terça-feira, 29 de novembro de 2016

Tirando o Lacre



Muitos maridos Cuckolds sabem bem sobre o que vou falar. Sabe aquele ritual de escolher a roupinha mais sensual para a esposa, o perfume mais sexy, a calcinha de rendinha que deixa ela totalmente fatal entre outras coisas?
Pois bem, nesse dia fiz de tudo, deixei ela linda, maravilhosa e ainda um detalhe: fiquei sem comer ela por quase uma semana e meia. Ela estava toda apertadinha, cheirosinha, lisinha e ainda por cima, chamamos o comedor pra vir até a nossa casa.
Chegando lá, o cara surtou. Viu aquela super gata cheia de maldade pra cima dele, e ainda por cima sem dar pra ninguém há tanto tempo... foi realmente uma festa. O cara veio com tanta maldade pra cima da minha mulher que ficou brincando de “tirar o lacre”.
Pra quem ainda não sabe o que é isso, eu explico: “tirar o lacre” funciona como quem retira a última proteção da esposinha: a calcinha. Ele ficava tirando bem devagarzinho, pra atiçar bastante e deixar todo mundo louco de tesão. Foi realmente maravilhoso.
É isso aí, galera. Desejo a todos vocês boas “tiradas de lacre”. Até mais.

domingo, 27 de novembro de 2016

Marcas de biquini




Pessoal, o verão está aí, e não poderia deixar passar em branco sem um post sobre um assunto tão especial na vida de qualquer casal, em especial aos casais praticantes de Swing, Ménage e principalmente o Cuckold.
Qualquer marido Cuckold entende a importância da marquinha de biquíni de suas esposas. A marquinha de biquíni é um símbolo de sensualidade e de liberdade da esposa dentro do casamento.
Quanto mais charmosa e bem delimitada a marca for, mais orgulhoso fica o marido. Ele sabe que as fotos, os vídeos, e tudo o que se refere ao seu prazer de ver a esposa irá potencialmente se aperfeiçoar.
Uma característica bem peculiar ao marido Cuckold é querer participar da decisão de como será a marca de biquíni da esposa. Assim, antes de cada verão, é comum marido e esposa se reunirem para juntos buscarem a marca que irão querer definir ao longo dos dias.
Curiosamente, nem todos os marido preferem marcas menores e nem mais altas. Há também a tal excitação pela “bundinha branca” que tanto mexe com o imaginário dos maridos. 

A vantagem da “bundinha branca” é que coloca a esposa na posição real de esposa, senhora, de família, e que está ainda assim fazendo coisas extremamente “proibidas” para sua condição.
Por outro lado, há também o marido que tem preferência pela marquinha justinha, pequena e algumas vezes até bem alta nas laterais. Nesses casos, os maridos querem assumir o lado “putinha” da esposa. Usam a marca para revelar a verdade sobre suas fêmeas.
Em geral, comedores têm a preferência pela marca menor, e isso também serve de excitação adicional na medida em que a esposa passa a excitar mais o comedor. Muitos maridos mais submissos têm prazer em agradar o comedor, e usam a marquinha como uma das muitas formas de excitar o amante.
Uma vez definido o modelito a ser usado, esposas passam longas tarde expostas ao Sol, já pensando no efeito que causarão em maridos e amantes com a marca que está sendo feita. Até por isso mesmo, considero a ida a praia como um dos momentos de meditação do casal sobre o estilo de vida que escolheram.
Confesso que em geral, volto da praia mais excitado do que normalmente. Não apenas pela espetacular visão da minha esposa, que marca seu bumbum no Sol para agradar o amante; mas principalmente porque relaxo e fico imaginando todos os absurdos que poderão acontecer a partir daquela marca.

Portanto, para quem ainda não sabe, eu digo: - sim! A marquinha de biquíni é muito importante para qualquer casal Cuckold e diz muito sobre a imagem que querem dar ao comedor: de esposa de família ou de putinha assumida.










Cada um no seu lugar.



Aos maridos que têm o desejo pelo fetiche Cuckold, mas temem se transformar em figuras apenas decorativas na vida de suas esposas, é preciso considerar que a posição de marido é fundamental para a estabilidade emocional das esposas.
O fato de ceder a esposa para outros homens, ou de permitir que ela busque satisfação sexual plena com outros homens não aniquila o sentimento construído pelo casal e nem deprecia toda a história que construíram juntos.
Talvez o efeito seja ironicamente o oposto. O Cuckold em vez de desatar os nós de união entre marido e esposa, reforça ainda mais a cumplicidade entre ambos. Nenhuma união pode ser mais poderosa do que compartilhar um grande segredo.
É libertador viver uma relação isenta a mentiras, enganações, e joguinhos. No casamento Cuckold, o marido abre o jogo sobre o que deseja e sobre o que pode oferecer a esposa. Por outro lado, a esposa descobre seus limites e seus poderes. Ambos partilham a liberdade e a honestidade que construíram juntos nessa relação.
Sem o marido, a esposa deixaria de ser uma Hotwife (mulher poderosa que tem sua vida afetiva totalmente bem resolvida, um lar estável e consolidado e toda a liberdade para usufruir de uma vida de solteira, mesmo estando casada) e passaria a ser uma mulher solteira, divorciada, insegura, em busca da constituição de laço afetivos estáveis, e da construção de uma história autêntica que nunca terá com mais nenhum homem tão especial quanto foi seu marido Cuckold.
Sem a esposa, o marido Cuckold deixaria de ser o marido especial que pode desfrutar de todos os prazeres do fetiche através de sua esposa e passaria a ser um homem solitário, a caça de uma nova mulher liberal que pudesse entender toda a complexidade de seus desejos; algo que nos dias de hoje, ainda é difícil.
Sendo assim, concluímos que marido e esposa, uma vez que se assumam interessados na realização desse fetiche, não devem ficar temerosos quanto a possibilidade de enfraquecimento dos laços que unem o casal.
Pelo contrário, uma vez que estejam bem conversados sobre os limites de cada um e bem decididos consigo mesmo, o fetiche só poderia fortificar ainda mais esses laços, tornarem eles únicos, peculiares e inigualáveis.
Qualquer relação que aconteça depois dessa, não terá a mesma força. E nem será tão singular. Não existirá pessoa de fora do casamento no mundo capaz de trazer a vivência de momentos tão inusitados, especiais e de um laço de cumplicidade dessa magnitude.
Desejamos aos casais iniciantes que acompanham nosso blog, o blog da minha esposa (casadosnolar) e nosso canal do You Tube (Canal Cuckold) a abertura para nos dar esse crédito de confiança, acreditando nos efeitos benéficos que o fetiche pode causar na vida matrimonial de vocês. Claro que não podemos dar garantias de nada a ninguém. Afinal a complexidade humana torna cada pessoa um ser único.
Mas, acreditamos mesmo que o caminho do casamento Cuckold tem possibilidade bem mais sólidas de sucesso a longo prazo do que o casamento convencional.  E o melhor de tudo, o único obstáculo para que vocês vivam tudo isso, é vocês mesmos. Basta querer.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Não basta ser manso. Tem que colaborar!



