terça-feira, 23 de maio de 2017

Cadelinha no Cio



Pessoal, não sei se já tiveram alguma vez a sensação que tive há algum tempo. Estávamos eu e minha esposa na casa dos meus sogros naquele ambiente super familiar e descontraído.
Acontece que nessas ocasiões raras, gosto de aproveitar pra entrar em contato com pessoas liberais da cidade pra conhecer gente nova. Porém nesse dia, resolvemos sair com um antigo comedor da minha esposa. Então, avisei pra minha esposa que a noite a coisa iria ferver e ela manteve-se discreta o dia inteiro na frente dos familiares.
Mas, era uma sexta feira, e a noitinha foi caindo. Estávamos chegando próximo da hora de sairmos e minha esposa foi tomar seu banho. Confesso que é sempre um pouco constrangedor esperar na sala da casa dos pais dela, ela vir toda perfumada e provocante, estando os pais presentes.
Se pra eu sair com minha esposa numa sexta a noite a dois, já seria um tanto constrangedor... imagina o quão delicada é a situação, quando no fundo, estava ciente de que toda aquela produção não era pra mim, mas pra um comedor.
É óbvio que os familiares dela nem desconfiavam. Mas, ficava evidente que a mãe dela incentivava ela a fim de ajudar no nosso casamento... melhorar a nossa noite... cortesia de sogra (imagino que muitos não tenham isso). Mas, o que ela não sabia é que a cortesia não era diretamente pra mim, mas pra que a filhinha delas fosse foder bem gostoso com um macho desconhecido da rua.
Enfim, eu estava diante da minha esposinha cheirosinha e deslumbrante, pronta pra balada, e pronta pra sair com o aval de toda a família... sendo que só eu sabia pra fazer o que. Me senti um gigolô... um calhorda. Não sei... talvez a descrição mais apropriada fosse: me senti como quem levava minha cadelinha pra cruzar.
Era isso. A família toda apoiando e ajudando... sem saber a verdade. E eu, só esperando ela terminar de se perfumar... pra levar ela pra cruzar com o cachorrão pitbull da rua. Foi deliciosa a inusitada a situação.
Chegando na casa do comedor... foi literalmente pegar a mão da minha mulher e entregar pro Pitbull devorar. Foi alucinante ver ela de quatrinho sendo devorada por aquele animal. Eles cruzaram muito. Eu fiquei só assistindo, que é o meu papel.
E mais incrível ainda, quando depois de toda a foda, ela com aquele cheiro de macho, chegamos da rua pra casa dos familiares, e fomos super bem recebidos, como se eu tivesse dado no coro pra satisfazer a filhinha deles, quando na verdade, era outro macho que tinha feito todo o trabalho.
Foi um passeio com a cadelinha. Levei ela pra cruzar com o Pitbull e voltei pra casa da família. Imagina se os pais dela soubessem o que fizemos naquela sexta feira chuvosa. Que absurdo, né, gente. Fico imaginando o leitor que é pai de uma menina.
Já pensou sua filha sair com o marido numa sexta, mas na verdade ele só levou ela pra dar pra outro? Que mundo perdido é esse? O problema é que adoramos nos perder nesse mundo, não é mesmo? É que nem a letra daquela música da Marina Lima, Charme do Mundo : “Que mundo mais louco. Até mais que eu!”
E, em comemoração a loucura de todos aqui, vou postar um vídeo que não tem muito haver com tudo o que contei... mas ilustra bem o poder que uma cadelinha pode ter quando levada pra passear. É um clip do Gecko Turner em sua maravilhosa música  "Toda Mojadita".  Sugestivo, não?


