sábado, 18 de março de 2017

O inicio de tudo.



Olá, caros amigos.
Hoje irei falar de mim e da dificuldade que tive no começo de tudo. Muitos homens devem pensar: “ – Nossa! Será que sou louco? Como posso fantasiar minha mulher transando com outro homem?” “Isso é normal?”
Hoje em dia, escrevo um blog e falo com naturalidade tanto com vocês, quanto com minha esposa sobre o assunto. Mas, já passei por uma fase inicial em que eu me fazia essas mesmas perguntas. Oscilava entre grande excitação e profunda depressão.
A primeira vez que me lembro de ter me deparado com o estranho instinto de querer dividir minha mulher foi muito cedo. Eu devia ter uns 7 a 9 anos, quando brincava com minha prima de herói e mocinha com bonecos.
Aos poucos percebi que o enredo não teria a menor graça se o vilão não tomasse ela de mim, de forma a justificar uma disputa, ou pelo menos uma tentativa de retomada da minha mulher. Mas, quanto mais eu a perdia na brincadeira, mais tudo ficava muito mais interessante.
Depois, na adolescência, tive a estranha sensação de me perceber entusiasmado com a perda da mulher para outro com revistas masculinas. Vislumbrei cenas tórridas entre negros fortes e mulheres loiras branquinhas bem delicadas, com homens de expressão angustiada perto delas.
Mesmo naquela época, sem conhecer nada sobre o Cuckolding, todas aquelas fotos faziam referência direta ao fetiche. E não eram apenas fotos. Muitas vezes as revistas traziam contos eróticos nessa mesma linha. Além, é claro, de uma sessão de classificados, onde maridos anunciavam as esposas com fotos pra lá de estimulantes.
Sendo assim, posso dizer que de forma muito precoce já tinha pensamentos pervertidos muito fortes dentro de mim. Eram impulsos que eu não podia negar. O meu tesão estava focado em ceder a minha mulher para outro homem.
Pouco tempo mais tarde, tive a oportunidade de assistir filmes em que não havia como negar a reação que eu sofria. Todos esses filmes faziam alusão a traição feminina ou a maridos que se viram forçados a ceder a esposa.
Alguns são clássicos na lembrança de muitos cuckolds da minha idade. Um filme em que o casal é raptado por um bandido. E que esse bandido começa a flertar com a esposa raptada, deixando o marido em posição muito delicada. Uma cena clássica em que o bandido transa com a esposa, com o marido amarrado perto da cama não deixava dúvidas de que eu gostava muito de tudo aquilo.
Outro filme em que a esposa para conseguir visitar o marido que estava preso, teve que transar loucamente com o diretor da prisão, que era o inimigo numero 1 do marido, me levou a loucura. Quanto mais a esposa era possuída por quem não devia, mais ela passava a me interessar.
Quanto mais sórdidos, bandidos, filhos da puta, mau caráter fossem os comedores, mais meu pau ficava duro e maior era o meu interesse em tudo aquilo. São inúmeros os filmes assim em minha lembrança.
Contudo, filmes, revistas, brincadeiras de criança... nada disso nunca foi capaz de me colocar contra a parede e fazer me questionar sobre a minha “normalidade” como indivíduo social. Eu achava que tudo não passava de imaginação e fantasia. E que nunca haveria de colocar alguma coisa assim na vida real.
Porém, já foi com a minha primeira namoradinha, que tive o primeiro grande impacto nessa área. Como já contei nesse blog em outras oportunidades, minha primeira namorada foi a grande responsável por me fazer ter que conhecer essa pessoa, até então, “esquisita” que sou eu mesmo.
Ela me chifrou muito. Fez coisas com o comedor que nunca havia feito comigo. Tudo às escondidas. E um dia, numa festa em que eu não podia fazer escândalo algum, ela me relatou tudo, na maior cara de pau.