Respeitando todos os homens que adoram ver suas mulheres com outros homens mas não gostam de participar ou interagir, publicamos esse post que é específico das nossas brincadeiras.
Aqui também, não é todo o dia que o marido curte ajudar, interagir, ou se humilhar de alguma forma. Há também os dias em que prefere ficar mais no canto assistindo ou nem isso... deixa a esposa sair sozinha pra contar depois.
Mas, é muito bom quando coincide de acharmos as pessoas certas e estarmos no dia certo pra brincadeiras adicionais tal qual a mostrada na foto. Não é fácil acontecer essa química.
Um momento que geralmente é um “quebra tesão” como a hora de colocar a camisinha pode ser revertido em um dos momentos máximos de expectativa quando a esposa pede a absurda ajuda do marido para colocar o tal acessório no comedor.
Esse dia, estávamos com um casal. Assim, o momento pôde ser registrado pela esposa do comedor. E realmente ficou delicioso o registro desse momento mágico, em que o maridinho, como renúncia máxima do seu posto de provedor sexual da esposa, veste o comedor já ereto, para sua cópula com a esposa.
Funciona quase que como uma benção do marido dada a esposa para que ela pratique sexo com o outro homem. Depois de um momento como esse, não resta realmente nada para os personagens se não, o marido ir pro seu cantinho, e deixar o comedor fazer o “trabalho” que tanto deseja fazer na esposa do “corno”.
Claro que existem outros gestos simbólicos de dominação tão excitantes quanto esse. Alguns já tivemos o privilégio de experimentar. Outros ainda não. Desejamos a todos que realizem suas fantasias mais pervertidas enquanto ainda são jovens. Desde que todos os envolvidos sejam maiores de idade e estejam de acordo, a vida está aí pra ser vivida. É triste quando o tempo passa e nos arrependemos de tudo o que não fizemos. Carpe Diem!
Boa sorte ao casais.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

O olhar "cretino"!



Se tem uma coisa que não gosto de fazer é contar vantagem. Ainda mais na posição de corno manso. Para muitos o que tenho pra contar não é vantagem, mas desvantagem. De qualquer forma, quem, assim como eu, for corno manso, vai entender a vantagem que posso contar.
Acredito que existe um número expressivo de homens com o fetiche Cuckold espalhados por todo o mundo. De toda essa multidão, apenas uma minoria resolve assumir pra si mesmo que não resiste ao fetiche. A grande maioria tem o tesão, mas não assume nem pra si mesmo.
Dentro dessa minoria de “cornos mansos” que são bem resolvidos consigo mesmo, diria que menos de 1% conseguem chegar a admitir a fantasia para a esposa. É extremamente constrangedor para o homem ter que abdicar da imagem de macho justamente para sua própria mulher, pessoa que tanto mereceu esforços para ser conquistada.
Mesmo diante de toda a dificuldade exposta, existe sim uma minoria dentro de outra minoria de homens que assumem o fetiche para a esposa. E aí, muitos encontram o preconceito da esposa, que veta o fetiche.
O grupo reduzido de homens adeptos do fetiche “Cuckold” que são bem resolvidos, assumiram pra esposa e ainda conseguiram o aval dela para realização do fetiche, nem todos possuem uma esposa que de fato estejam engajadas na realização do fetiche.
É aí, que vem a minha sorte. Passei por todos esses obstáculos. Sou um corno manso bem resolvido comigo mesmo. Tive coragem para assumir isso pra minha esposa. E tive a grande sorte de ela se interessar muito pela realização do fetiche.
Sou parte de um grupo muito seleto de homens que experimentam a sensação que irei descrever: a inesquecível imagem da esposa fodendo com outro homem e olhando bem pra sua cara... como quem pensasse assim: “- Olha que travessura que estou aprontando aqui com esse macho bem na sua frente!!” ou como se te chamasse de “Trouxa” ou debochasse da sua cara e da sua incapacidade de assumir a postura de macho e mandasse parar a foda.
De fato, não consigo mandar ela parar. Meu pau não deixa. E ela sabe disso e aproveita ao máximo e ainda debocha da minha cara. E eu adoro tudo isso. Sou cada dia mais apaixonado. E cada dia tenho mais tesão na minha esposa.
Agora, gostaria de saber, sinceramente, quantos homens do meio já receberam esse olhar “cretino” da esposa enquanto fode com outro? Sou ou não sou um privilegiado?