segunda-feira, 30 de março de 2015

Tipos de Cuckold

Esse é um tema controverso e aberto. Definir méritos para se catalogar os tipos e subtipos desse fetiche talvez seja uma tarefa ingrata e até certo ponto presunçosa. Mesmo assim, humildemente iremos tentar nos arriscar nessa árdua tarefa.
Apesar do princípio ser o mesmo para todos os casais que vivem esse estilo de vida (o homem se excita em liberar sua esposa para ter outras relações fora do casamento), ao nosso ver, existem dois tipos básicos que se pode categorizar os casais cuckold.
1 – Relação Fixa : o casal tem preferência por reduzir o número de parceiros sexuais, e aumentar o número de encontros, e fazer o caso levar meses ou até anos. Ou seja, há uma preferência nítida pela intensidade e envolvimento pessoal com determinado homem. Nesse tipo de fetiche, o marido pode estar presente assistindo, participando, ou não. Há maridos que gostem apenas de ouvir as histórias de suas esposas. E outros que nem isso. Dão carta branca para a esposa sair sem nem precisar dar satisfação.
2 – Relação com homens em orgia esporádica :  o casal prefere organizar uma noite com vários desconhecidos (todos ao mesmo tempo ou um de cada vez) para que haja uma orgia ou menage masculino a 3. Geralmente, não há qualquer tipo de envolvimento pessoal. Daqui derivam fetiches como o “Dogging” (Esposa transa com vários desconhecidos em local público), ou o “Bukkake” (Vários homens gozam no rosto da esposa). 
Outra divisão básica e muito conhecida dentro desse fetiche é baseada no grau de participação do marido no ato sexual da esposa com outro homem. Aqui, especifica-se o marido como:
1 - Cuckold a distância - o marido libera a esposa mas nem sequer assiste ao ato sexual. Apenas fica sabendo depois os detalhes da transa pela boca da própria esposa. Nessa categoria, algumas vezes, nem o comedor fica sabendo que o marido é cuckold. A esposa caça um homem e transa como se fosse adultério real. 
2 - Cuckold Voyeur - o marido adora assistir a transa da esposa com outro homem. Mas, ele não tem qualquer contato físico com nenhum dos dois (esposa ou comedor). Em geral, são maridos que adoram fotografias e filmes, mais do que outros.
3 - Cuckold incentivador - o marido não se limita a assistir. Ele gosta de fazer carícias ou segurar a mão da esposa enquanto ela é comida pelo amante. Muitas esposas chegam a pedir esse tipo de participação do marido cuckold, pois elas aumentam a satisfação delas com isso.
4 - Cuckold masoquista - o marido potencializa seu prazer pela humilhação. Esposa ou amante viram dominadores. Acessórios como algemas, coleira ganham participação no fetiche. O marido é xingado e as vezes tem que sair do local da transa para tarefas humilhantes como comprar camisinha, lavar a louça, etc.
5 - Cuckold masoquista de contato - o marido sente prazer em ter contato com esposa ou amante de forma a ser humilhado, como recebendo fio terra, abrindo a esposa pra receber o membro do amante, fazendo oral na esposa ou no amante pra lubrificá-los e lamber por baixo o pau e o saco do amante enquanto ele se engata na esposa de quatro. Há  aqueles casos mais extremos em que o marido gosta de lamber o gozo do outro homem vindo de dentro da esposa. Muitos confundem todas essas ações com homossexualismo ou bissexualismo. O contato entre homens ocorre exclusivamente pela necessidade de humilhação. Normalmente, esse tipo de contato perderia o sentido se não houvesse a mulher no meio e a humilhação da perda da mulher para o homem mais viril.
6 - Cuckold bissexual - Esse é o caso em que realmente o marido é bissexual. O contato entre marido e amante será total, havendo penetração e em alguns casos beijo na boca. Nesse tipo de relação pode-se dizer que ocorre o ménage a trois masculino completo, da forma clássica.
Independente de categorizar os tipos de “Cuckold” ou de se buscar rótulos, o importante é que se entenda que em qualquer casamento nesse estilo, a coisa só funciona se prevalecer o desejo da mulher. É ela quem define como será o casal, com quem ela sairá, com quantos, e se haverá um namoro fixo ou aventuras sem envolvimento. Ao marido, resta apenas aceitar a decisão da esposa, e se possível, ajudá-la na realização dessa aventura.








A fonte do prazer eterno

          Em muitas áreas, as pessoas em geral, não aceitam outro papel que não a de protagonistas. No sexo, esse protagonismo pode ser gostoso. Mas, por vezes, acaba sendo também uma imposição social.

