sexta-feira, 30 de junho de 2017

Exposto no Trabalho



 
Olá, pessoal. A pedido de um caro leitor resolvi contar com mais detalhes uma das nossas histórias que considero das mais excitantes e inesquecíveis desses últimos 10 anos de casamento Cuckold.
Na época, eu trabalhava em uma empresa, num setor de auditoria em que apenas 3 pessoas conviviam diretamente: eu, um companheiro de trabalho, que chamarei de João e nosso chefe, que chamarei de Douglas.
Também naquela época, eu havia acabado de me casar, voltava da lua de mel, e recebia os cumprimentos dos demais do trabalho. Naturalmente, o papo cotidiano no escritório não poderia ser outro se não sobre a minha nova vida de casado.
Ouvi conselhos do chefe e muitas histórias do João, que era um cara muito falador, e vivia se vangloriando de suas proezas com as mulheres, em sua vida de solteiro. Ele costumava ser enfático sobre sua opção pela solteirice, justamente pra poder ficar “pegando a mulherada”.
Papo vai, papo vem, e claro que aquelas histórias sórdidas e sacanas de João foram mexendo com o meu imaginário. Ele ainda espezinhava e debochava por eu estar entrando pro time dos casados. Na visão dele: “o homem só casa se for mesmo muito otário”.
Cada dia que eu ia pro trabalho, ficava mais mexido com as histórias safadas de como meu companheiro tinha pegado, usado e abusado de alguma periguete... e de como nada daquilo podia acontecer comigo, justamente porque eu era agora um homem casado.
Eu ficava num misto de raiva, insatisfação por saber que parte daquela brincadeira era verdade, e que eu realmente não iria ficar pegando outras mulheres, e de inveja e admiração por ouvir como o João era um tremendo comedor.
De fato, ele vivia recebendo ligações de mulheres no celular, além de tomar intimidades com as mulheres gatas de salas ao redor. Tudo apontava para o fato incontestável de que João era um macho alfa.
Não demorou nada, pra eu passar a fantasiar diariamente com meu companheiro de trabalho comendo a minha esposa. E de forma consciente ou não, acabei caindo na besteira de mandar fotos de várias mulheres que eu peguei durante a vida pro email do João.
Enviei o email como que pra mostrar que eu não era tão “otário” e que já peguei sim muitas mulheres gatas. Assim, eu pretendia refutar as acusações que recebia de meu companheiro. Mas, o efeito acabou sendo outro.
Ao receber fotos de umas 4 mulheres com quem tive caso, João não hesitou em dedicar todo o foco na última mulher: minha esposa. A foto dela não era erótica. Era uma foto dela de top e sai, no banheiro, que bati na lua de mel.
No dia seguinte, João veio cheio de graça pra cima de mim: “ – Nossa!! Você tá bem, heim!?” Começou a elogiar descaradamente a minha esposa. Tanto pra mim, quanto pro nosso chefe. No começo eu apenas acenei, fiz pouco caso. Mas, ele não sossegou. Passava a incluir minha esposa em todas as brincadeiras que costumava fazer no escritório.
Assim, se tinha uma festa pra ir, ele dizia: “ – Eu tô indo pra pegar umas gatas. Mas, você... tem mais é que ir pra casa mesmo... com um mulherão daqueles te esperando... seria um desperdício.”
Nos dias seguintes a conversa começou a girar em torno da frequência com que transávamos. João se gabava de comer 1 mulher diferente a cada semana. E de transar varias vezes por mês. Meu chefe caiu na pilha da brincadeira e começou a falar que mandava muito bem com a patroa, mesmo nos seus quase 60 anos.
E eu, tolinho, falei que transava 1 vez por semana, já que naquela época, minha esposa passava uns 3 ou 4 dias em outra cidade a trabalho. Foi o suficiente pro João passar a tripudiar em cima do fato de que eu não comia minha esposa direito e de que nem tinha o controle de onde ela estava.
Passei a viver uma fase de constantes deboches no trabalho. Até que meu chefe, um dia, me chamou a parte e advertiu em tom de brincadeira, mas séria: “ – Cuidado com o João! Ele tá vidrado na sua esposa.”
Fiquei sem jeito em receber um toque daquele tipo justo do meu chefe, e com um sorriso amarelado, tentei fingir que estava tudo bem. Mas, meu tesão naquilo tudo só aumentava. Eu me masturbava umas 10 vezes por dia, todas pensando no João com a minha esposa.
Cheguei a falar do João pra ela, que pediu uma foto pra ser analisada. Eu já não conseguia pensar mais em nada que não fosse no meu companheiro calhorda comendo a minha linda esposinha branquinha e delicada.
