terça-feira, 11 de abril de 2017

Cada um faz o que gosta!


17 comentários:

  1. Boa tarde a todos,
    Sempre acompanho o blog como leitor, porém resolvi participar.

    Sou casado a 5 anos e a aproximadamente 2 anos iniciei o processo de ser corno. Foi uma batalha longa de filmes, só fantasias e etc.... A aproximadamente 2 meses fomos para a última etapa. Ela iniciou uma conversa por whats app com um antigo amigo que sempre quis sair com ela. Sairam algumas vezes pra.conversar e acabaram transando uma vez. A versão oficial para o cara é que eu não sei de nada. Porém ela não curtiu muito. Não conseguiu relaxar e gozar. O cara tem um pau muito grande e foi um pouco sem cuidado e grosseiro também. Agora ela me.diz que não quer repetir a dose. Com o cara nem pensar e também acha difícil com outro. Como posso sair dessa? Alguma ideia? O processo foi tão árduo e o resultado não foi como esperado.

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    1. Caso tenha interesse em um bom comedor para sua esposa entrem em contacto pelo zap 021969904033 concerteza ela vai gostar

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  2. Olá, Rubens.
    Sua situação é uma das mais delicadas que um casal iniciante pode passar. É uma situação muito comum, apesar de ser pouco difundida.
    Certamente que é muito mais fácil convencer uma esposa a experimentar o fetiche do que convencer a que já experimentou e não gostou de que vale a pena insistir.
    Um argumento pode ser usado: o de que o sexo só melhora com a intimidade e com o tempo de rodagem. Contudo, não aconselhamos que ela insista com um homem que já se mostrou inapto. O ideal seria ela tentar novamente, e dessa vez sem pressa.
    Quando se queima etapas, os riscos de se tropeçar são maiores. Por isso, muitas vezes é bom o casal ir dando passos pequenos e aproveitando cada pequeno avanço. Por exemplo, vocês poderiam sair sem pretenção pra uma balada e se ela se sentisse atraída por alguém, iria apenas dar amassos. Poderia ficar pré-combinado que ela não poderia transar. O efeito da proibição pode ter consequência reversas. E se não for o caso, ainda assim, vocês estarão somente brincando em ambiente propicio para isso. Você assume a posição de amigo e ela de safada na pista.
    Quanto menos pressa melhor. Quanto mais provocação... melhor. O sexo só deverá acontecer quando ninguém estiver mais se aguentando de vontade. Essa proposta pode ser posta na mesa e conversada bem abertamente.
    Mas, é bom que esteja preparado para a possibilidade de ela não concordar mesmo assim. Nem todas as mulheres foram feitas para a execução desse fetiche. E é preciso ter isso também em consideração, como uma possibilidade.

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  3. Mas dentro dá sua sugestão, o que acha melhor e mais fácil de ela aceitar. Uma balada liberal ou uma balada convencional em outra cidade?

    Uma outra opção que eu pensei é um ex namorado antes de mim. Já puxei a língua é sei que ela curtia a pegada do cara. Ainda temos amigos em comum. O cara é casado, mas é cachorrão. Pra "colocar um galho" em mim não pensaria 2x....RS! O receio é ele soltar a língua aos mais próximos.

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    1. Ao marido cabe sempre puxar opções, incentivar, mostrar o quanto aprova tudo isso. Mas, quem escolhe qual caminho deve tomar é ela. Você oferece tudo que achar válido. E ela dá a palavra final.

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  4. Olá, amigos!
    Rubens, se o cara não oferece segurança experimenta falar prá ela a possibilidade de vocês tentarem outro macho num outro local, distante, onde ninguém os conheça. Acho que sua esposa vai se sentir mais á vontade. Não vale á pena correr o risco se o cara pode romper o sigilo que uma situação como essa exige.
    Eu, comecei como leitor do blogue e hoje já compartilho detalhes do relacionamento extra conjugal que minha esposa está vivendo.
    No meu caso, o macho não sabe que eu sou conivente com a situação e isso tem nos proporcionado bem mais prazer do que se eu o presenciasse comendo minha esposa.
    Ela vai viajar com ele após o almoço hoje e só retorna no domingo á noite. Para as pessoas do nosso círculo de amizades, minha esposa vai visitar a família nesse feriadão. Ao macho, minha mulher disse que combinou comigo de passar o feriadão estudando na casa de uma amiga da faculdade.
    E no entanto, a verdade é que minha gata vai ficar com seu comedor quase quatro dias confinada com ele em uma chácara sendo bem comida por um macho experiente e muito bem dotado.
    Enfim, minha situação propicía que, até essa coisa de encontrar álibis e justificar para as pessoas próximas as ausências da minha mulher, faz parte de um jogo deliciosamente perigoso mas bem pensado, bem planejado.
    Adoro ligar prá ela e conversamos enquanto ela está nua, na cama com seu comedor e ele nem desconfia que eu sei de tudo.
    Ou durante uma trepada ela deixa o celu ar ligado na cabeçeira da cama...
    Enfim, somente quem é corno e nasceu com essa aptidão sabe o prazer que uma situação como essa proporciona.
    A qualquer momento os deixo á par dos detalhes, ok?
    È um prazer prá mim, compartilhar essa maravilhosa e prazerosa experiencia.
    Agora vou depilar minha esposinha, ajudá-la a fazer sua bagagem, depois dourar seus pelos e deixá-la ainda mais linda e gostosa pro seu comedor. Adoro esse ritual de preparar minha mulher prá outro macho desfrutar...
    Abraço a todos e bom feriadão.