Claro que fiquei revoltado. A vontade que tive era terminar tudo ali. Bater na cara dela. Nem sei mais o quê. Mas, por ser um evento em que eu dependia de terceiros para pegar carona e que estava cercado de pessoas conhecidas, nada podia fazer.
E se eu não podia fazer nada. O melhor que tive a fazer era perguntar cada vez mais. Em vez de brigar na hora, preferi saciar a minha curiosidade. Perguntei tudo. Absolutamente tudo o que pude perguntar. Em que posição eles transavam; quantas vezes... e por aí vai.
Ela me contou que transaram sem camisinha. Em várias posições. Que ele levantou a perninha dela pra me meter meio que de lado. Até que eles dormiram juntos na casa do tal carinha.
Quanto mais detalhes sórdidos ela me dava, mais minha indignação ia sendo revertida em tesão. Tesão incontrolável. Meu pau estava muito duro ao ponto de não poder me levantar pra sair da mesa.
Acabei sendo forçado a fazer as pazes com minha namoradinha ali mesmo... na mesma hora em que ela me confidenciava algo tão terrível pra nossa relação. Saímos da festa de mãos dadas, abraçadinhos.
E claro, que com uma reação tão “banana” como a que eu tive, ela continuou me chifrando direto. Tudo escondido. Mas, ela tinha o péssimo habito de me contar tudo depois. A gente brigava por telefone. Mas, mesmo assim, ela continuava me contando. Talvez por sentimento de culpa.
Nossa relação ia de mal a pior. Eu não sabia o que queria. E ela também não. Era fato, eu não a satisfazia sexualmente e o tal carinha sim. Ela queria continuar namorando comigo, pois eu era muito fiel, companheiro e amoroso. Mas, ela queria continuar transando com o carinha.
E eu não aceitava bem as coisas. Eu gostava, ficava profundamente excitado. Mas, não aceitava. E ela também não. Se sentia profundamente culpada por ter que se entregar a outro homem, mesmo estando tão comprometida comigo.
Lembro que nessa época, eu me masturbava direto pensando nas posições sórdidas que o tal carinha fazia com a minha mulher. Que ele fazia sem camisinha e eu não. Que ele dormiu na mesma cama e eu nunca. Eu gozava loucamente com tudo isso.
Porém, quando o tesão esfriava, eu me via profundamente irritado comigo mesmo. Chateado por não ser “um cara normal”. Ficava irritado por me faltar brios para encher a cara dela de tapas. Ou simplesmente pra terminar tudo. Eu simplesmente aceitava, e ainda queria saber os detalhes.
Eu acreditava mesmo que eu era o único ser do planeta com essas ideias. Fiquei deprimido. E acabamos terminando o namoro. Algo de que não me arrependo, pois existiam outras muitas incompatibilidades entre nós.
Mas toda aquela experiência nunca me saiu da cabeça. A partir dela, passei a aceitar melhor o que eu sentia. E mais tarde, descobri que existe todo um mundo de pessoas que pensam exatamente como eu. Sentem as mesmas coisas. Possuem as mesmas necessidades.
E o mais incrível. Descobri que muitas mulheres gostam da ideia e vivem o fetiche em plena cumplicidade com seus maridos. Tive oportunidade de ler sobre variados temas, como o poliamorismo, a relação aberta e por fim, o conhecimento do termo: Cuckold, que revolucionou a minha vida.
Na era das redes sociais e da informação virtual, publico esse texto como forma de ajudar a todos que passam ou passaram por situações semelhantes a minha. Mas, não pretendo parar por aqui.
Resolvi escrever um livro reunindo todos os meus conhecimentos sobre o assunto. Abordei o Cuckolding em vertentes científicas, filosóficas, psicológicas, sociais e também em termos práticos, com dicas que poderão ajudar muito.
Espero que ainda esse ano, termine o livro e possa publicá-lo. E quando o fizer, certamente que avisarei por meio desse blog. Agradeço muito a todos vocês que nos acompanham, comentam e trocam experiências. Acreditem que muito de tudo o que ponderam aqui, foi considerado na construção dessa obra.
Um grande abraço do Sr.Cuck