Aproveitem o vídeo sugestivo e cuidem de suas cadelinhas como eu cuidei da minha. Bjs a todos. 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Concurso de camisolas



Bem, galera, talvez o tema de hoje não seja muita novidade pra vocês. Muitos podem considerar até um assunto muito “agua com açúcar” se comparado às perversões que estamos acostumados a postar aqui. Mas, o fato é que pra mim, as camisolinhas sexys são o que há de mais excitante nos últimos tempos.
Dentro da habilidade que todo marido Cuckold desenvolve em produzir sua esposa para realçar ainda mais seu lado hotwife e com isso agradar os outros homens, acabei me descobrindo um viciado em camisolas, como sempre fui em lingerie. Não sei o nome que se dá a isso. Seria “camisoláfilo”? Sei lá, mas vocês entenderam. Se não entenderam, vou explicar melhor.
Sou um homem sofisticado, com gosto incomum para muitas coisas. Com relação ao que considero sensual, mais uma vez me vejo trilhando caminhos menos usuais. Invisto muito no jogo do “esconde” para excitar. Assim, tenho mais tesão num maiô insinuante do que num fio dental minúsculo, por exemplo.
No caso das camisolas, não é diferente. Nada é mais fascinante pra mim, do que ver minha esposa sendo bem fodida de camisolinha sexy. É algo ainda mais provocante do que se visse a mesma cena, com ela inteiramente despida.
Talvez, o fato de esconder, mostrar parcialmente, ou não revelar-se por inteiro, me instigue mais do que a simples honestidade de se revelar tudo como se é, sem mistérios, sem espreita. A camisola esconde e revela na medida certa. E com isso, valoriza as curvas, as pernas, toda a sensualidade da mulher.
Algumas camisolas parecem projetadas por pervertidos como eu. Ligeiras transparências onde mais se deveria esconder. Cortes insinuantes que ressaltam os olhos sobre as curvas femininas. A camisola parece ter o poder de revelar o mais puro libertino que existe dentro de mim.
Alguns comedores já ficaram bastante surpresos quando faço o pedido: “fode ela, mas não tira a saia, ou a camisola”. De uma maneira em geral, tento não interferir no sexo da minha esposa, para não dissipar a espontaneidade animalesca do ato. Definitivamente, não sou daqueles maridos que ficam: “agora põe a mão ali... agora para de fazer aquilo...” não sou um “corno roteirista”.
Mas, quando o assunto é a tal da camisolinha sexy, eu não resisto e por vezes me pego proibindo o comedor de tirar tudo. Como é de conhecimento dos leitores desse blog, eu adoro filmar as transas da minha esposa. E as melhores filmagens que tenho são dela parcialmente vestida.
Note que o fato de eu adorar o sexo parcialmente coberto não é indício que eu não goste do corpo da minha esposa, e muito menos de que eu seja um marido ciumento que não permite que ela se exponha por completo. Nada disso. Sou Cuckold assumido e bem resolvido. E sou louco pelo corpo branquinho e lisinho da minha esposa. Mas, minha tara por camisolinhas sexy parece mesmo não ter limites.
Certa vez, em conversa virtual com um comedor casado, percebi que ele não gostava que eu ficasse abordando assuntos em torno de sua esposa. Ele queria comer a minha esposa sem ter que sequer mostrar fotos da esposa dele. Aquilo foi me instigando ao ponto que resolvi chutar o balde e fazer um imposição: só deixaria ele comer a minha esposa, se ele me desse a lingerie ou a camisola da esposa dele pra eu ficar cheirando e passando a mão enquanto ele transava com a minha mulher.
Foi um papo muito gostoso. Na certa ele deve ter achado, na época, que estava conversando com o Wando. Mas, o fato é que aquilo tudo não saiu do virtual. Da mesma forma, aconteceu com um casal, que combinou que as calcinhas das esposas ficariam comigo. Enquanto o outro marido ficaria com as esposas. Bem excitante, né? Pena que também não saiu do virtual.
Enquanto não realizo brincadeiras como essas, vou me satisfazendo em escolher as camisolas mais excitantes para comprar pra minha esposa. E sendo assim, até proponho um concurso de camisolinhas sexys. Qual você escolheria pra sua esposa? Difícil decisão, né? Cada opção é mais excitante que a outra. Dá vontade de sair comprando tudo.
Sorte nossa que existam essas peças de arte para serem usadas pelas nossas rainhas ultra veneradas. E sorte dos comedores, que vão poder desfrutar de uma mulher poderosa, toda produzida com o refinado gosto que só um marido Cuckold tem. Mas no final, independente de qualquer coisa, seja sorte ou azar, seremos nós maridos, que teremos que lavar no tanque a camisola de nossas esposas, quando forem lambuzadas com a porra do comedor.
