Percebendo minha pouca relutância em defender a minha “macheza” João começou a ser mais enfático em suas brincadeiras. Começou a questionar a minha falta de ciúme por deixar minha esposa tantos dias longe. E desse ponto, ele acabou chegando no ponto em que admito não ter ciúmes dela com outros homens.
Ao descobrir isso, ele passou de todos os limites. Comentou com o nosso chefe sobre essa “falta de ciúmes” da minha parte. Até que um dia, meu chefe perguntou em pleno expediente na frente do João, como que numa aposta entre os dois:
“ – Você gosta que outro homem pegue a sua mulher?”
Não é conto erótico. Não é invenção, nem nada disso. Meu chefe proferiu essas exatas palavras se dirigindo a mim, como que numa tomada de satisfação. Obvio que eu estremeci. Fiquei exposto, como se tivesse completamente nu na frente do Maracanã.
O sangue subiu, e eu tentei transparecer normalidade diante daquela pergunta chave. Falei palavrão. Neguei. Fingi que era machão. Brinquei, despeitei... mas meu chefe queria uma resposta direta: “ – Responde! Você gosta? Sim ou não?”
Não sei a cara que fiz pra responder. Mas, consegui proferir as palavras às duras penas: “ – Claro que não!”.
Meu chefe gesticulou pro João, como que mostrando que estava certo em não acreditar naquela história absurda. Ou o contrário, como que concordando com ele por não acreditar na minha resposta. Até hoje não sei o que significou aquele gesto.
Seja como for, no fim do expediente, João se dirigiu a mim a sós, e eu mostrei indignação por receber uma pergunta daquelas do nosso chefe. João então falou claramente: “ – Você não sabe mentir. Ficou estampado na sua cara o que você gosta.”
Mais uma vez fiquei num misto de sensações e sentimentos: Raiva, humilhação, vergonha, tesão... me senti completamente devassado pelas pessoas que menos poderiam saber dos meus desejos mais secretos. Mas, ao mesmo tempo que me sentia atraído pela dominação que meu companheiro exercia sobre mim, também sentia raiva por ele ter me exposto daquele jeito para o meu chefe. Quase brigamos.
Mas, a partir daquele dia, tudo ficou muito claro entre mim e João. Ele sabia que eu era corno manso e que eu tinha tesão na ideia dele transar com a minha esposa. Eu não precisava falar nada... ele apenas sentia isso, e insistia diariamente pra ter uma chance de comer a minha esposa. Ele não media mais suas palavras. Mas, pelo menos só falava do assunto quando estávamos a sós.
Eu dizia pra ele que tentaria convencer a minha esposa a dar a ele. Mas, precisava de fotos dele. E o safado arrumou as tais fotos. Fez um perfil num site e me indicou o caminho pra mostrar a minha esposa.
Fiz, mostrei e minha esposa não se mostrou muito entusiasmada. Mesmo assim, autorizou que eu o convidasse para uma festa que iriamos promover em casa. Convidei o safado, que na época arrumou um rabo de saia, e não foi a festa.
Entre o perfil criado por João e a festa, fui constantemente assediado por meu companheiro de trabalho. Sempre jogando verde pra ver se terminava o dia na minha casa comendo a minha esposa. Certa vez, ele me colocou contra a parede e disse que faria “qualquer coisa” e frisou “qualquer coisa mesmo”. Era uma clara insinuação de que estaria disposto a ter contato homossexual comigo, se esse fosse o problema que emperrava a realização do fetiche.
Mas, o que ele não sabia, era que não era aquele o problema. E sim, minha esposa mesmo, que não havia se mostrado muito entusiasmada com as fotos que viu em seu perfil. Ou seja, não havia muito mais o que ser feito, além de deixar o tempo passar e tudo esfriar.
Por óbvio que por todo aquele tempo, eu suava frio pra que a notícia de que eu era “corno manso” não se espalhasse por todo o andar do prédio. João já havia dado provas de que não era muito de guardar pra si os segredos. De qualquer forma, que eu tenha ficado sabendo, a notícia não se espalhou. E depois, se tiver se espalhado, eu ao menos, não fiquei sabendo. E até saí já dessa empresa.
Então, esse foi o relato de como eu fui exposto a corno manso no trabalho. No final, não resultou em um chifre. Uma pena pois teria sido um dos chifres mais excitantes que já levei. Mas, ficou a história... e a fantasia, que vez ou outra falo na cama com a minha esposa:
“ – Hum... já pensou como teria sido se o João...?”


terça-feira, 27 de junho de 2017

Assistir ou não assistir? Eis a questão!



