sábado, 5 de agosto de 2017

Corno por Tabela



É incrível a capacidade que temos de sentir prazer apreciando a experiência alheia. Acho que se existe algo muito comum no fetiche Cuckold é justamente isso. Basta um de nós publicarmos alguma foto da esposa, ou relatarmos alguma experiência nova, daquelas bem sórdidas, que todos imediatamente “repartilham o pão”.
Nesse ponto, eu nem preciso confessar que sou um viciado irrecuperável do prazer que os chifres alheios me proporcionam. Muitas vezes vejo nos comentários do blog um leitor dividindo sua história conosco, sobre como a esposa tem feito com relação ao fetiche e... eu me encarno no marido e sinto todos os prazeres por ele.
Realmente, adoro ver fotos, saber sobre histórias picantes que aconteceram com cada um que vive esse fetiche. Degusto cada pequeno detalhe desses relatos. Cada delicada curva da esposa fotografada em questão. Cada pequeno pêlo das mãos grossas e ásperas de cada comedor sobre a pele das esposas... tudo como se eu mesmo estivesse levando o chifre.
Sim, confesso a todos: não sou apenas corno sob o meu próprio ponto de vista. Não sou apenas Cuckold de minha esposa linda, branquinha e maravilhosa. Vou muito além disso, e me consagro o “corno por tabela”.
Tenho uma predileção por histórias em que o comedor exerce algum tipo de domínio sobre o casal, seja financeiro, seja físico, seja mental, seja hierárquico... perceber que um casal foi completamente dominado pelo comedor me deixa de orelha (pra não dizer outra parte do corpo) em pé.
A exemplo disso, eu cito um comentário posto aqui no blog há dias atrás, sobre um casal que viveu aventuras picantes com um vereador lá na Bahia. Pelo que foi contato pelo ilustre leitor, sua linda (na época) noiva, cedeu às investidas do Vereador, que também era patrão do casal; e que compensou o marido com um aumento salarial como forma de pagar os chifres. Que delícia de relato!
Ou seja, esse sortudo marido, desfrutou o prazer de ceder sua noiva logo para o patrão. Algo que sempre esteve no meu imaginário, em minhas fantasias mais absurdas e excitantes. Um sonho que realizei através do comentário do caro “anônimo”.
Outros muitos relatos de leitores já foram postados em nosso blog. Basta passar os olhos por postagens mais antigas e muitas histórias ricas foram registradas no campo de comentários.
Casais que estão começando, maridos orgulhosos pelo começo e até mesmo algumas mulheres casadas, dividiram suas experiências conosco. Tudo isso só nos deixa lisonjeados e ao mesmo tempo inebriados de prazer. Cada história, um sabor próprio e muito especial.
Não vou falar aqui, o que também é válido: o valor de saber que não somos os únicos com esse fetiche tão desconhecido e tão pouco explorado. Mas, essa postagem é pra falar sim, do poder que esses relatos exercem em nossa já fértil imaginação.
Realmente não sei se todos conseguem sentir esse prazer assim: “por tabela”. Mas, imagino que a maioria consiga. Afinal, já estamos acostumados a nos imaginar na posição de outro, quando cedemos nossas esposas, e depois ficamos imaginando o prazer que esse outro homem teve com nossas mulheres.
Sentir prazer pelo outro marido, que cede a esposa, é um ato involuntário. Mesmo que eu não quisesse, o prazer falaria mais forte. Ao ouvir os detalhes de como foi o encontro de sua esposa com o amante, e por vezes, receber as fotos que comprovam o crime, o leitor consegue atingir meu ponto G. É o êxtase total.
Acho que na era do “faça você mesmo”, revistas masculinas, filmes pornôs, meio que se depreciaram. A perfeição da luz, da maquiagem, tudo parece tão perfeito que perdeu a espontaneidade. Nada parece real. E de fato não é. Tudo é artifício no mundo das modelos. Não quero com isso criticar essa importante área de trabalho. Mas, percebo que a imperfeição orgânica das fotos caseiras, e filmes crus e sem qualquer produção, feitos por maridos amadores como eu, são a preferência de quem busca algo mais autêntico.
Hoje, se me oferecessem um vídeo espetacular com uma atriz pornô super famosa, na sua produção mais célebre, como toda a maquiagem, o jogo de luz, os efeitos no Photoshop, as micro correções que tornam tudo muito glamoroso; ou um videozinho caseiro com uma esposinha e um comedor, feito pelo próprio marido em casa e sem qualquer preocupação com nada, acho que iria acabar preferindo o segundo.
O vídeo caseiro, assim como as fotos caseiras já viraram um fetiche no mundo. Mulheres que antes não teriam vez no mercado das modelos, ganharam total protagonismo a partir do momento que se permitiram ser filmadas em seu momento de maior privacidade. Talvez, o mercado já esteja um pouco farto de falsos gemidos, e roteiros estruturados. As pessoas parecem desejar avidamente o resgate do sexo real.





Falando por mim, mesmo que nada tenha sido registrado por filme ou foto, um simples relato verídico do que acontece com outro casal com o mesmo fetiche que o meu é algo que mexe profundamente comigo. Acho que tenho uma tara especial pela infidelidade feminina.
A mulher que trai talvez não desconfie do prazer que desperta no imaginário coletivo. E quando digo coletivo, digo todos os homens (alfas, caretas, cuckold, etc). Porque por mais que um machão alfa não goste de chifre... ele sabe apreciar a mulher safada dos outros. E mulher insinuante é o que há de mais provocativo nesse mundo.
Quem sabe por isso, nos dias de hoje, a mulher mais fatal, que “vai até o chão”, que “parte corações” e que “não se apega”, mas só “pega” é tão propagada nas mídias. Porque mesmo o senso comum, que não admite ser traído, por outro lado trair.
Por fim, faço um pedido aos amigos leitores: Primeiro, que continuem partilhando suas histórias nos comentários, pois o prazer de cada um de vocês é sim o prazer de todos. Posso não ter tido tempo de responder os comentários. Mas isso não significa que não tenha apreciado, saboreado, degustado cada pequena parte das incríveis histórias que vocês leitores nos conta aqui. Beijos a todos.