31 comentários:

  1. Suas postagens nos dão confiança. Tenho 10 anos de casado. Faz uns 4 anos que venho com essa fantasia. Antes de conhecer seu blog, pesava que eu era louco, pois sempre pensei que isso não era normal. Mais hoje em dia percebi que quero muito ver minha deliciosa esposa com um macho de verdade. Abraços amigo

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    1. Obrigado, João Paulo.
      É muito gratificante saber que o que escrevemos aqui pode ajudar outras pessoas. Isso aumenta nossa certeza de que é preciso sim, ampliar a discussão sobre o tema.
      Um grande abraço.

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  2. Olá Sr. Cuck.
    Aguardei ansioso sua nova postagem. Sigo assiduamente seu blog.
    Me identifiquei muito com esse post. Desde minha juventude (já estou na casa dos 50), quando eu lia contos eróticos de traição na seção Forum da Revista EleEla (lembram-se dessa revista?). Me imaginava no lugar do marido traído. Sentia-me muito excitado e me masturbava muitas vezes com esses contos. Tinha alguns que eram meus prediletos e por vezes me masturbava lendo o mesmo conto, pois refletiam muito a vida de corno manso ou cuckold. Tinha alguns amigos que também liam a mesma revista e que percebi que tinham o mesmo interesse pelos contos, mas nunca, nem eu e nem eles comentamos uns com os outros nossas preferências.
    Eu pensava que eu era um pervertido, um pederasta.
    Me sentia culpado, pois em outros aspectos eu era um cara "normal", tinha emprego, família, religião, etc.
    Um filme que me chamou atenção e me deixou bem interessado foi "Proposta indecente", pois de maneira um pouco velada contava a estória de um cuckold.
    Hoje, estou no segundo casamento e minha atual esposa sabe da minha fantasia, mas ela ainda não sabe se quer realizar.
    Já tivemos muitas discussões, brigas, etc. Mas também já tivemos ótimas transas fantasiando que ela tinha acabado de transar com um desconhecido e eu estava comendo ela "usadinha".
    Não sei se vou me tornar um verdadeiro cuckold, pois existe uma guerra de conflitos, tanto na minha cabeça, quanto na dela (acredito que na dela são mais fortes os conflitos).
    Aguardamos ansiosos a publicação do livro para que ele possa nos ajudar a nos tornar realmente aquilo que somos no nosso intimo, ou seja, um verdadeiro cuckold.

    Antes que me esqueça: Aguardamos também novos vídeos da Sra. Cuckfreedom.

    Abraços e obrigado.

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    1. Olá, caro amigo.
      Lembro sim dessa revista. Assim como você eu adorava os contos eróticos. Não lembro se era nessa revista, mas lembro que adorava também os classificados eróticos.
      Proposta Indecente foi certamente um dos primeiros filmes a levar uma situação de infidelidade consentida pelo marido ao grande público. Claro que me marcou muito também.
      Acho que o livro cai como uma luva para sua situação. Será preciso um pouco de paciência na leitura no começo, pois ele tem uma abordagem quase filosófica e científica sobre o assunto.
      Estou me esforçando para terminar o quanto antes.
      Os vídeos ainda estão num impasse. Não sabemos se vamos continuar postando no You Tube ou no blog dela. Estamos com medo do excesso de exposição.
      Mas, ficamos muito lisonjeados com seu comentário e satisfeitos de saber que existem pessoas que pensam como a gente. Torcemos por vocês.
      Grande abraço

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  3. Temos 12 anos de casados e a 4 sou corninho, também tenho conflito as vezes acho também que sou louco, mas quando ela chega com o cheiro do macho alfa, o tesao me domina, tenho que cheirar ela toda, lamber ela e transar com ela, me dizendo como ela o chupou, as posições que fizeram, fico louco de tesao, por isso não fico sem esse misto de emoções, um abraço

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    1. Ólá, casalfp1.
      É realmente delicioso viver tudo isso. No nosso caso, começamos muito cedo. Antes mesmo de casar. Pena que nos conhecemos tarde. Porque se tivéssemos nos conhecido lá na adolescência... talvez eu já tivesse mais de 2 décadas de experiência. E que bom que você entende esse misto de emoções.