Diz o ditado: “o que os olhos não veem o coração não sente”.  Pessoas que traem seus cônjuges usualmente se apoiam nesse ditado para aliviar suas consciências do peso que é cometer adultério.  E de fato, se o cônjuge nada vê e nada sabe, naturalmente ele nada sentirá também a respeito.
Contudo, no contexto Cuckold, as coisas podem não ser tão simples assim. Existem sim, muitas situações em que o coração sente, e sente forte, mesmo aquilo que os olhos nem cheguem perto de ver. E é essa a polêmica que pretendo retratar nessa postagem.
Afinal, o que é mais forte? O que mexe mais com a cabeça de um marido cuckold? O que pode te deixar mais inseguro? E mais excitado? O que o coração sente mais? O que os olhos veem ou o que não veem? Pra simplificar ainda mais o tema: Assistir ou não assistir? Eis a questão. 
Imagino que num primeiro momento, para iniciantes, ou para o público em geral, a ideia de assistir a própria esposa fazer sexo com outro homem possa por impulso parecer uma experiência mais profunda, ousada, e até mais “Hardcore”, se é que me entendem. Ou seja, “assistir” não seria pra qualquer um; e muito menos pra iniciantes.
Quando eu era iniciante, certamente que compartilhava dessa mesma visão. Tanto é que posso dizer que comecei minha “carreira Cuckold” não assistindo, e apenas deixando minha namorada ser livre pra sair sozinha, pra depois me contar os detalhes do que ela e seu professor faziam.
Se bem, que no meu caso, ela saía sozinha por imposição dela. Eu sempre quis ir junto pra assistir e o tal professor, sabia que eu era corno manso, e até ofereceu de eu assistir, mas minha namorada é quem não queria mesmo a minha presença.
Mas, enfim, o meu desejo desde aquele tempo era assistir a tudo. E confesso que isso não me causava medo de arrependimento ou qualquer hesitação. Acho que sempre tive uma natureza Cuckold tão forte que o medo de assistir não fez efeito como esperado para um iniciante como eu era no começo.
Contudo, hoje com muito mais experiência no assunto, pude começar a ter dúvidas sobre o nível de profundidade de cada opção. O que seria mais avançado? Entre assistir e não assistir, confesso que muitas vezes me sinto mais desafiado na segunda opção do que na primeira.
Nos dias de hoje, posso admitir pra mim mesmo que acho curioso quando vejo um marido iniciante com tanto medo de assistir, preferindo manter-se distante, como forma mais branda de iniciar nesse mundo. Claro que eu compreendo essa linha de pensamento. Mas, no fundo, talvez esse marido esteja começando num nível mais avançado, sem perceber.
É importante explicar que, apesar do que foi dito anteriormente, minha posição sobre o que é mais avançado nesse fetiche, ainda não é oficial e muito menos consolidada. Na verdade, tenho dúvidas sobre esse tema. É certo que muitos dirão que assistir é algo pesado demais. Por outro lado, certamente que outros dirão o contrário.
Fico me perguntando se esse nível de profundidade do fetiche talvez não seja alterado a medida em que vamos realizando e adquirindo mais experiência. De fato, me coloco na posição de quem pretende começar a viver experiências, e devo reconhecer que pra grande maioria, ver com seus próprios olhos, em vez de só imaginar, possa representar um desafio maior.
Mas, por outro lado, na visão de marido que já praticou as duas opções tantas vezes, também não posso deixar de considerar o fato de que nos dias de hoje, com toda a vivência que eu tenho, deixar minha esposa sair absolutamente sozinha sem a minha presença, por mais que seja com um amigo conhecido e de confiança, ainda é algo que acelera meus batimentos cardíacos mais do que o usual.
Quando eu assisto minha esposa transar com outro homem, parece que eu tenho um tipo de controle... mesmo que mínimo. Uma segurança, de saber o que está acontecendo e como. Mas, quando a permito sair sem a minha presença... é como se eu perdesse completamente o controle. Fico em casa, louco de tesão, ciúme, numa mistura de pensamentos e de imaginação que não me deixam me concentrar em mais nenhuma outra atividade.
Por vezes, quando estou presente, e o dia não é dos melhores para o comedor, ele não manda tão bem, ou a coisa acaba sendo mais rápida do que o de costume, o fato de eu assistir a tudo isso torna a experiência muito mais branda e quase trivial, quando comparada a essa mesma situação, só que sem a minha presença.
Parece que de alguma forma, a minha ausência é uma garantia de vivência cuckold com alta adrenalina, mesmo quando na verdade, o que rolou entre minha esposa e o amante, não seja lá essas coisas. Já na minha presença, a adrenalina fica na dependência do que acontecer no motel; no dia e estado de espírito de cada um.
No final das contas, sempre continuarei praticando o “Cuckold presencial” e o “a distância” ao mesmo tempo. O “presencial” porque eu adoro filmar e participar eventualmente. E o “a distância” porque além de me excitar demais, minha esposa não sabe mais viver sem dar suas escapadinhas sozinha.
Enfim, assistir sempre é uma experiência muito boa. Mas, certamente que pra quem já praticou isso muitas vezes, o resultado começa a ficar na dependência das boas atuações de amante e esposa. Já não assistir, por mais que seja a opção mais indicada pra quem começa, certamente que sempre será uma opção mais instigadora, mesmo pros mais experientes no assunto.
Assistindo ou não, qualquer que seja o caso, fato é que o Cuckold é um fetiche incrível, pois melhora muito o sexo entre marido e esposa, aumenta a cumplicidade do casal, elimina a necessidade de mentiras, evita brigas, e opera milagres em casamentos destinados ao fracasso.
Vem sendo esse tipo de relato que costumeiramente leio em mensagens de todo o país enviadas para nós. É incrível que uma ideia que inicialmente possa parecer tão louca e fora dos padrões, possa definitivamente ter muito mais resultado do que anos e anos de terapia de casal.
E por isso mesmo, desejo aos casais curiosos e iniciantes, que não fiquem nervosos, apavorados, ou em dúvida se o Cuckold pode ser bom ou não para a relação de vocês. Acho que se tudo for muito bem conversado, podendo ou não o marido assistir, no final, no mínimo será uma experiência inesquecível da qual marido e mulher se transformarão em cúmplices de um segredo absoluto. Isso não é bom? Eu acho ótimo.