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  5. Nos sempre evitamos viver nossas fantasias com pessoas do nosso meio, minha esposa morre de medo que alguém venha descobrir nossos casos por isso sempre tivemos amigos de outras cidades ou de bairro distantes!
    Sobre a primeira vez, realmente se der o asar de ser um troglodita , realmente pode criar trauma, felizmente quando aconteceu com gente coisa parecida já tínhamos algumas experiencias e esse nunca mais deixamos nem chegar perto!Alguns misturam virilidade com violência!A minha esposa gosta de uns tapas mas tem sua hora tem o momento certo ,mas alguns comedores não sabem usar desse fetiche na hora certa!

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    1. Certamente que é preciso muito cuidado na escolha do primeiro comedor. Ele pode traumatizar muito a esposa. E de fato, não é todo comedor que sabe a diferença entre virilidade e violência.

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  6. Acho que a nossa história está dos avessos. kkkkk
    Começamos nesse meio, apenas interessados em sexo no msm ambiente com outros casais, e/ou talvez troca. Conforme passado o tempo, ambos percebemos que o que mais nos excitava era menage masc., ou simplesmente o fato de outro homem com minha esposa. Ante ao exposto, nossas transas foram tomando outro rumo, e hj somos adeptos desse estilo. Temos poucas experiencias pelo tempo em que estamos no meio, pois sempre vamos com calma, e nunca forçamos a barra em nada, contudo somos bem satisfeitos com nossa cumplicidade.
    Obs. Apesar de eu liberar ela, em 90% das vezes eu participo, pois ela quase sempre prefere assim.

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    1. Olá ksal delícia... Queria muito que minha esposa tivesse a coragem de vcs. Pós isso me consome. Esse desejo é incontrolável. Mais ainda não saímos dá fantasia. Email casalanjossapeca31.27@gmail.com

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    2. Olá, ksal deiciarr!
      Acho que estão trilhando o caminho certo. Conosco tb foi um pouco assim. Quando começamos éramos um casal Swing. Mas, durante algumas trocas de casal, eu, marido, acabava parando o que estava fazendo pra assistir minha esposa transar com o casal.
      Algumas vezes isso causava mal estar entre os 4. Ficava devendo à esposa do outro e as vezes deixava o outro marido constrangido de ter que comer as duas esposas sozinho. Foi assim que aos poucos fomos migrando pro men.masculino, em seguida pro Cuckold e por fim, onde estamos hoje... o que mais gostamos... ceder a esposa pra um casal, com um ménage feminino previamente acertado.
      Hoje minha maior fantasia é que a minha esposa vire namoradinha fixa de um casal.

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    3. Nos também gostamos de estar juntos minha esposa fica mais exitada com minha presença, se o macho permitir também participo, mas dependo se eles querem ou não , isso fica pre estabelecido antes!

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    4. Caso tenha interesse em um bom comedor para sua esposa entrem em contacto pelo zap 021969904033 concerteza ela vai gostar

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  7. Sr Cuckfreedom, a Sra Cickfreedom já era "safada" (com todo respeito) antes de ter você na vida dela? Por que pergunto isso. Uma esposa que teve muitas experiências sexuais antes do casamento não é mais propensa a fantasia? O que acha?

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    1. Olá, Rúbens.
      Acho que a resposta é sim e não ao mesmo tempo. Por um lado, se ela já era safadinha antes, é claro que existe uma tendência a se soltar ainda mais com o consentimento do marido. Por outro lado, é comum para algumas mulheres safadas, porém reprimidas, se soltarem ainda mais que as primeiras, justamente porque tiveram poucas experiências sexuais antes do marido. Fica sendo uma forma de tirar o atraso.
      Acho que varia muito de acordo com cada caso.

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  8. Ah sim, e no nosso caso, a sra.Cuck era safadinha antes de nos conhecermos sim. Mas ela chifrava os ex namorados escondido. Agora ela pode chifrar abertamente com o meu apoio.

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