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  4. Os sentimentos dele são os mesmos dos meus, me exito em saber que minha esposa esta com outro, de vê-la transando e se acabando na pica alheia!Prazer que ela não tem comigo!

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    1. Pois é... ksar paiva, existe o cuckold que aceita que a esposa tenha mais prazer com o outro. E existem aqueles que cedem a esposa, pra depois tentar superar o amante.
      No nosso caso, eu sou como você. Aceito que o outro dá prazeres a ela que eu não dou. Jogamos bem aberto quanto a isso.

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    2. Melhor assim do que viver uma vida de mentiras, e acho que vc é como eu sinto prazer com isso que é o melhor!

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  5. Nesse blog, posso desabafar meus sentimentos.ainda não tenho experiência pra contar. Mais minhas fantasias com minha esposa, estão nas alturas... Somos um casal que amamos um ao outro. Quando estamos transando, eu comesso a entrar na cabeça dela falando que ela tem que provar outa pica. Sei que ela fica louca, geme muito... Percebo que logo logo vou ter o que quero.. abraço pessoal

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    1. Parece que estou me vendo rs,começei assim também dizendo pra ela pensar em outra pica e que ela tinha que sentir outro dentro dela, ela se molhava toda kkkk hj sou corno e ela esposa puta

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    2. Olá, João Paulo.
      Esse é o caminho. De uma forma ou de outra, qualquer casal que consiga realizar o fetiche, um dia esteve exatamente assim como vocês. É o começo. É assim mesmo. Damos a maior força. E torcemos por vocês.

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  6. Boa noite, gostaria de deixar meu depoimento aqui para quem sabe alguém saiba responder ou fazer eu entender.
    Minha fantasia sempre foi ver minha esposa com outro, eu consegui está façanha e isto rolou até meses atrás, mas do nada de uma hora para outra ela não quis mais, a minha pergunta é a seguinte será que ela deixou de gostar disso, será que errei em alguma coisa, alguém já viveu isto que estou passando.
    Aguardo resposta.

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    1. Meu caro amigo.
      Dê um tempo a ela. Procure ter um diálogo aberto.
      Por vezes minha esposa ensaiou parar. Mas assim como nós o tesão fala mais alto.
      Pode ser uma fase dela e você deve respeitar, senão você estará sendo egoísta.
      Fique tranquilo que ela já experimentou e gostou. Isso que importa. Na hora certa ela vai querer voltar a ter essa maravilhosa experiência de cumplicidade.
      Um abraço

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    2. Olá. Concordamos inteiramente com a resposta acima. Se não tiver ocorrido nenhum trauma que justifique a abrupta decisão de parar, o que se passa na verdade é uma fase, muito comum nas mulheres. Elas oscilam o comportamento, muito em função dos hormônios. É preciso ter paciência e saber esperar. Se forçar a barra será muito pior e poderá por a perder todos os avanços já conquistados. Dê espaço para ela, e a incentive de forma discreta, dando sempre muita liberdade.

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  7. Bom dia a todos,eu sempre tive a fantasia de minha esposa experimentar outro macho, o meu caso eu venho liberando minha esposa sair com um jovem de 18 anos e eu com 39 venho tentando supera-lo e minha esposa continua com tesão na privada dele, as vezes tenho ciúmes e é de tanto namorar com ela estou meio esgotado e já a 5 dias não peguei ela e tbm não tenho deixado ela meter com ele já tem 1 mês, mas ela diz que está com saudades.