         Muitas são as pessoas que não conseguem aceitar ou entender o papel do voyeur no sexo. Como pode ser gostoso não participar, mas tão somente assistir?
Pois bem, na tentativa de buscar alguma comparação que pudesse facilitar a vida das pessoas fora do meio que se pegam nessa situação de não entender o prazer do voyeur, eu como um voyeur quase assumido, tentarei nesse texto responder essa dúvida.

         Para efeito didático e meramente comparativo, vamos sair do terreno do sexo e vamos para música. Eu sei tocar meu violão e tal. Mas, quem não iria parar o que tivesse fazendo para assistir a bons músicos. Você não calaria a sua voz pra escutar a voz da Amy Winehouse? Ou a voz do Frank Sinatra? Você não pararia de tocar sua guitarra para ouvir Jimi Hendrix, ou Eric Clapton? Ou ainda o Mark Knoppler. Enfim... acho que estão me entendendo. Provavelmente dizendo: “ Ahhhh... mas aí é muito diferente.”

             Bem, aí configura a diferença entre as pessoas ativas no sexo e o voyeur. Pra ele, assistir o solo de outro homem na sua esposa... é como ver alguém que sabe fazer sexo de verdade com a mulher com quem ele mais sente atração. Ou seja, é o The Best of do sexo.
           Para o voyeur, um bom comedor... aquele que sabe dar prazer de verdade a sua esposa, é digno de se parar o que está fazendo pra assistir. É um espetáculo. Melhor que qualquer filme pornô. Melhor até do que seu próprio ato sexual em si, já que em geral, ele reconhece que não é tão bom nesse assunto quanto a esposa e o comedor. No mínimo, é uma forma alternativa de prazer, que lhe garante ver da melhor posição um ato que não poderia vê-lo tão perfeitamente se o tivesse praticando.

            Claro que, existem os maridos cuckolds que irão discordar. Que sentem muito tesão vendo as esposas com outros, pra depois provar que são melhores do que os comedores depois. Tudo é válido no terreno das fantasias. Apenas tentei aqui ilustrar como funciona comigo.


                  Minha esposa já teve transas tão maravilhosas com outros homens, que desconfio seriamente que eu curti mais até que eles próprios. Em geral, gosto de filmar e ficar revendo inúmeras vezes. Ou seja, enquanto pra minha esposa e pro comedor, aquela transa só valeu aquela vez, pra mim, será uma transa eterna. Eu terei prazer eternamente vendo e revendo o registro do ato. Até por isso, afirmo que é tão bom ser cuckold. Afinal, dessa forma rara, o homem descobre a fonte do prazer eterno.

 

Ícones e acessórios liberais

Bem, pessoal, fazendo uma pesquisa na internet pude descobrir esse novo fetiche que vem se propagando como uma onda gigantesca no mundo liberal de todo o acidente. Retirei algumas fotos de outros sites para facilitar o entendimento do assunto.
 Essa postagem só irá entender quem sabe o prazer que existe em assumir, mesmo que não totalmente em público, uma situação proibida e absurda, e que seja excitante. O proibido, por si só, já é algo provocativo e instigante. Quando une-se ao proibido, o humilhante e absurdo, a combinação é prefeita para aqueles que gostam de submissão nos seus mais variados graus.
O que torna essa brincadeira excitante sem se tornar uma exposição exagerada, é o fato de que esse simbolismo não é de conhecimento comum. Além disso, imaginem vocês que delicia é poder deixar sua esposa desfilar pelas ruas com um símbolo que, para os entendidos em “Cuckold” é o mesmo que um “atestado de corno manso”.
 O simbolismo usado em tatuagens, pingentes de tornozeleiras, camisas, joias, permite que o casal sinta o prazer do fetiche de se expor a público, de forma segura, sensual e até certo inteligente, na medida em que somente aproximará os comedores "entendidos do assunto". 


SIMBOLOS


1 - SW - Slut Wife
 2 - Pimenta


 

 3 - Coelhinha Playboy


4 - Dama de espadas:


Agora vamos ver como a minha esposa resolveu aderir a essa onda:

    Primeiro, o biquini de pimentinha:


   Depois, a tornozeleira com pingente de pimenta no tornozelo direito.

 

 Agora vejamos como essa moda está pegando mesmo:



 Por fim, fica a dica para os comedores perceberem a presença de uma esposinha liberada. São muitas as dicas que somente os conhecedores do assunto saberão identificar:

(10 de Junho de 2016)

Esse é um complemento dessa postagem. Recentemente descobrimos um blog muito interessante que fala sobre o simbolismo e os fetiches. Indicamos a leitura.

http://sodomaegomorrafetiches.blogspot.com.br/

e a loja, que explica muita coisa nos detalhes dos produtos:

http://www.sodomaegomorra.com/