domingo, 14 de maio de 2017

Alexandre Frota - Sonho de consumo



Olá, pessoal. Hoje vou escrever pra recomendar um filme pornô. O que torna essa indicação ainda mais excitante é que foi a minha esposa quem tomou a iniciativa de procurar em vários camelôs até encontrar e comprar o filme sem o meu conhecimento.
Eu, bobinho como sou, jamais imaginei que minha esposinha, séria, tímida e recatada, pudesse, por meio de conversas entre amigas, conhecer um filme pornô e me apresentar a ele. Sem mais delongas, o filme que ela me apresentou é um da série de filmes do bad boy Alexandre Frota. O nome do filme é “Na teia do sexo”.
O fato é que quando vi, minha esposa chegou em casa com o filme e já foi colocando pra gente ver. O enredo não é diferente da maioria dos filmes do gênero. Claro que a história é fraca e não se sustenta. Mas isso é típico dos filmes pornôs. Quem busca um enredo mais trabalhado terá que procurar filmes eróticos.
Entretanto, não vou negar, que apesar dos diálogos fracos e das atuações pouco convincentes, nunca pensei que eu pudesse ficar tão boquiaberto vendo aquele troglodita do Frota devorando aquelas lindas e delicadas mulheres. Tudo assim, tão explícito, selvagem e parecendo bem real. Os gemidos, as posições, a pegada, tudo me pareceu espontâneo. O que já não é tão fácil assim de se encontrar no universo dos filmes pornôs.
Eu confesso que sempre tive um preconceito contra o Alexandre Frota. Sempre achei ele muito marrento e antipático. Nunca fui com a cara dele. Pronto, falei. Mas, foram justamente essas características, unidas a um físico de impressionar, que produziram um verdadeiro macho alfa de altíssima qualidade.
Foi inacreditável o que eu e a minha esposa vimos. Ele todo grosseiro, brusco, rústico, com cara de mau, metendo aquela mão enorme sobre as cinturinhas super finas, e peles super delicadas das lindas garotas. Beijos na boca de língua, mãos fortes sobre as peles lisinhas, tudo feito sem camisinha e com muita saliva. O pau enorme e grosso do Alexandre impressiona. Minha esposa que é pequena ficou pasma.
O filme não tem nenhuma referência ao Cuckold, mas mesmo assim, as cenas são muito quentes. Não consegui deixar de me imaginar como sendo o corno dele. Ele é realmente um animal selvagem. O efeito do filme em mentes como a minha é óbvio. Desejei a cada cena que a minha esposa estivesse ali no lugar das mulheres do filme. Ah, como eu queria isso.
Sim, essa é a minha confissão de hoje. Eu desejei como nunca que o Alexandre Frota comesse a minha esposa, exatamente como no filme. Ele enorme, bad boy, grosseiro, antipático e minha delicada esposinha toda lisinha  por baixo, levando vara sem camisinha e beijando ele de língua.
Não sei quanto a vocês leitores, mas eu me excito em ceder minha esposa pra um cara escroto, cara de mau, rude, bad boy, antipático mesmo. Sei que é difícil explicar, mas adoro detestar quem vai comer a minha esposa. Acho que uma pitada de antagonismo entre marido e amante podem sim temperar o Cuckold, mais do que se o comedor for um bom menino e grande companheiro do casal.
E o Alexandre Frota caiu como uma luva nesse conceito. É o autêntico macho alfa dos meus sonhos. Fiquei surpreso com minha esposa, já que esse não é bem o perfil de homem que ela deseja. Mesmo assim, foi ela quem trouxe o Alexandre Frota pra dentro da nossa casa. Não foi? Acho que ela admite a beleza plástica daquela foda com o troglodita. Mas, ainda não é o que ela deseja pra ela.
Não é fácil quando o casal chega no acordo para praticar Cuckold, mas cada um tem sua própria visão de macho alfa ideal. Eu e a minha esposa temos gostos nitidamente opostos para homem. Eu procuro um “Alexandre Frota” e ela procura um “Richard Gere”. Eu quero o animal rude que fode a chamando de cadelinha, e ela quer o sedutor, que a beije ardentemente e que olhe ela nos olhos e segure suas mãos. Acho que é algo assim.