sexta-feira, 23 de junho de 2017

A foda! (Vídeo só abre em Laptop) - Não abre em celular.

Olá, pessoal! Depois de alguma análise sobre o motivo pelo qual o vídeo não tem sido aberto por muitos leitores do blog, descobrimos que os celulares vem configurados de fábrica para bloquear vídeos que não sejam do Google, do You Tube ou enviados diretamente pelo Whatsapp. 
Quem não conseguir abrir de um celular, ou terá que reconfigurar o celular na área de permissões ou vai ter que procurar um laptop para poder abrir. Aviso que vale a pena.







quarta-feira, 14 de junho de 2017

O nosso canal no You Tube está de volta!


Estamos de volta, pessoal. Agora com força total. O canal da sra.Cuck voltou ao ar. Pra acessar, basta procurar "Casal Cuckold" ou "casadosnapista" no You Tube. Aí é só clicar na mulher de vestido azul e pronto! Boa diversão.
Para aqueles que preferem link... segue aí:

https://www.youtube.com/watch?v=hqS94SKEWok&list=PLetDIkuAKz74Udq-hB3WkzG0rK-fhwCy3


Ah sim... outra coisa: Pra quem ainda não conhece:
https://casadosnolar.blogspot.com.br/

Nosso blog, na versão mais light. Ideal para esposas e casais iniciantes.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Vexame e prazer!



