fui corno de vários tipos de macho, mas o tipo que mais me deixou com tesão foi o dominador, aquele que quando está entre quatro paredes assume o comando de tudo e com vigor dá prazer pra esposa e domina o marido corno.
    Gosto tanto que ao perceber que um colega tinha esse perfil, me aproximei mais dele e acabei por apresentar minha esposa pra ele e logo nos acertamos. Foi uma delícia ser totalmente dominado por ele.

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    1. Delícia. Foi o que quase aconteceu comigo com um amigo de trabalho (história contada em postagem anterior). Percebi que ele fazia o meu tipo de comedor e acho que ele acabou percebendo que eu fazia o tipo de marido frouxo que ele gosta. Só não foi adiante porque minha esposa não curtiu ele. Mas, que delícia saber que com vocês deu certo. É especialmente saboroso quando acontece com alguém de fora do meio, como um colega de trabalho. Parabéns.

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  6. Que bom que vocês voltaram a postar.
    Somos um casal cuckold&hotwife e fã do blog. Parabéns.
    Embora cuckold e ela hot exibicionista ninfa, na hora da abordagem ela prefere um macho alfa elegante sedutor educado além é claro que tenha boa pegada.
    Se for bi/Flex e liberal e o melhor dos mundos.
    Bjs e parabéns.
    Márcio e Marta.

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    1. Muito agradecido, Márcio e Marta. Sejam muito bem vindos aqui no blog.

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  7. Adorei a volta do casal. Parabens pelo post, muito bem escrito.
    Contei num post chamado "Exposto no Trabalho" ou algo assim, como minha jovem esposinha me traiu com um vereador baiano, com meu consentimento. E desde que passei num concurso para o Rio, voltamos a nossa vida de casal normal, mas sem esquecer jamais daqueles momentos. Procuramos casas de swing, mas vimos que nao era a nossa. Ela simplesmente nao se atraia por nenhum dos homens, nem eu pelas mulheres. Simplesmente recusava o assedio, as cantadas e aproximaçoes. Eu ate ficava na duvida: Sera que ela virou "linda, recatada e do lar"?
    Mas ate eu mesmo nao gostava dos caras que dela se aproximavam. Faltava alguma coisa. Mas o que seria? O aproach talvez? Gentis demais? Ousados demais? Bonitos demais?
    Isso nos fez parar de procurar. Tocamos nossa vida tradicional, eu trabalhando, ela voltando a estudar e passando na OAB. Mesmo nao precisando, voltou a trabalhar como estagiaria no escritorio de direito indicado pelo pai de um amigo.
    Passaram-se dois meses, e numa noite,ela chegou tarde, com aquela com aquela cara de cachorro que mijou no tapete. Apertei-a para que me contasse, e ela sem jeito confessou. Na happy hour, fora assediada pelo dono do escritorio, com idade para ser seu pai, um sujeito barrigudo, escroto tanto de aparencia quanto de atitude. E, entre drinks e promessas, ela cedeu. Fora para o carro do filho da puta, e chegava em casa aquela hora, sem calcinha,suja de semen,descabelada e completamente usada pelo safado.
    É dificil descrever o que senti. Fui transportado para o passado, onde vivemos exatamente a mesma coisa. A adrenalina acelerou meu coracao.A vontade de bater nela vinha e voltava, meu rosto queimava de humilhacao.. e meu penis estava tao duro que doia.Naquela noite me masturbei lambendo sua xaninha cheia da porra do macho.
    E descobri o que ambos queremos de um comedor. Eu, um homem mais poderoso financeiramente, que de alguma forma exerça seu poder sobre nos. Um cara que me conheça, que se encontre socialmente conosco sem saber que eu sei e permito. Que me tenha por um corno manso nao sabido, cuja mulher ele come em segredo.
    Ela,um amante feio,mais velho, bem canalha, mas que lhe de vantagens, presentes caros,e que se vanglorie para os amigos de a estar comendo.
    Em suma, acho que nenhum cuckold é inteiramente igual ao outro.As nuances variam muito, mas todos endeusamos nossas mulheres e as queremos satisfeitas por um comedor que a encha do prazer que nao podemos dar.

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    1. Como assim, suja de semen?
      Transou sem camisinha logo na primeira transa?