Dessa forma, poucos são os candidatos que conseguem satisfazer os dois lados. Concordamos apenas em alguns poucos pontos. Gostamos de homem muito safado e com pegada pra valer. Ela inclusive gosta de levar tapas na cara (o que eu adoro ver). O resto todo, precisamos tirar uma média, que no final irá tender mais pro lado dela. Afinal, é ela quem dá a palavra final.
Mas, voltando ao Frota, li que ele já comeu 78 mulheres em sua carreira como ator pornô. Fico imaginando quantas dessas mulheres são hoje casadas. E todas foderam de forma selvagem com o Alexandre e sem camisinha. E claro, me imagino como sendo um desses maridos que hoje pode bater no peito e dizer com gosto: “O Frota fodeu a minha mulher e eu tenho o filme disso”.
Só que, eu me coloco no lugar desses maridos, com a minha cabeça. Na prática, sei bem que muitos desses maridos não sentem orgulho do passado pornográfico de suas esposas. Existe ainda muito machismo e hipocrisia em nossa sociedade.
Lendo sobre frases e a trajetória do Frota, posso dizer que não compartilho de opiniões políticas com ele. Mas, devo reconhecer não apenas suas habilidades sexuais, mas também sua postura firme de caráter em declarar sem medo suas opiniões. Acho que o Frota era daquela época em que pessoas da mídia ainda diziam o que pensavam de forma autêntica, em vez de ficarem presas ao “politicamente correto”, que tanto nos entedia nos dias de hoje.
Durante sua vida, Frota botou no ventilador mesmo. Assumiu uma carreira polêmica e repudiada pela sociedade. Além disso, transou com travesti, usou drogas, admitiu ter comido algumas atrizes, e não teve medo de ser quem ele é, doa quem doer. Muitas dessas posturas são criticáveis, sem dúvida. Mas, ninguém poderá dizer uma coisa: que ele é mascarado.
Penso que é um homem macho como todo Cuckold fantasia, autêntico, com personalidade forte. Claro que isso o torna arrogante, marrento, desagradável a todos os homens que não querem sair perdendo pra ele. E sem dúvida que o Frota se perde quando usa o seu físico pra intimidar com ameaças pessoas de opiniões contrárias e fortes de caráter, como no caso do José de Abreu.
Mesmo com tudo isso, ainda respeito ele como pessoa honesta e avessa à hipocrisia social. Alguém que encarou de frente os preconceitos da sociedade e assumiu sua natureza grotesca, animal, primitiva, bruta, que tanto fascina as mulheres e ofende os homens mais “comuns”.
Mesmo com todas as críticas e ressalvas que faço a ele, dedico esse post a enaltece-lo como o autêntico macho alfa. Vendo seu filme vejo que ele é, sem dúvida, uma referência de homem para maridos como eu, que gostam de ceder a esposa pra homens “mais machos”.
Reconhecer que outro homem é “mais macho” é sem dúvida algo muito difícil para a maioria dos homens. É justamente esse o trampolim mais difícil de saltar para quem deseja se tornar um verdadeiro Cuckold. Digo isso porque não consigo ver o prazer em ver sua esposa com um homem “inferior”.
A graça da coisa está em “perder”, mesmo que temporariamente, a mulher da sua vida para um homem mais viril, forte, imponente, arrogante, prepotente, antipático e dominador. Esse é pelo menos o modo como me excito nesse fetiche.  Eu não procuro um cara bacana, simpático, confiável, bom de coração e muito menos fracote. Alexandre Frota é perfeito em tudo. É homem pra quem gosta de imposição física e mental. 
Alexandre, se você estiver lendo essa nossa postagem, sei que procuramos casal, mas no seu caso, só tenho uma coisa a dizer: "vem comer a minha esposa, por favor!!"