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    1. Farias,
      Não entre nessa competição. Entre você e o Ricardão, você é o homem que ela ama, que dá amor carinho e respeito. O Ricardão apenas dá um prazer de momento. Curta isso cara! Você não é pior do que ele. A sensação dela com você é diferente de que ela tem com ele. Mas são igualmente prazerosos. O que une vocês é mais do que sexo.
      Ela está na fase da descoberta. Do encanto. Vai passar. Fique tranquilo.
      É melhor você permitir ela ter esse prazer, senão ela certamente fará escondido e aí não será nada legal.
      Um abraço

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    2. Olá, Farias.
      Fazemos da resposta acima do "anônimo" nossas palavras. Estamos ciente de que nem todo o cuckold aceita bem ficar num nível hierárquico abaixo do amante. Você faz o tipo que usa o fetiche pra se motivar e tentar superar o amante. É comum também esse seu recurso. Porém, ele tem 18 anos. Está no auge.
      Ou você cede e deixa sua esposa curtir ao máximo o momento, ou conversa sobre a possibilidade de trocar de amante por alguém que você possa competir. Mas, nesse caso, pode ser que ela volte atrás na decisão de aderir ao estilo de vida. É um risco que você corre.
      De qualquer forma, recomendamos que dê o máximo de liberdade pra ela, pra não correr risco ainda pior, o de ser traído de verdade. Um abraço do casal.

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  8. Gostaria q vc respondesse no YouTube como é o antes o durante e o depois de cada encontro? Os detalhes.

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    1. Obrigado por participar. Sua pergunta foi registrada em nosso banco de perguntas. Pode ser respondida, mas levará tempo, mesmo que seja selecionada. De qq forma,agradecemos.

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  9. O meu começo foi com a minha primeira namorada, aos 22 anos. Ela já tinha tido 5 pirocas antes de mim. No começo eu ficava puto quando perguntava e ela respondia as coisas, mas depois isso foi me excitando. Perguntava tudo, onde transavam, como, tamanho de picas e etc....
    Até que um dia perguntei se ela sentia falta de outros caras. Ela disse que não. Até que um dia sofri uma traição e perdoei. Fiz ela contar como foi (detalhes), mesmo sofrendo. Passou mais um tempo é no meio de uma micareta falei num momento de loucura, pra ela beijar outro cara na minha frente. E assim foi o resto do relacionamento. Quando íamos em eventos grandes ela ficava com outros na minha frente. Sem sexo, só amassos.

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    1. Delícia de relato, Corno Discreto.
      E que legal que se resolveu tão bem logo na primeira namorada. Como deve ter lido, no meu caso, não consegui ficar bem resolvido no meu primeiro relacionamento.
      Mas, acho que você mandou super bem. Conseguiu curtir ao máximo desde cedo. Parabéns.

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  10. A guardando ansioso pela próxima publicação.. abraços

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    1. Olá, João Paulo. Agradecemos as palavras. Ficamos lisonjeados.

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  11. Olá, bom dia a todos!
    Venho ao longo das postagens desse blogue relatando detalhes da minha iniciação ao modo de vida cuckolding e hoje a noite minha esposa e seu comedor vão dar mais um passo adiante.
    No último encontro eles se combinaram de fazer os exames necessários com a finalidade de se sentirem seguros para transar sem camisinha.
    Eles vão pernoitar num motel aqui da cidade e eu já conversei com ela o trivial acerca dessa nova etapa no seu relacionamento extra conjugal. Sem camisinha o prazer aumenta, assim como a responsabilidade também.
    Como o macho não sabe que eu sei de tudo, fico louco quando minha gata liga prá ele e conversa bem safadinha na minha frente, como ontem a noite, quando acertaram o encontro de hoje. Mal ela desligou o celular e nos atracamos num amasso louco que terminou numa trepada de sair faísca. Minha esposa só não me deu o cuzinho, pois preferiu preservá-lo pro macho pois é o seu prato favorito...rsrs
    Agora é esperar o final da tarde para ajudar minha gata a ficar bem linda e gostosa pro seu comedor e depois de deixá-la no local onde o macho sempre vai pegá-la, tomar aquele chopp com os amigos enquanto minha mulherzinha está sendo muito bem comida por um macho safado e experiente!
    Abraço a todos e bom final de semana.