Certa vez, uma grande amiga virtual me escreveu uma frase interessante: “o macaco líder engravida a fêmea do mais fraco na frente da tribo inteira”. Acho que essa é a perfeita descrição do instinto Cuckold genuíno. Mas, a parte dessa frase que grifo para essa postagem é “na frente da tribo inteira”.
Deixar outro homem possuir sua mulher pode parecer a humilhação máxima que um homem pode ter. Mas será? De acordo com a frase acima, muito pior que ser um corno é ser um corno pra que todo mundo saiba. E daí, veio o meu grifo.
Revisando todas as experiências cuckold que já vivi, preciso fazer uma confissão delicada. Todas as vezes que minha condição de “corno manso” foi exposta a público, eu muito me envergonhei no hora do ocorrido, mas depois, realmente aquela adrenalina toda acaba dando um plus de excitação que marcaram esses momentos como únicos.
Em geral, passar pelo constrangimento público de deixar pessoas ao redor desconhecidas percebam a minha condição de corno manso está intimamente ligado a uma forma mais ousada e inconsequente da minha esposa proceder.
Nessas raras situações em que fui constrangido publicamente, minha esposa apertou o botão do “foda-se” sem me avisar, e fez o que tinha que fazer mesmo que aquilo deixasse claro para quem estivesse por perto, que algo estranho estava acontecendo ali.
Uma vez, eu e minha esposa saímos do carro de um comedor, que fez questão de se despedir com um longo beijo ardente na minha esposa, bem numa praça pública cheia de pessoas pra todos os lados. Detalhe: minha esposa ficou segurando minhas mãos enquanto beijada o comedor... e pra finalizar, saímos de mãos dadas pela praça, logo após terminarem o beijo.
Houve também a inesquecível vez em que minha esposa arrumou um comedor na Vogue. Em geral, as esposas se trancafiam nas cabines com o comedor... transam... e depois cada um vai pro seu lado, de preferência em momentos diferentes, justamente pra que de forma discreta, o casal saia da boate como entrou, com a reputação ilibada.
Só que com a minha esposa não foi bem assim que aconteceu. Não bastasse transar loucamente na cabine da boate, ela resolveu sair junto com o comedor pro saguão, e ficamos os três por longos minutos sentados a mesa bebendo. Pra piorar, terminamos saindo os três juntos ao mesmo tempo da boate, os dois se agarrando e eu pagando as contas pra todos os atendentes saberem da minha situação.
Acha que é pouca coisa? Então, veja essa: pior que ser descoberto por estranhos é ser descoberto por conhecidos. E acreditem, isso também já aconteceu comigo, e causa ainda mais excitação. A história em que um amigo de trabalho acabou percebendo pelo tipo de conversa que tínhamos que eu era corno manso, ficou marcada pra sempre na minha memória, como uma das situações mais excitantes que já vivi.
É incrível como às vezes, uma situação que não envolva sexo pode ser tão excitante ou mais que o próprio ato sexual em si. Esse caso teve exatamente esse tipo de efeito em mim. Ficar sendo coagido por um companheiro de trabalho a ceder a esposa à ele... e no final ainda ter que responder ao chefe sobre o boato de que eu gostava de ceder a mulher... foi o clássico exemplo de adrenalina de ver o que há de mais intimo num casamento vazar para a vida profissional em uma empresa.
Não há como esquecer situações assim. Elas ficam marcadas, pela vergonha , pelo vexame, pelo constrangimento, mas também, pelo tesão que proporciona depois que tudo passa. Ficamos pensando: “O que será que aquele estranho pensou de mim?” Só que no fundo, temos um prazer especial em chocar as pessoas de fora. É delicioso sentir que não somos compreendidos por essas pessoas e que elas realmente devem pensar muito mal da gente.
Não sei explicar esse fenômeno. Mas, parece que a humilhação de ceder a esposa para outro homem é ainda mais excitante quando ela é pública e constrangedora. O que nos faz voltar à brilhante frase de minha amiga virtual: “o macaco líder engravida a fêmea do mais fraco na frente da tribo inteira”. Consegue pensar em algo mais excitante que isso?
Mas vejam que não é porque somos atiçados pela humilhação publica e pelo exibicionismo de nossa condição, que passaremos a praticar o cuckold de forma a não protegermos nosso anonimato e nossas garantias de sigilo. Cruzar esse limite pode ser excitante sim. Mas não queremos viver fora dos limites da privacidade e da discrição.
Temos nossa vida familiar, pessoal, profissional... e claro, pretendemos manter essas vidas bem separadas da nossa vida sexual. Somos diferentes da maioria? Acho que sim. Deixaremos de fazer o que gostamos por conta disso? Claro que não. Mas também, não há necessidade de ficarmos nos expondo para todo mundo, sem que haja proteção do nosso segredo.
Afinal, como é bom ter segredos. Um casal com segredos é um casal cúmplice. Duas pessoas que falam uma mesma língua, que só elas duas entendem. Às vezes um olhar já diz tudo. Nada é mais mágico num casamento do que essa sincronia entre as duas pessoas. Parabéns a todos que construíram uma relação assim.