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    2. Ela estava alta e nao esperava transar naquela noite, no maximo uns amassos. Mas o safado se aproveitou dela e a comeu ali mesmo, no banco de tras do automovel. E ainda a trouxe em casa, parando na porta de meu predio. Fiquei tao excitado com isso que ate esqueci desse detalhe. Mas combinamos que , daqui para frente, ela levara sempre uma caixa de camisinhas na bolsa para "emergencias"

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    3. Uau!!
      Sonho de consumo essa sua história. Incrível como realmente essa situação que você expôs é excitante. Acho que com a gente funcionaria perfeitamente bem algo assim. Não tenho dúvidas de que seria uma vivência das mais excitantes possíveis dentro das opções que temos.
      Meus sinceros parabéns ao casal. Peça a ela que jamais conte que você sabe... pra que toda a eletricidade da situação jamais acabe.

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  8. Concordo que não há padrão, cada CORNO curte de um jeito, porém a maioria curte a pegada de submissão relativa, um cara mandão que curta colocar o manso em seu devido lugar é um tesão.
    Algum comedor da Bahia? kzalfogo@bol.com.br

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    1. Verdade, Rapha. Mas, existem também os que não curtem submissão. Em meu livro os denominei "Cuckold não polarizados" e faço especial referência a eles.

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    2. Cadê o livro??????

      Sou corno manso frustrado. Minha esposa não quis realizar e acabamos nos separando.
      Mas isso faz parte da minha natureza. Talvez encontre outra que queira realizar.
      Para os frustrados como eu, para os que já são, para os comedores, para as esposas que realizam essa tão maravilhosa fantasia, POR FAVOR LANCE O LIVRO!

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    3. Peço desculpas. Vou me esforçar o máximo pra lançar o livro ainda esse ano. Na verdade, ele já esta escrito. O que falta é uma boa revisão. Talvez eu lance ele como está... e fique aberto a sugestões e correções propostas por vocês.

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  9. somos iniciantes e eu ainda estou me acostumando com a ideia da minha esposa de transar com outro cara, mas topei. Não participamos de nenhuma transa lógico,fico com ciumes. Mas fomos em forró e fiquei olhando minha esposa dançar com um cara ...foi show o cara era abusado e ficava com a mão na bunda dela alisando e apertando....foi foda ver isso, mas fiquei co um tesão danado...fomas pra casa e transamos muito com ela dizendo que queria transar com esse cara e que ele tinha um volume grande nas calças. deu tasão...,as não estou preparado para ver minha esposa com outro....

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    1. agora consegui entrar com meu perfil...esse texto somos nós.
      fred e vilma eu tenho 45 anos minha esposa tem 35, ela tem esse desejo de transar com outro cara, mais ainda não estou preparado para isso ...mesmo achando isso um tesão.

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    2. Sou da região de Osasco Carapicuíba Barueri só chamar no zap pra agnete troca uma ideia pode ser 953405596

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    3. Olá, Fred. Meu conselho é não faça nada se não se sente preparado. A consequência pode ser muito pior pra vocês dois. Procure ler mais sobre o tema, ver vídeos no xvídeos (procure por "corno" no campo de pesquisa do site)... imagine sua mulher no lugar daquelas lindas hotwifes que transam com outros homens. Experimente chegar o mais proximo da situação sem necessariamente experimentá-la. Só tome realmente iniciativa se estiver pronto. Você pode inclusive, vê-la dançando forró costumeiramente, como forma de excitação, sem a consequência do sexo. Quem sabe, um dia mais pra frente, você se acostume com a situação e resolva vivê-la de forma mais intensa?

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  10. Me identifico muito com seu texto,principalmente quando assisto,gosto de ser humilhado pela esposa e pelo macho,e nem todos nos sabem rebaixar e mostrar o devido lugar,já minha esposa mesmo em locais públicos mostra sempre quem manda na relação e isso me excita demais.

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    1. De fato, ser submisso a esposa é muito excitante também. Aqui em casa, isso nem se discute mais. É ela quem manda.

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  11. Para quando um video no canal,sobre suas tarefas domésticas e submissão pública perante a esposa?