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    1. Olá, Ricardo.
      Que relato delicioso. Muito bom poder viver tudo isso. Ainda não conseguimos criar essa confiança de fazer sem camisinha. Mas, claro que ainda é um sonho nosso tb. Desejamos muito prazer e tudo de bom. Aguardamos que continue contando tudo pra gente.

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    2. Olá.
      Amigos, o final de semana ainda não terminou mas a experiencia que eu e minha esposa estamos vivendo está cada dia mais intensa.
      Talvez pelo fato de ser algo inédito prá nós e estarmos começando a viver na real algo que julgávamos inatingível, isso esteja nos deixando de certa forma eufóricos.
      Conforme relatei, anteontem minha esposa se encontrou com seu comedor e pela primeira vez transaram sem camisinha, mediante os cuidados necessários. Depois que eu peguei ela após o encontro, minha esposa me contou que a primeira trepada sem preservativo foi algo muito forte. A pele na pele causou uma sensação deliciosa mas também era como se fosse perigoso e essa coisa dúbia deu um sabor diferente, um prazer indescritível. Foi num papai e mamãe e quando o macho anunciou que ia gozar, minha esposa me disse que o prazer intenso deu lugar subitamente a uma expectativa, uma espécie de ansiedade e quando ela sentiu os jatos de leite abundantes no útero, uma coisa forte tomou conta dela e o orgasmo veio violento quase que em seguida ao dele. Era como se a ejaculação do macho estivesse proporcionando maior "posse" sobre ela, maior autonomia. Foi uma gozada tão forte que ela começou a chorar copiosamente sem conseguir se controlar e foi tanto leite que ela se sentiu completamente encharcada. Experiente, ele foi acalmando ela com beijinhos e muito carinho, passando segurança mas sem tirar o pau de dentro dela. Depois que minha esposa se acalmou ele começou a falar um monte de putaria no seu ouvido e o pau começou a ter nova ereção deixando ela louca. Quando ele tocou no assunto de que, se ela tivesse errado nos cálculos da tabela de ovulação, depois daquela gozada ela poderia já estar grávida, minha mulher disse que só deu tempo gemer bem alto e gozou novamente soluçando!!
      Depois de um cochilo reparador, ela fez o que ele mais gosta: Ofereceu o bundão em sinal de gratidão ao prazer proporcionado por ele, e o macho claro fez muito bom uso do cuzinho da minha gata!
      Agora, é minha vez de fazer bom uso da minha mulher, pois o corno também tem direito!
      Abraços!

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  12. Delicia de relato, o melhor de tudo é escolher a calcinha, o vestidinho, levar ela pra dar gostoso e gozar na delicia de pau do comedor, e sair com os amigos só esperando a cadela voltar oooo coisa boa.

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  13. Boa sorte amigo... depois socialize para nós aqui.
    Minha esposa hoje vai relatar o que ocorreu ontem, quando ela dormiu em São Paulo, com o amigo colorido dela.. pelo ela me adiantou, eles não gozaram, mas tenho certeza que ela deu uma bela chupada no pau dele. E pra minha felicidade, logo mais a noite ela vai mostrar como fez com ele, só que comigo ela vai terminar o serviço se é que me entendem.

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    1. Delícia, Marido. Muito bom esse segundo ato. rs

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  14. Este comentário foi removido pelo autor.

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