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    1. Olá. Isso já seria mais difícil pois eu precisaria participar dos vídeos. Confesso que evito por conta da discrição. Tenho família, e amigos de empresa, filhos... conhecidos, chefe... enfim... apesar de saber que minha opção sexual é só minha, no fundo, vivemos num mundo muito preconceituoso. E sei que devastaria muito a minha vida e a de meus filhos, ser descoberto. Por isso evito aparecer no canal.

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    2. Não precisa aparecer no vídeo,pode ser mesmo ela a explicar,quanto à descrição,eu sei que é impirtante,Também temos uma filha,mas por muito que sejamos discretos,alguem fica sempre sabendo,e embora não tenhamos noção disso,a nossa fama de corno manso vai aumentando dia a dia. Abraço!

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    3. Ok. Vou considerar ela falar um pouco sobre isso, apesar de no dia a dia, evitarmos dar na pinta que somos Cuckold e Hotwife. Mas, sei que é verdade que sempre alguém acaba sabendo.

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  12. Que bom que voltaram, ainda não ,li o texto, lerei com calma, mas só de saber que estão de volta é motivo de alegria!

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    1. Muito obrigado, ksar paiva. Vamos tentar abastecer aqui com mais frequencia.

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    2. Eu que agradeço , aqui me sinto me casa!

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  13. Já aconteceu de vcs saírem com um um comedor desse tipo q vc citou no texto, bastante desrespeitoso e abusado q te humilhou na mesa do bar ou na praia? Como que foi? Conte pra gente .

    Seria muito bom se vc participasse do canal do youtube tbm, junto com a sua esposa, sem mostrar o rosto e com o desfoque da voz igual ela.

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    1. Sim. Já aconteceu algumas vezes sim. Aos poucos vou contanto as histórias. Vou refletir sobre aparecer no canal. É preciso coragem pra arcar com os riscos.

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  14. Concordo com tudo que disse!realmente o folgado, cafajeste é o que mais exita por chegar, como diz gíria "chegar chegando"Já tivemos experiência ótima com assim no fim do ano passado, ele percebeu minha submissão foi logo tomando conta, assim que entramos no motel , ele já foi me humilhando me chamando de corno , que meu lugar era ali assistindo e o servindo, minha esposa por sua vez ria de tudo demonstrava prazer em ver seu macho dar esporro no seu marido!Mas cada vez que ele me destratava mais exitado eu ficava , ele percebia que meu pau latejava cada vez que subjugava,não tinha como disfarçar, por fim minha esposa entrou na onda dele e começou também a me "ofender"!Claro depois de tudo de toda adrenalina, tudo voltou ao normal pois entre quatro paredes o que vale é fetiche!Fora dali somos bons amigos!

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    1. Também já passei por isso em motel e mesmo em casa e é como vc diz,é na hora do sexo,fora disso volta à normalidade.

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    2. Exatamente! Tudo tem o seu momento.

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  15. PROCURO CASAL OU MULHER SEM HOMO Sou discreto, sigiloso e seguro.tenho 49 anos .branco. boa aparencia .1.87 alt corpo normal com dote grande bem grosso .moro em sao paulo znorte . Não sou pegajoso nem procuro envolvimentos, quero apenas prazer e um relacionamentos legal de amizade e cumplicidade. Adoraria conhecer vocês e desfrutar de momentos prazerosos com vocês. Zapp. 11. 997737906. Antonio Carlos. Email homemmenage arroba bol.com.br. skape ninho1211. Abs a vcs

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  16. parabens pelo blog. aprecio bastante seus posicionamentos. gostaria de fazer uma provocação (e quem sabe, gerar um debate saudável): existe uma relação de submissão do corno em relação ao macho fora das 4 paredes? no sentido de ser servil? explico melhor, se um macho (dominador e cafajeste no sentido que utilizou no texto) "precisar" de um motorista em um momento pontual, o corno teria que servi-lo? abs

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  17. Vou dar minha opinião: No nosso caso a coisa se restringe entre quatro paredes, ou então entre só nos três, como uma brincadeira!Os exemplos que vc deu podem acontecer, mas isso só entre nós , ser motorista por exemplo , eu já fui dentro do carro sim fui submisso estava só nos três!mas fora disso somos amigos normais a respeito!

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